11 de set. de 2020

ERA UMA VEZ... Um noivo!


Ainda jovem, mas com ideias e sonhos de um grande homem. Há 26 anos o jovem Gilmar Cardoso, intelectual, artista, poeta, cidadão e visionário escolheu na Farol dos seus sonhos uma jovem para ser feliz em uma vida de dois. E
scolheu Dina Gandolfi, e ela o escolheu, consolidando esta união em um casamento ímpar. 

Os padrinhos e os noivos chegaram de charretes, coisa rara de se ver ao vivo e em cores. Só vi isso em filmes de faroeste. Que coisa bonita, cenas eternas.

E passados mais do que um jubileu de prata, o noivo e a noiva fizeram, construíram, edificaram e se tornaram um casal estimado, regado a prática dos seus ideais, sonhos e o desejo do bem comum. Estimado por muitos, com a crença na fé e na sabedoria, e a certeza de que Deus os ama muito e muito há de ser feito.

E como frutos de uma bela e verdadeira união vieram as filhas e mais recentemente uma neta. Tudo para perpetuação da família Cardoso, tendo na prática dos valores e na origem  nunca esquecida e valorizada a cada novo dia, o desejo de caminhar para a frente. E a sabedoria que devemos distribuir flores e pavimentar a estrada da vida com tudo de bom, porque um dia o caminho poderá ser o inverso e a colheita será da semente plantada. E o homem não colhe o que planta.

Era uma vez. Era uma vez um noivo. Era uma vez um noivo jovem chamado Gilmar. Era uma vez um noivo jovem chamado Gilmar que se tornou no senhor Gilmar, esposo da senhora Dina, pai e avô, de origem maravilhosa e de bem com a vida. 

Um jovem de coração puro, com alta sensibilidade e bons propósitos. Um filho do céu, de primeira. Um filho do bom, do bem e do belo. Viva o noivo. Viva a História.

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