Nasci
aos 15 de dezembro de 1969, na cidade de Colorado, Paraná.
Sou casado com a
professora Cleusa de Fátima Klipe, uma mulher que escolhi pelo coração antes
mesmo de conhecer com os olhos. Por opção do casal, nenhum filho, mas a opção
de admirar, proteger e amar as crianças ao nosso redor.
- Nota do Blog. De Cinderela do Norte à Capital do rodeio do Paraná. Colorado, no interior do Paraná, é conhecida como a "Capital do Rodeio" estadual, oferecendo atrações focadas na cultura sertaneja, vida tranquila e natureza. Os principais pontos incluem o parque do Peão, a praça Dom Bosco, a arena Parque dos Lagos e pesqueiros, ideais para o turismo rural e familiar. Considerado o polo regional com referência na saúde e educação, Colorado está localizado no Norte paranaense, a 531 quilômetros de Curitiba.
Limítrofe das cidades Paranacity, Santo Inácio e Nossa Senhora das Graças, o nome “Colorado” vem da coloração da terra avermelhada - “Vermelho Colorado”. Mas, primeiramente, o município era chamado de “Cinderela do Norte”.
A igreja matriz de Colorado também merece destaque, uma vez que compõe a praça central da cidade, que recebe o nome de praça Dom Bosco. Conforme relatam seus pioneiros, foi construída com o mesmo projeto da igreja de Catanduva, com planta trazida por um corretor, sendo que a única modificação teria sido a retirada da torre, pois o sino já estava fora de uso. 253 de 26 de novembro de 1954, com território desmembrado de Jaguapitã.
Dentre as festividades, o destaque é a Festa do Peão de Boiadeiro, que acontece em março e, é considerada a maior do Estado, dando o título à cidade como a Capital de Rodeio do Paraná.
Colorado é um município planejado, em crescimento constante com belas construções, avenidas e ruas largas com canteiros de flores que embelezam a cidade e encantam visitantes. O município tem como padroeira Nossa Senhora Auxiliadora.
COMO
SE DEFINE? Sou alguém que busca viver
com integridade, orientado por princípios espirituais, acreditando que o amor,
o respeito e a justiça são o caminho para um mundo melhor. Sou alguém que
escolhe o bem, mesmo quando não é o caminho mais fácil.
Os
meus ideais são de um mundo onde todos se respeitem e possam conquistar seus
espaços sem interferir na vida de outros. Me incomoda no mundo, a
falta de amor
ao próximo.
Admiro
nas pessoas a coragem moral de defender o que é justo, mesmo quando isso custa
caro.
Admiro
a humildade de todos que são capazes de reconhecer quando erram. Procuro construir
pontes em vez de muros, e encerrar a competitividade quando o jogo nos pede
capacidade de amar. Escolho ser bom, mesmo quando é possível escolher o
contrário.
COMO
ACHA QUE OS OUTROS TE VEEM? Acho que as pessoas me veem como alguém tranquilo e
ponderado. Talvez algumas também me vejam como reservado no início, mas não sou
ouriço (porco espinho), quando ganham confiança percebem que sou participativo
e comprometido, acessível, disposto a ouvir e colaborar. Com o tempo, acham que
sou humorista, rs.
ONDE
E ONDE FOI SUA INFÂNCIA? Minha infância floresceu em uma colônia de meu avô, em
Casabranca, no Paraná, onde moravam todos os filhos de Olímpio Basseto. Ali,
todos trabalhavam juntos, plantando e colhendo em sistema cooperativo.
Depois,
mudamos para Colorado, também no Paraná, onde cresci cercado por primos e
primas, explorando um mundo inteiro de descobertas. Cada rua, cada árvore e
cada cheiro daquele lugar se tornaram parte de quem sou hoje. Foi ali que
aprendi a sonhar.
Na
infância, vivi a vida de “boia-fria”, enfrentando o trabalho árduo ao lado da
minha mãe. Guardo
lembranças do cotidiano: via minha mãe cozinhar em fogão a lenha, preparando
marmitas para levarmos à lavoura de algodão, sob um caminhão, muitas vezes com
chuva e ou, o sol escaldante.
A
vida era difícil e marcada por privação; muitas vezes minha mãe lutava para
conseguir comprar o material escolar que eu e duas irmãs precisavam.
Apesar
de todas as dificuldades, cresci aprendendo o valor do esforço e da
honestidade. Cada dia de trabalho era um ensinamento, e mesmo diante da
adversidade, nunca deixamos de viver com dignidade.
ONDE
ESTUDOU E QUE CURSOS FEZ? Estudei em Colorado, nos colégios Cecília Meireles e
Monteiro Lobato, e em Campo Mourão, nos colégios Marechal Rondon e Cepato.
Posteriormente, cursei Letras na Unespar.
COMO FOI SUA
TRAJETÓRIA PROFISSIONAL? Bem, eu
trabalhei de garçom dos 9 aos 10 anos, no Restaurante Colorado, mas antes fui
bombeiro de roça (aquele que levava água aos trabalhadores na colheita de algodão),
nunca deixei faltar água.
Fui
garçom no Restaurante Costelão em Campo Mourão, trabalhei ainda na adolescência
de aprendiz de eletricista automotivo, fui pacoteiro, no Supermercado Riomar.
Atuei de vendedor nas empresas Hermes Macedo, Lojas Colombo, Loja Nunes.
Fui
vendedor de cachorro quente e de churros em parques de exposições, na sequencia,
operador de som na Rádio Humaitá no ano de 1984, nesse período locutor de
festas de parques de exposições. Animador de paqueras nas avenidas.
O
QUE MAIS GOSTA DE FAZER PROFISSIONALMENTE? O que mais me realiza
profissionalmente é a conexão que a rádio proporciona. Como locutor
noticiarista, gosto de saber que minha voz acompanha as pessoas no trabalho, em
casa ou no trânsito. Levar informação com credibilidade e proximidade é algo
que me dá sentido e energia todos os dias.
Nas
horas de lazer, gosto de estar em contato com a natureza, porque isso me traz
equilíbrio e clareza. Também busco constantemente conhecimento, seja por meio
de filmes, leituras ou reflexões, porque entender o mundo e as pessoas ao meu
redor é algo que me move. Acredito que quanto mais compreendemos a realidade,
melhor conseguimos nos posicionar e nos comunicar nela.O
QUE FAZ HOJE? Hoje sou locutor noticiarista na Rádio Musical FM, 100,9, e tenho como
missão transformar fatos em informação responsável. Entendo que minha voz carrega credibilidade e
influência, por isso busco comunicar com clareza, equilíbrio e respeito ao
público que me acompanha diariamente.
Mais do que transmitir notícias, procuro
contextualizar os fatos e comunicar com consciência, entendendo que a
informação influencia a forma como as pessoas enxergam o mundo. Vejo meu
trabalho como uma ponte entre os acontecimentos e a comunidade.
COMO SURGIU A PAIXÃO PELA VIDA E A COMUNICAÇÃO? Acredito que minha paixão pela
vida e pela comunicação não começou em um momento específico, mas foi se
construindo ao longo do tempo. Sempre fui uma pessoa observadora, curiosa e
interessada em entender o mundo e as pessoas ao
meu redor. A comunicação surgiu
naturalmente como a forma de transformar essa curiosidade em conexão e
responsabilidade. Hoje vejo que essa paixão amadureceu junto com minha
consciência sobre o impacto da palavra.
Desde
cedo sempre tive curiosidade sobre como as pessoas pensam e como os
acontecimentos moldam a sociedade. A comunicação foi o caminho que encontrei
para participar ativamente desse processo. Com o tempo, essa curiosidade se
transformou em paixão, tanto pela vida quanto pelo poder da palavra.
QUEM
FOI O “CULPADO”? COMO E ONDE COMEÇOU? Ingressei no rádio em 1984, após meu pai
através de amizades indicar um estágio na Rádio Humaitá, e ao longo da minha
trajetória, minha motivação nunca foi a busca por ascensão profissional.
O que
realmente me inspirava e me transformava eram milhares de cartinhas que
recebia, vindas de ouvintes. Saber que eu tirava pessoas do anonimato, que
minha voz era companhia e proporcionava alegria, trouxe em mim uma sensação de
propósito e uma alegria transformadora. Na Rádio Musical FM, ingressei no ano de inauguração da emissora, em 1992, sendo a primeira voz a inaugurar as transmissões, e permaneci por cerca de 5 anos, e retornei à Rádio Humaitá, onde fiquei até 2004, depois me dediquei a um estúdio de som com prestação de serviços a outras emissoras e novamente na Rádio Musical no ano de 2011, onde permaneço até este momento.
Hoje, como locutor noticiarista,
consigo unir essa paixão e essa responsabilidade: comunicar de forma clara,
confiável e humana, mantendo o vínculo com o público que sempre me inspirou.
POR QUE GOSTA DA COMUNICAÇÃO? Gosto da comunicação porque acredito no poder
da palavra em conectar e transformar pessoas. Sempre me inspirou
como a Bíblia
começa tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, destacando a importância da
palavra. No Antigo Testamento, em Gênesis 1:1, lemos: “No princípio criou Deus
os céus e a terra”, mostrando que a criação começou com a palavra. Já no Novo
Testamento, em João 1:1, está escrito: “No princípio era o Verbo, e o Verbo
estava com Deus, e o Verbo era Deus”, reforçando que tudo se inicia com o Verbo.
Essas passagens me inspiram profundamente, porque me lembram que comunicar é
usar a palavra de forma consciente, responsável e transformadora. Para mim,
comunicar é aproximar pessoas, transmitir informação com clareza e gerar
impacto positivo no dia a dia.O
QUE MAIS TE MOTIVA NA COMUNICAÇÃO? Um dos maiores motivadores da minha
trajetória foram milhares de cartinhas de ouvintes que recebia, revelando que
de alguma forma eu fazia parte do cotidiano das pessoas e proporcionava
alegria.
Saber
que minha comunicação se tornava companhia e gerava esse tipo de impacto, de
proximidade e trouxe uma alegria transformadora e consolidou minha paixão por
essa profissão.
Hoje,
essa motivação continua, na consciência de que informar, e conectar pessoas é a
essência da comunicação. O
que mais me motiva na comunicação é a possibilidade de impactar a vida das
pessoas, gerando conhecimento, reflexão e companhia. Sempre fui fascinado pelo
poder da palavra.
MELHOR
TURMA DE COMUNICAÇÃO? Sem hesitar: a equipe da Rádio
Musical FM, capitaneada por Elói Bonkoski, cuja família tem tradição em radiodifusão.
Não apenas pelo talento técnico, mas pelo espírito coletivo. Na Rádio Musical
FM aprendi que comunicação vai muito além do microfone. Comunicação é sintonia
entre equipe, entre propósito e entre quem fala e quem escuta. É um time que entende que rádio não é só voz,
é responsabilidade social.
Psicologicamente,
o que torna a equipe especial é o
ambiente de confiança, liberdade para criar,
espaço para errar e maturidade para corrigir juntos. Não é disputa por protagonismo,
é soma de talentos.
Profissionalmente,
aprendemos agilidade, leitura de público, sensibilidade no tom e,
principalmente, que comunicar é servir. A
melhor turma não é aquela que apenas trabalha junto, é aquela que evolui junto.
QUEM
É PROFISSIONAL DE COMUNICAÇÃO EXEMPLO E POR QUÊ? Um profissional de comunicação não é apenas
alguém que fala bem, aparece muito ou domina redes sociais. Comunicação não é sobre ego é sobre impacto.
Não é sobre aparecer, é sobre gerar compreensão.
Um
verdadeiro exemplo nessa área é aquele que sabe ocupar o espaço de influência
com clareza, dando voz a quem precisa ser ouvido, conectar diferentes públicos. Em
Campo Mourão, por exemplo, quando pensamos em alguém que demonstra essa
multiplicidade na prática, é impossível não lembrar de Ilivaldo Duarte. Sua
trajetória revela algo essencial na comunicação moderna: adaptação sem perder
essência.
Ele
já atuou como radialista em programa religioso — “Uma Luz no Infinito” em 1984 na Rádio Humaitá quando iniciou sua jornada no rádio dialogando com a dimensão espiritual do público. Também esteve no esporte, onde
a emoção exige agilidade e leitura rápida dos fatos. Como blogueiro, valoriza
personalidades locais, fortalecendo identidade comunitária. Na assessoria de
comunicação da Coamo, uma das maiores cooperativas do país, mostra visão
institucional e estratégica. E ainda incentiva eventos que aproximam
coletivamente a imprensa regional algo raro e necessário. Não se trata de
elogio, mas de análise profissional: versatilidade com coerência é marca de
maturidade comunicacional.
Gostaria de lembrar que entre 1999 e 2001 ele foi o jornalista mourãoense que além da Coamo, sua empresa raiz, ele atuava em todas as mídias, nos fins de semana - apresentava o Tocando de Primeira na Colmeia, o Golaço na TV Carajás, a coluna Tocando de Primeira no jornal Tribuna e era editor e colunista do Portal Tocando de Primeira na internet, quando dávamos os primeiros passos na net. E com grande relacionamento conseguiu liderar e organizar junto com o Nelson Silva e Luiz da Radar, o Encontro inesquecível dos Amigos do Rádio em setembro de 2025.
Um
comunicador exemplo é aquele que consegue falar com diferentes públicos, em
diferentes contextos, mantendo ética, equilíbrio e propósito.
SE
FOSSE DONO DE RÁDIO QUAIS SERIAM SEUS PROJETOS? Um dos projetos seria dedicar
menos tempo apenas à transmissão de notícias e mais à informação
contextualizada, ajudando o público a entender a diferença entre fato e
opinião, caminhos e consequências, para formar uma visão crítica e consciente
do mundo.
Além
disso, buscaria integrar segmentos educativos e culturais, promovendo
conhecimento sobre a sociedade, ciência, arte e sustentabilidade, sempre
conectando a informação à vida cotidiana das pessoas. Para mim, o rádio não
seria apenas um canal de difusão de fatos, mas um meio de transformação e
conexão com a comunidade, mantendo a alegria, a curiosidade e a confiança que
sempre me inspiraram na comunicação.
O
QUE MUDOU NA COMUNICAÇÃO COM O ADVENTO DA TECNOLOGIA, INTERNET? Com
o advento da tecnologia, internet e celulares potentes, a comunicação mudou
radicalmente. Hoje, a informação
circula muito mais rápido e chega a mais
pessoas do que jamais imaginamos. Por um lado, isso traz oportunidades
incríveis: podemos conectar pessoas, informar em tempo real e oferecer
conteúdos educativos e de reflexão. Por outro lado, aumenta o desafio de
filtrar fatos, contextualizar notícias e evitar a difusão de informações
apelativas ou erradas. Velocidade nunca pode superar a verdade.
Como
locutor noticiarista, sinto que não basta apenas transmitir fatos; é
fundamental oferecer contexto, análise e clareza, ajudando o público a
distinguir o certo do errado e a compreender melhor o mundo. A tecnologia
trouxe rapidez e alcance, mas também exige ética, discernimento e compromisso
com a informação de qualidade.
QUAIS
SÃO OS DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO? Na minha opinião, os grandes desafios para o
futuro da comunicação envolvem equilibrar rapidez e qualidade da informação.
Com a tecnologia, a internet e os celulares potentes, tudo circula muito
rápido, mas nem sempre com profundidade ou responsabilidade, as vezes com superficialidade
e sensacionalismo.
Isso
aumenta a necessidade de contextualizar fatos, combater desinformação e evitar
a divulgação de conteúdos sensacionalistas, que podem confundir ou manipular o
público.
Por
isso, acredito que o maior desafio será unir velocidade com responsabilidade,
oferecendo contexto, análise e clareza, para que o público consiga compreender,
refletir e se conectar de forma consciente com o que consome.
Outro
ponto essencial é preservar a conexão humana. Em meio a algoritmos e telas, a
comunicação precisa continuar aproximando pessoas, despertando curiosidade,
inspirando reflexão e promovendo aprendizado. Para mim, como locutor
noticiarista, esse é o verdadeiro papel da comunicação: usar a palavra como
instrumento de transformação, mostrando não só o que acontece, mas ajudando o
público a distinguir certo e errado, compreender situações e tomar decisões
conscientes.
Vejo
o futuro como uma oportunidade de criar conteúdos que unam ética, conhecimento
e impacto humano, transformando a comunicação em algo que não apenas informa,
mas toca, inspira e conecta as pessoas com significado.
QUAL
DECISÃO MARCOU SUA HISTÓRIA E SUA VIDA? A decisão que mais marcou minha vida
foi permanecer fiel às minhas raízes e me dedicar à comunicação, ao invés de
buscar caminhos mais aventureiros. Essa escolha me permitiu criar vínculos
reais com o público, consolidar minha paixão, sempre valorizando minha origem e
experiência.
QUAL
SEU ESPORTE PREFERIDO? Não acompanho esportes de forma profissional ou
competitiva. Não tenho um esporte preferido no sentido competitivo ou
profissional. Me identifico mais com atividades ligadas à natureza e momentos
de contemplação. Para mim, lazer está mais conectado ao equilíbrio e ao
aprendizado do que à prática esportiva em si.
CITE
TRÊS PERSONALIDADES EM CAMPO MOURÃO?
Primeiro, minha mãe, Maria Basseto Ribeiro,
por ser luz em minha vida em todos os aspectos. Luz na formação do meu caráter,
luz nos momentos difíceis, luz nas decisões importantes. Ela me ensinou valores
que não se aprendem em livros: dignidade, perseverança e amor incondicional. Se
hoje sou quem sou, há raízes profundas nela.
Segundo,
minha esposa, Cleusa de Fátima Klipe, minha companheira na vida. Mais do que
parceria, ela representa equilíbrio. É com quem compartilho sonhos, desafios,
vitórias e aprendizados. Construir uma vida ao lado de alguém é um projeto
diário de respeito, cumplicidade e crescimento mútuo.
E
terceiro, meu grande amigo Márcio Magoo , um irmão que a vida escolheu.
Amizades verdadeiras são raras. Ele é presença constante, apoio silencioso e
lealdade genuína. Algumas pessoas entram na nossa história por acaso, mas
permanecem por escolha e ele é uma dessas.
Quanto as personalidades mourãoenses considero José Aroldo Galassini, professor José Pochapski e o empreendedor Ruben Moyano.
UMAS
& OUTRAS
ÉTICA
É: Consciência em ação.
AUTOR: Jesus Cristo, pela força criadora e transformadora da palavra.
LIVRO: Bíblia.
CAMPO
MOURÃO NA SUA VIDA: Raiz e memória.
FAMÍLIA
É: Base de tudo.
RELIGIÃO: Caminho de fé.
UMA
ESPERANÇA: Futuro melhor possível.
UM
SONHO: Ver pessoas adultas com felicidade de criança.
SAUDADES...
DE QUEM E DO QUÊ? Minha mãe, sempre.
QUAIS
VITÓRIAS DESTACA NA SUA HISTÓRIA? Olho para minha história e vejo conquistas
que vão além do que é visível. Aprendi a superar meus medos e me tornar mais
resiliente diante dos desafios. No caminho, construí amizades duradouras e
confiáveis e aprendi a respeitar meus valores e limites, que me guiam em cada
escolha. Essas são as vitórias que realmente definem quem sou.
O QUÊ JAMAIS TERIA FEITO? Se eu pudesse voltar no tempo, não seria para apagar a minha
história — seria para vivê-la com mais consciência. Jamais
teria ignorado os pequenos sinais. Aqueles momentos em que algo dentro de mim
dizia “preste atenção”, mas eu estava ocupado demais, distraído demais,
orgulhoso demais. Muitos erros que cometi não vieram de más intenções, mas de
falta de presença. Falta de atenção a mim mesmo. Falta de atenção às pessoas ao
meu redor.
Eu
tentaria ser mais rápido em aprender com erros circunstanciais. Entender que
nem todo erro é fracasso, muitos são alertas. São convites para amadurecer.
Mas, quando demoramos a escutar, prolongamos dores que poderiam ser mais
curtas.
Também
aumentaria minha percepção e sensibilidade com a dor alheia. Às vezes estamos
tão focados nas nossas metas, nos nossos conflitos internos, que deixamos de
enxergar batalhas silenciosas acontecendo ao nosso lado. Ter mais empatia não é
apenas ser “bonzinho” é ser humano de forma mais inteira.
Se
pudesse voltar, não buscaria ser perfeito. Buscaria ser mais consciente. Mais
atento. Mais sensível. Porque, no fim, a vida não cobra perfeição, ela cobra
presença.
COMO
É A SUA ROTINA? Minha rotina, antecede como uma pré-organização do dia definindo
o que farei e quanto tempo dedicarei a cada tarefa, para garantir produtividade
e foco. Mas, sei que não estou no controle. Uma das primeiras atividades é me programar
sobre quanto de mim vai para o laser e para isso, me atualizo analisando
acontecimentos, para manter foco no meu trabalho como locutor noticiarista, daí
adiante, o que sobra fora do trabalho, é para momentos dedicados a me conectar
comigo mesmo, interagir com pessoas, cuidar dos meus animais, jardim, assistir
filmes. Esses momentos me ajudam a manter coerência e sustentar a paixão pela
comunicação e pela vida de forma consciente e responsável.
O
MOMENTO ATUAL DA SUA VIDA É: No momento atual da minha vida, me sinto muito
grato por tudo que já vivi e conquistei, tanto pessoal quanto
profissionalmente. Ao mesmo tempo, estou em um instante de reflexão e
consolidação, onde observo minhas experiências acumuladas e busco entender como
transformá-las em algo ainda mais significativo. Sinto que é o momento de
colocar em prática um projeto que una toda essa trajetória, usando minha paixão
pela comunicação para impactar o público de forma consciente, responsável e
transformadora. É uma fase de gratidão, alinhamento e preparação para construir
algo que realmente reflita tudo o que aprendi e vivi até aqui.
QUAL
PROJETO AINDA GOSTARIA DE REALIZAR? Um projeto que ainda gostaria de realizar
seria criar uma plataforma ou programa de comunicação que una todas as minhas
experiências como locutor noticiarista, buscando informar, inspirar e conectar
as pessoas. A ideia não seria apenas transmitir notícias, mas oferecer análise,
reflexão e aprendizado, ajudando o público a distinguir fatos do
sensacionalismo, certo do errado, e promovendo compreensão do mundo ao nosso
redor.
Minha
motivação não é ascensão profissional, mas sim o impacto humano: transformar o
conhecimento em companhia, aprendizado e inspiração, assim como aconteceu ao
longo da minha carreira, quando recebi as cartinhas de ouvintes que me
mostravam que minha voz tirava pessoas do anonimato e gerava alegria. Esse
projeto seria uma forma de consolidar tudo o que aprendi e vivenciei, usando a
comunicação como ferramenta de transformação e conexão humana.
QUAL
VIAGEM GOSTARIA DE FAZER? Gostaria de viajar para lugares que nos conectem com
a origem da vida e das culturas humanas, como África, Israel ou comunidades
tribais. Gosto de conforto, mas busco experiências que permitam vivenciar
formas mais primordiais de existência, refletir sobre a diversidade humana e
enriquecer minha visão de mundo, algo que também inspira minha atuação na
comunicação.QUE
LEGADOS QUER DEIXAR PARA OS OUTROS? Quero ser lembrado como uma voz que
permaneceu em silêncio em meio ao barulho, que muitas vezes passou
despercebida, mas que ainda assim foi inspiradora e encorajadora. Desejo deixar
um legado de empatia, apoio e inspiração, mostrando que mesmo gestos discretos
e palavras ponderadas podem transformar e motivar quem está ao redor.
QUAL PERGUNTA NÃO FOI FEIRA? Qual
é o aprendizado mais importante que a vida já lhe deu? Ouvir antes de julgar.
SER
CONVIDADO PARA ESTA ENTREVISTA DE DOMINGO: Olhar para interior. Ser
entrevistado pelo Ilivaldo é passar por uma análise da própria trajetória, é olhar
para o DNA, é um livro resumido.
RECADO
AOS LEITORES: Valorize cada momento.
- Nota do Blog. O editor deste blog e página, Ilivaldo Duarte, recebeu com surpresa e sente-se muito agradecido pela citação, carinho e consideração por parte do homenageado Luiz Donizete.