23 de jul. de 2026

UM SONHO DA FAMÍLIA TAGLIARI surgiu e realizado, foi mais que um time no salonismo

Na imagem histórica acima, a mãe Ires com os filhos Luisinho, Itamar, Sonia e Carlão, quando da inauguração do Centro de Juventude Itachir Tagliari.

Família reunida, bom papo, chimarrão com o pai e a mãe na rodada e os filhos e amigos juntos. E entre as paixões, o esporte, e na época a bola era pesada, e a modalidade em destaque era o futebol de salão. 

Esses são "ingredientes" que fizeram durante décadas a união, a boa convivência e o sucesso da Família Tagliari e um sonho da mãe Ires, ajudou a transformar uma ideia individual em uma maior e coletiva, e se tornaria em um grande legado da nossa cidade e do futsal paranaense. 

E um dos ícones é o professor Itamar Tagliari. Um paranaense que nasceu em 1948 na cidade de Arapongas, no Norte do Paraná. 

Ainda criança mudou-se com seus pais. Desde cedo, ele e

os irmãos cultivavam uma enorme paixão pelo futebol de salão. Cada um defendia uma equipe diferente da cidade, e as disputas extrapolavam as quadras: na hora do almoço, as discussões eram frequentes, com cada irmão defendendo seu time.

Cansada das brigas, a mãe fez um único pedido aos filhos: queria vê-los jogando juntos. O desejo foi atendido e deu origem à Associação Tagliari, encerrando as rivalidades familiares e iniciando uma das mais belas histórias do futsal paranaense.

Com uma equipe formada por união, talento e dedicação, a Associação Tagliari passou a disputar competições adultas e rapidamente acumulou títulos e conquistas. O time levou o nome de Campo Mourão para toda a região, para o Paraná e também para o cenário nacional, tornando-se referência no esporte.

QUADRA ITACHYR TAGLIARI - Outro marco importante veio em 1973, quando a família Tagliari construiu uma das mais modernas quadras esportivas da época, fortalecendo ainda mais o desenvolvimento do futsal na cidade.

A equipe adulta permaneceu em atividade até 1981. Porém, um ano antes, em 1980, após uma conversa com seu pai, Itamar decidiu iniciar um novo capítulo de sua história: criar uma escola de futsal voltada à formação de crianças e adolescentes.

O projeto começou de forma modesta, com apenas 12 alunos, mas ao longo dos anos ultrapassou a marca de mil jovens atendidos. Mais do que ensinar fundamentos do esporte, Itamar formava cidadãos. 

FORMAÇÃO - Como treinador, dirigente, incentivador e verdadeiro educador, Itamar transmitia valores como disciplina, respeito, dedicação aos estudos, responsabilidade e a importância de permanecer longe dos vícios que comprometem o caráter e o futuro.

O resultado desse trabalho é visto até hoje. Muitos de seus antigos alunos tornaram-se professores, treinadores, preparadores físicos e profissionais respeitados nas áreas da educação e do esporte, perpetuando os ensinamentos recebidos.

MULTIFUTSAL - Ao longo de mais de cinco décadas dedicadas ao futsal, Itamar Tagliari desempenhou praticamente todas as funções possíveis: foi atleta, técnico, professor, dirigente, apoiador e um dos maiores incentivadores da modalidade em Campo Mourão e no Paraná.

LEGADO - Hoje, sua maior recompensa é olhar para trás e perceber que seu trabalho ajudou a transformar a vida de milhares de crianças e adolescentes. Para ele, poucas alegrias se comparam à oportunidade de apresentar o futsal às novas gerações e compartilhar o conhecimento daquele que considera o mais encantador e apaixonante de todos os esportes.

Fontes: Federação Paranaense de Futsal , Blog do Ilivaldo e face Campo Mourão D.

A ÚNICA PESSOA é você!


 

EVANGELHO 23 de julho 2026

 Evangelho (Mt 13,10-17)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois, revelaste os mistérios do teu Reino aos pequeninos, escondendo-os aos doutores!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 10 os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: "Por que tu falas ao povo em parábolas?" 11 Jesus respondeu: "Porque a vós foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não é dado. 12 Pois à pessoa que tem, será dado ainda mais, e terá em abundância; mas à pessoa que não tem, será tirado até o pouco que tem. 13 É por isso que eu lhes falo em parábolas: porque olhando, eles não veem, e ouvindo, eles não escutam, nem compreendem. 14 Deste modo se cumpre neles a profecia de Isaías: 'Havereis de ouvir, sem nada entender. Havereis de olhar, sem nada ver. 15 Porque o coração deste povo se tornou insensível. Eles ouviram com má vontade e fecharam seus olhos, para não ver com os olhos, nem ouvir com os ouvidos, nem compreender com o coração, de modo que se convertam e eu os cure'. 16 Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. 17 Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

22 de jul. de 2026

PALMEIRAS COMEMORA 75 anos da conquista do Mundial de 1951 no Maracanã

O Palmeiras celebrou os 75 anos da conquista da Copa Rio
de 1951
, título celebrado pelo clube e por muitos torcedores como o primeiro Campeonato Mundial Interclubes da história A conquista foi consolidada dia 22 de julho de 1951, após empate em 2x2 com a Juventus da Itália, no Maracanã, para quase 90 mil pessoas.

O Torneio Internacional de Clubes Campeões de 1951 reuniu os principais campeões nacionais da Europa e da América do Sul. Organizado com aval e participação da FIFA, em parceria com a Confederação Brasileira de Desportos (CBD), atualmente CBF, o Mundial, além do Palmeiras (campeão paulista de 1950) contou com as participações do Estrela Vermelha (campeão da Copa da Iugoslávia, atualmente Sérvia, em 50), do Áustria Viena (campeão austríaco em 49-50), da Juventus (campeã italiana de 49-50), do Nacional (campeão uruguaio de 50), do Nice (campeão francês de 50-51), do Sporting (hexacampeão na temporada 50-51 portuguesa) e do Vasco, campeão carioca de 50. 

O Mundial ocorreu entre os dias 30 de junho e 22 de julho de 1951. E Palmeiras e Juventus classificaram-se para as duas partidas finais do torneio, que foram realizadas no Maracanã. Na primeira, dia 18 de julho, Palmeiras venceu por 1 a 0. No dia 22, o clima de euforia era evidente no Rio de Janeiro, pois um empate garantiria o título ao Alviverde. Imponente, surgiu em campo carregando a bandeira brasileira, como na Arrancada Heroica de 1942, que marcou o fim de um Palestra italiano e o início de um Palmeiras nacional. 

A Juventus abriu o placar aos 18 minutos. No segundo tempo, após boa jogada com Canhotinho, Liminha lançou Lima, que arrematou na trave. Na sobra, o atacante Rodrigues igualou o marcador aos 2 minutos. Aos 18, a Juventus marcou mais um gol. Porém, a esperança palmeirense do título foi renovada nos pés de Liminha. Aos 32, o meia driblou dois marcadores italianos, chutou sobre o goleiro Viola, pegou o rebote e entrou com bola e tudo no fundo das redes. Após o apito final, o Palmeiras tornou-se Campeão do 1º Mundial Interclubes. A conquista teve papel fundamental na recuperação da autoestima do torcedor brasileiro e na reconstrução do futebol nacional.



Site Oficial do Palmeiras / www.palmeiras.com.br

"PALHAÇO COQUINHO, Boladão ou Carlos Eduardo": inspiração na vida das pessoas

 Há pessoas que interpretam personagens. E há aquelas
que, mesmo vivendo personagens marcantes, jamais perdem a essência. Assim é Carlos Eduardo Correia, artista que conquistou Campo Mourão e a região por dois nomes conhecidos do público: o palhaço Coquinho e o irreverente Boladão.

Durante uma conversa descontraída e breve, com o ele, sempre atencioso, fiquei sabendo que cada nome representa uma fase e uma forma de se comunicar com as pessoas. Mas fez questão de destacar que, acima de tudo, existe um homem e um cidadão por trás das máscaras.

“Quem me conhece pelo teatro, sou o palhaço Coquinho. Quem me conhece pelas redes sociais e pela publicidade, sou o Boladão. Mas, no fim das contas, o que fica mesmo é que sou o Carlos Eduardo.”

AUTÊNTICO -  O apelido “Boladão” nasceu da personalidade forte e transparente. Segundo ele, surgiu pela maneira direta de enxergar a vida e de defender aquilo em que acredita. “Sou autêntico. Gosto de falar a verdade, mesmo quando ela pode machucar”, afirma.

COQUINHO - O palhaço Coquinho nasceu há mais de uma década, durante seus primeiros passos no teatro. Integrando o  grupo artístico Sou Arte, que tinha um palhaço chamado Cocada. Daí Carlos recebeu da diretora e empreendedora Edilaine Maria de Castro, o apelido carinhoso por causa de sua estatura.

ESTIMA -Com 1,38 metro de altura, Carlos Eduardo me disse com naturalidade e maturidade sobre esse assunto. e se aceitar quem é se torna uma das maiores conquistas da vida. “A gente precisa aprender a viver do jeito que Deus escolheu colocar a gente no mundo. Se não aprender a rir disso e aceitar quem é, vai viver dependendo da opinião dos outros.”

A alegria contagiante do Coquinho ou do Boladão, revela uma filosofia baseada na autoestima, na fé e na liberdade de viver, sem buscar aprovação constante.

O PALCO SE FECHA - Apesar da alegria que transmite ao público, Carlos Eduardo comenta um momento em que os personagens ficam do lado de fora. “Quando chego em casa, tento deixar o Coquinho e o Boladão na porta. Lá dentro, sou apenas o Carlos Eduardo.”

SILÊNCIO - Mas ele admite que, muitas vezes, precisa do silêncio para reencontrar a própria essência. E é nesse equilíbrio entre a exposição pública e a vida pessoal, que Carlos Eduardo por meio do coquinho de boladão encontra forças para continuar criando.

ARTE É VIDA - Natural de Araruna, Carlos iniciou sua trajetória artística ainda no ensino médio, em aulas de teatro realizadas na escola. O que começou como um exercício de autoaceitação acabou mudando completamente seu destino.

Há mais de 15 anos ele vive da arte e resume sua profissão de maneira simples e profunda. “Arte é tudo aquilo que transforma. Tudo que você dá brilho é arte.”

Hoje, Carlos Eduardo vive exclusivamente do trabalho artístico, com os personagens Coquinho ou Boladão,  e comemora o carinho recebido nas ruas e nos palcos da vida. “É muito difícil andar alguns metros sem ser reconhecido. Sou muito grato a Deus por esse carinho.”

A FELICIDADE - Ao longo da entrevista, Carlos Eduardo compartilhou uma reflexão que resume sua maneira de enxergar a vida. "Ninguém consegue aceitar verdadeiramente o outro antes de aprender a aceitar a si mesmo. Deus nos fez assim. Devemos aceitar quem nós somos, e só assim, a gente vai viver muito mais feliz. O ontem é história. O amanhã é um mistério e o hoje é um presente. Viva o seu presente.”

TOCANDO DE PRIMEIRA -  Encerrando a conversa, perguntei a ele o que significa o "Tocando de Primeira".

Para Carlos Eduardo, tocando de primeira é seguir em frente, mesmo diante das dificuldades. “Na arte e na vida, tocar de primeira é aprender a lidar com as frustrações, com as quedas e, mesmo assim, continuar caminhando.” E esta é uma definição que resume não apenas sua carreira, mas também sua história.

UM CAMNHO - Entre o sorriso do Coquinho, a autenticidade do Boladão e a essência de Carlos Eduardo, existe um

artista que encontrou na arte muito mais que uma profissão. Ele encontrou um caminho para transformar a própria vida e inspirar milhares de pessoas a fazerem o mesmo.

Obrigado Coquinho, Boladão, ou o dono dos personagens, Carlos Eduardo, pela aula e lição de vida. Seja feliz.

Para ouvir a conversa: https://youtu.be/xxPGjj8yXhY?si=HIRJwN3NLSMFtmKx


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CONVERSAS QUE o líder evita ter


 

EVANGELHO 22 julho 2026

 Evangelho 

(Jo 20,1-2.11-18)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Responde-nos, ó Maria, no teu caminho o que havia? Vi Cristo ressuscitado, o túmulo abandonado!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

-Glória a vós, Senhor.

1 No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. 2 Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: "Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram". 11 Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se e olhou para dentro do túmulo. 12 Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. 13 Os anjos perguntaram: "Mulher, por que choras?" Ela respondeu: "Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram". 14 Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas não sabia que era Jesus. 15 Jesus perguntou-lhe: "Mulher, por que choras? A quem procuras?" Pensando que era o jardineiro, Maria disse: "Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar". 16 Então Jesus disse: "Maria!" Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: "Rabunni" (que quer dizer: Mestre). 17 Jesus disse: "Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus". 18 Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: "Eu vi o Senhor!", e contou o que Jesus lhe tinha dito.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

21 de jul. de 2026

BRASIL E A CORRIDA DA IA


 

EVANGELHO 21 julho 2026

 Evangelho

 (Mt 12,46-50)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Quem me ama, realmente, guardará minha palavra e meu Pai o amará, e a ele nós viremos.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 46 enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. 47 Alguém disse a Jesus: "Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo". 48 Jesus perguntou àquele que tinha falado: "Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?" 49 E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: "Eis minha mãe e meus irmãos. 50 Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

IA na corrida às urnas


 

PENSAMENTOS e ações


 

20 de jul. de 2026

PEDRO FELIPE Perdoncini: “Acelerando por um propósito e apaixonado pelo automobilismo”

No sábado, 18 de julho, no microfone do 1.616 programa Tocando de Primeira na Rádio Colmeia, perguntei ao piloto da Copa Truck, Pedro Felipe Perdoncini, o número 117 da temporada 2026: Pedro, a velocidade é que levou você aonde você chegou no mundo das corridas? E pra isso teve muita coragem?

ORIGEM  – A família da mãe de Pedro Felipe tem corrida no sangue, inclusive com uma pista de arrancada em Campo Mourão.  “Esse menino, desde pequeno, aprontou muitas com caminhão junto comigo.  Quando ele tinha de três para 4 anos, foi numa ocasião comigo para fazenda, que todos os finais de semana eu tinha que ir porque ele queria ir de caminhão com o pai. Ele queria e ficava dirigindo no meu colo com as botinhas dele, e as traquinagens dele. Gostava de acelerar o caminhão nas subidas, quando carregado. Na ocasião era um caminhão truck que eu erguia para passar os quebra-molas em Iretama, que tinha muito, para não sair fora as faixas. E na descida, apertava a válvula para retornar o ar para o truck. São muitas passagens que a gente tem, que nunca vou esquecer”, conta o pai Silvio Perdoncini.


PACTO - “Eu falo que nem foi tanto a velocidade que me levou, onde tem que levar. Eu falo que acima de tudo nós temos um Deus que rege a nossa vida. E eu levo um propósito, que é levar a mensagem de Deus em todos os autódromos que eu vou. E foi um pacto que eu fiz com o papai do céu desde quando eu comecei a correr, que se fosse da vontade dele, ele que abrisse as portas para mim, para eu continuar realizando meu sonho. Eu fiz isso e ele abriu as portas e eu levo essa palavra onde for.”

PROPÓSITO – O pacto que ele fez com Deus aconteceu quando chegou ao final de um ano que não tinha patrocínio e nem condição de continuar correndo nacionalmente. E ele falou:  "Meu Deus, se for da sua

vontade, o Senhor continue me abençoando e abra as portas que eu ganhe algum patrocínio novo, que eu continue correndo e eu vou continuar levando a sua palavra, a sua mensagem", lembra o piloto sonhador, na época piloto de kart e da Copa HB20.
Mas na semana seguinte a mão de Deus surgiu e um patrocinador, na época do kart, perguntou a ele como estava sua situação nas corridas. Ele acabou falando que estava sem patrocínio e o apoiador na outra semana ligou para o piloto contando que havia conseguido mais patrocínios e tudo passou a mudar na vida de Pedro Felipe.

FÉ – Pedro Felipe passou a carregar e a distribuir um cartãozinho com um versículo bíblico dentro de uma cápsula - veja imagem abaixo. 

Ele tem essa iniciativa desde a época do kart  e na HB20 levava também, mas foi na Copa Truck que segundo ele, isso começou a ficar um pouco mais forte, e daí teve a certeza que realmente era um propósito. "No cartãozinho está escrito o meu nome e a frase ‘Acelerando por um propósito’. É uma cápsula que é uma ‘pílula pro coração’. E daí em cada corrida que eu faço, levo um versículo diferente que a gente distribui para centenas de pessoas nos autódromos.


O piloto lembra que o primeiro campeonato que disputou com caminhão foi em 2024 na prova de Campo Grande. “Fizemos uma oração na frente do caminhão em quatro pessoas. E hoje é inacreditável, a equipe toda se dá as mãos e faz a oração na frente do caminhão antes de cada prova.

VIRTUDES- “O Pedro é um menino sensacional. Eu falo assim, Pedro, não perca o Pedro que você foi e o que você tá sendo, porque existem pessoas, que às vezes por menos coisas sobe muito na cabeça. Não deixa subir na cabeça o sucesso. O sucesso sempre foi Deus e família”, diz o pai que o fã número 1 e não perdeu nenhuma corrida do filho.

PROVAS - O piloto mourãoense Pedro Felipe Perdoncini, o filho do seu Silvio e da dona Lucimara, e irmão da Ana, é piloto de caminhão da Copa Truck, e já disputou quatro provas em Campo Grande, Santa Cruz do Sul, Cascavel e Interlagos em São Paulo. Ele está em oitavo lugar com 67 pontos e boas chances de melhorar sua posição e chegar entre os primeiros. Estará em ação em mais cinco etapas na temporada 2026 – dia 5 de agosto em Cuiabá, 223 de agosto em Goiânia, 20 de setembro em Curvelo, Minas Gerais, 1 de novembro em Chapecó e 29 de novembro em Brasília.

MISSÃO – “Sou um piloto profissional que dirijo o que colocar na minha mão, desde máquina agrícola até veículos leves e pesados. Mas escolho sempre o caminhão, então o caminhão tem o meu coração. É sensacional. E é legal ver o reconhecimento que povo de Campo Mourão vem tendo comigo. Vou continuar correndo, esperando dias ainda melhores com mais apoio e patrocínios, e o carinho e torcida dos mourãoenses”, considera o piloto, que foi campeão em 2025 da Copa Truck e terceiro lugar ano passado no GP Turismo na Itália.

Pedro Felipe Perdoncini, gente nossa, gente de fé e de propósitos. De Campo Mourão, a Capital do Centro-Oeste do Paraná para as pistas do Brasil e do mundo.

Para ouvir a entrevista dele no programa Tocando de Primeira, copie no navegador:  TOCANDO DE PRIMEIRA 1616 – ILIVALDO DUARTE

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VIVER É percorrer uma trilha


 

EVANGELHO 20 de julho 2026

 Evangelho 

(Mt 12,38-42)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 38 alguns mestres da Lei e fariseus disseram a Jesus: "Mestre, queremos ver um sinal realizado por ti". 39 Jesus respondeu-lhes: "Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal do profeta Jonas. 40 Com efeito, assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim também o Filho do Homem estará três dias e três noites no seio da terra. 41 No dia do juízo, os habitantes de Nínive se levantarão contra essa geração e a condenarão, porque se converteram diante da pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas. 42 No dia do juízo, a rainha do Sul se levantará contra essa geração, e a condenará, porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão, e aqui está quem é maior do que Salomão".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

UM SONHO DA FAMÍLIA TAGLIARI surgiu e realizado, foi mais que um time no salonismo

Na imagem histórica acima, a mãe Ires com os filhos Luisinho, Itamar, Sonia e Carlão, quando da inauguração do Centro de Juventude Itachir T...