3 de abr. de 2026

SEMANA SANTA: entenda a sexta-feira


 

EVANGELHO 3 de abril 2026

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 21,33-43.45-46


Naquele tempo, dirigi
ndo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes
e aos anciãos do povo, disse-lhes:
33
"Escutai esta outra parábola:
Certo proprietário plantou uma vinha,
pôs uma cerca em volta,
fez nela um lagar para esmagar as uvas
e construiu uma torre de guarda.
Depois arrendou-a a vinhateiros,
e viajou para o estrangeiro.
34
Quando chegou o tempo da colheita,
o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros
para receber seus frutos.
35
Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados,
espancaram a um, mataram a outro,
e ao terceiro apedrejaram.
36
O proprietário mandou de novo outros empregados,
em maior número do que os primeiros.
Mas eles os trataram da mesma forma.
37
Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho,
pensando: 'Ao meu filho eles vão respeitar'.
38
Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, 
disseram entre si:
'Este é o herdeiro. 
Vinde, vamos matá-lo
e tomar posse da sua herança!'
39
Então agarraram o filho,
jogaram-no para fora da vinha e o mataram.
40
Pois bem, quando o dono da vinha voltar,
o que fará com esses vinhateiros?"
41
Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo responderam:
"Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos
e arrendará a vinha a outros vinhateiros,
que lhe entregarão os frutos no tempo certo".
42
Então Jesus lhes disse:
"Vós nunca lestes nas Escrituras:
'a pedra que os construtores rejeitaram
tornou-se a pedra angular;
isto foi feito pelo Senhor
e é maravilhoso aos nossos olhos?'
43
Por isso eu vos digo:
o Reino de Deus vos será tirado
e será entregue a um povo que produzirá frutos".
45
Os sumos sacerdotes e fariseus
ouviram as parábolas de Jesus,
e compreenderam que estava falando deles.
46
Procuraram prendê-lo, mas ficaram com medo das multidões,
pois elas consideravam Jesus um profeta.
Palavra da Salvação.

2 de abr. de 2026

JORNALISTA SÉRGIO MENDES será homenageado dia 5 de abril na ENTREVISTA DE DOMINGO

A ENTREVISTA DE DOMINGO aqui no BLOG DO ILIVALDO DUARTE vem desde 2009 no jornalismo digital apresentando e contando histórias de gente que fez, faz e acontece em diversos segmentos de atuação no Centro-Oeste do Paraná e em outras regiões paranaenses..

Neste fim de semana de Páscoa, o homenageado será o jornalista Sérgio Mendes, que com 30 anos de jornalismo é por demais conhecido na telinha de cada domingo. É o -Sérgio Mendes do agro-, é o -Sérgio Mendes, inseparável companheiro da também jornalista Rose Machado, presente no mesmo programa há décadas-, ambos apresentando atualmente o RIC Rural aos domingos de manhã em rede estadual.

- Ao longo dessa trajetória, evoluímos, nos reinventamos e seguimos levando informação de qualidade para o campo e para a cidade. Porque no agro, assim como na vida, a gente começa, aprende, cresce e melhora a cada dia!-, comemora o jornalista.

É neste fim de semana a história e o que pensa Sérgio Mendes, apresentador e repórter da RIC TV Record, aqui na ENTREVISTA DE DOMINGO NO BLOG DO ILIVALDO DUARTE.


JEFERSON POPIU, 40 anos de jornalismo com competência, orgulho, histórias e gratidão

- 40 anos de carreira! Hoje eu olho para trás com orgulho e, acima de tudo, com gratidão. - diz o jornalista Jeferson Popiu, diretor de jornalismo da TV, Portal e Rádio do grupo Tarobá.

Parabéns Popiu, gente de primeira qualidade dentro e fora dos meios de comunicação. Gente feliz que gosta de gente feliz. 

- São 40 anos de Jornalismo. Uma caminhada construída dia após dia, com trabalho, aprendizado e muita dedicação. Porque uma carreira não nasce da noite para o dia - ela é formada no tempo, nas experiências e em cada desafio superado- 


Ao longo dessa trajetória, Popiu teve  o privilégio de passar por grandes redações que marcaram sua história como Revista Nova Fase, Revista Gente e Notícias, os jornais O Paraná e Gazeta do Paraná, além
da CGN, Catve, Rede Massa e Tarobá. E em cada uma delas, ele deixou um pouco dele e levou muito aprendizado.

Também foram incontáveis anos como assessor de imprensa, relações públicas, assessoria de comunicação política - funções que ensinaram ainda mais sobre comunicação, estratégia e, principalmente, sobre pessoas. Além de anos e anos como professor universitário em cursos de Jornalismo na Univel e na FAG.

- Vi o Jornalismo se transformar, evoluir, se reinventar. E eu segui junto, aprendendo todos os dias. Da máquina de escrever, a Forma Composer, ao Telex e aos computadores mais modernos. Porque essa é uma das maiores verdades dessa profissão: nunca se sabe tudo. E é isso que a torna tão fascinante. Foram histórias contadas, vidas cruzadas, desafios enfrentados e muitas conquistas ao longo do caminho. Mas, acima de tudo, foi uma jornada feita com propósito-.

Siga em frente amigo Popiu, tenho um ano a mais de jornalismo, mas sempre há algo a compartilhar e é assim que a gente cresce, aprende, vive e conta.

SEMANA SANTA: entenda liturgia da quinta-feira


 


EVANGELHO 2 de abril 2026

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo
Lucas 
16,19-31



Naquele tempo, Jesus disse aos fariseus:
19
"Havia um homem rico,
que se vestia com roupas finas e elegantes
e fazia festas esplêndidas todos os dias.
20
Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas,
estava no chão à porta do rico.
21
Ele queria matar a fome
com as sobras que caíam da mesa do rico.
E, além disso, vinham os cachorros lamber suas feridas.
22
Quando o pobre morreu,
os anjos levaram-no para junto de Abraão.
Morreu também o rico e foi enterrado.
23
Na região dos mortos, no meio dos tormentos,
o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão,
com Lázaro ao seu lado.
24
Então gritou: 'Pai Abraão, tem piedade de mim!
Manda Lázaro molhar a ponta do dedo
para me refrescar a língua,
porque sofro muito nestas chamas'.
25
Mas Abraão respondeu: 'Filho, lembra-te
que tu recebeste teus bens durante a vida
e Lázaro, por sua vez, os males.
Agora, porém, ele encontra aqui consolo
e tu és atormentado.
26
E, além disso, há um grande abismo entre nós:
por mais que alguém desejasse,
não poderia passar daqui para junto de vós,
e nem os daí poderiam atravessar até nós'.
27
O rico insistiu: 'Pai, eu te suplico,
manda Lázaro à casa do meu pai,
28
porque eu tenho cinco irmãos.
Manda preveni-los, para que não venham também eles
para este lugar de tormento'.
29
Mas Abraão respondeu:
'Eles têm Moisés e os Profetas, que os escutem!'
30
O rico insistiu: 'Não, Pai Abraão,
mas se um dos mortos for até eles,
certamente vão se converter'.
31
Mas Abraão lhe disse:
'Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas,
eles não acreditarão,
mesmo que alguém ressuscite dos mortos' ".
Palavra da Salvação.

1 de abr. de 2026

SEMANA SANTA: entenda a liturgia da quarta-feira


 

EVANGELHO 1 de abril 2026

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 20,17-28


Naquele tempo,
17
enquanto Jesus subia para Jerusalém,
ele tomou os doze discípulos à parte
e, durante a caminhada, disse-lhes:
18
"Eis que estamos subindo para Jerusalém,
e o Filho do Homem será entregue
aos sumos sacerdotes e aos mestres da Lei.
Eles o condenarão à morte,
19
e o entregarão aos pagãos para zombarem dele,
para flagelá-lo e crucificá-lo.
Mas no terceiro dia ressuscitará".
20
A mãe dos filhos de Zebedeu
aproximou-se de Jesus com seus filhos
e ajoelhou-se com a intenção de fazer um pedido.
21
Jesus perguntou: 
"O que tu queres?"
Ela respondeu: 
"Manda que estes meus dois filhos
se sentem, no teu Reino,
um à tua direita e outro à tua esquerda".
22
Jesus, então, respondeu-lhes:
"Não sabeis o que estais pedindo.
Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?"
Eles responderam: 
"Podemos."
23
Então Jesus lhes disse:
"De fato, vós bebereis do meu cálice,
mas não depende de mim
conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda.
Meu Pai é quem dará esses lugares
àqueles para os quais ele os preparou".
24
Quando os outros dez discípulos ouviram isso,
ficaram irritados contra os dois irmãos.
25
Jesus, porém, chamou-os, e disse:
"Vós sabeis que os chefes das nações
têm poder sobre elas e os grandes as oprimem.
26
Entre vós não deverá ser assim.
Quem quiser tornar-se grande, 
torne-se vosso servidor;
27
quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo.
28
Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido,
mas para servir e dar a sua vida
como resgate em favor de muitos".
Palavra da Salvação.

31 de mar. de 2026

SEMANA SANTA: entenda a liturgia da terça-feira

 


EVANGELHO 31 de março 2026

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo
Mateus 
23,1-12


Naquele tempo,
1
Jesus falou às multidões e a seus discípulos 
e lhes disse:
2
"Os mestres da Lei e os fariseus
têm autoridade para interpretar a Lei de Moisés.
3
Por isso, deveis fazer e observar tudo o que eles dizem.
Mas não imiteis suas ações!
Pois eles falam e não praticam.
4
Amarram pesados fardos
e os colocam nos ombros dos outros,
mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los,
nem sequer com um dedo.
5
Fazem todas as suas ações
só para serem vistos pelos outros.
Eles usam faixas largas, com trechos da Escritura,
na testa e nos braços,
e põem na roupa longas franjas.
6
Gostam de lugar de honra nos banquetes
e dos primeiros lugares nas sinagogas.
7
Gostam de ser cumprimentados nas praças públicas
e de serem chamados de Mestre.
8
Quanto a vós, nunca vos deixeis chamar de Mestre,
pois um só é vosso Mestre e todos vós sois irmãos.
9
Na terra, não chameis a ninguém de pai,
pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus.
10
Não deixeis que vos chamem de guias,
pois um só é o vosso Guia, Cristo.
11
Pelo contrário, o maior dentre vós
deve ser aquele que vos serve.
12
Quem se exaltar será humilhado,
e quem se humilhar será exaltado".
Palavra da Salvação.

30 de mar. de 2026

SEMANA SANTA: entenda a liturgia da segunda-feira



 

EVANGELHO 30 de março 2026

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 6,36-38


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
36
"Sede misericordiosos,
como também o vosso Pai é misericordioso.
37
Não julgueis e não sereis julgados;
não condeneis e não sereis condenados;
perdoai, e sereis perdoados.
38
Dai e vos será dado.
Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante
será colocada no vosso colo;
porque com a mesma medida com que medirdes os outros,
vós também sereis medidos".
Palavra da Salvação.

29 de mar. de 2026

NAC JOGA DOMINGO com o Paraná e depois, dois jogos decisivos em casa com Paranavaí e Batel

 Com 6 pontos ganhos em uma segundona 2026 equilibrada, o NAC vai jogar domingo às 15h30 em Curitiba, contra o líder Paraná Clube. Depois, nas rodadas 7 e 8 irá receber diante da sua torcida no José Carlos Galbier, o Paranavaí no domingo, 12 de abril, às 15h30, e no sábado, 18 de abril, às 15h30, o Batel de Guarapuava.

Independente do resultado em Curitiba, com leve favoritismo para o tricolor da Vila Capanema, o azulão do Centro-Oeste precisa ganhar seus dois jogos e fazer a festa da torcida azulina para encaminhar sua classificação ao mata-mata da segunda fase.

NAC CAI PARA 5º lugar e rodada 5 teve 20 gols e empate de 6 a 6 entre Araucária e Rio Branco

 A rodada 5 da segundona paranaense deixou o Nacional Atlético Clube na 5ª colocação após os resultados deste domingo e uma competição aberta devido ao equilíbrio tanto para a parte de cima da tabela como para o rebaixamento. 

Nos jogos deste domingo, o Toledo perdeu em casa para o Laranja Mecânica por 2x1, Batel e Paraná Clube empataram em 1 a 1 em Guarapuava, o Paranavaí voltou a vencer em casa e desta vez o Prudentópolis por 2x1. Completando, em jogo elitrizante, Araucária e Rio Branco ficaram no empate por 6x6, isto mesmo, 12 gols e o Rio Branco a 15 minutos do final estava perdendo por 6x2.

A classificação da equilibrada segundona está assim: Paraná 11, Patriotas 10, Laranja Mecânica 7; Rio Branco, Nacional (do técnico Lierte Pastre), Araucária, Toledo e Paranavaí 6; Batel e Prudentópolis 4.

A rodada 6 no fim de semana da Páscoa terá os jogos no sábado,4, às 15h30 entre Prudentópolis x Laranja e Araucária x Patriotas. No domingo, Paraná x Nacional, Batel x Toledo e Rio Branco x Paranavaí.

"DEUS QUER O BEM, é misericórdia e amor", diz padre Carlos Czronobai, no domingo de ramos

A cada dia da Semana Santa, a liturgia nos convida a entrar mais profundamente no mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.

 "Paixão" é uma palavra grega que significa "sofrimento". É uma caminhada intensa de fé e conversão. 

Durante esta semana, os sinos das igrejas costumam silenciar e, em algumas tradições, são substituídos por matracas, para marcar a solenidade do tempo.

O padre Carlos Cznornobai, na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro em Campo Mourão, levou os fiéis a refletirem sobre a presença constante de Jesus em todos os momentos de suas vidas.

- A pergunta é: eu estou com Jesus? A gente viveu bons momentos, e as vezes colocamos culpabilidade em  Deus pelo que vivemos. Nunca deve ser assim, devemos celebrar a fé e ter em mente que Deus nunca quer o mal pro ser humano, que ele veio falar da misericórdia e do amor do pai. Quando tudo está bem estamos com Deus e quando não estivermos bem,  devemos estar com ele. Pois a nossa fé será provada diante desses momentos. Sempre com Deus e nunca longe dele.- disse padre Czornobai, no início da Semana Santa.








MAGNÍFICO JOSÉ DIVINO, por José Eugênio Maciel, na sua coluna semanal no jornal Tribuna

"Zé Divino combateu o bom combate e guardou a fé. Ele foi nossa referência na política municinal, nunca deixou o debate fluir sem sua sabedor nas horas certas. Nesse mundo de hoje, em que tudo acontece sem um mínimo de conteúdo político, sensatez e sabedoria". Rubens Bueno - ex-prefeito de Campo Mourão

Campo Mourão despediu-se derradeiramente do maior líder comunitário da história, José Divino da Rocha, 83 anos. A casa dele não era apenasmente aberta para os familiares, recebia amigos, promovia reuniões com moradores da Vila Urupês,  encontros religiosos e os de caráter-partidário, espaço acolhedor, legítimo.=

A identidade da Vila Urupês tem a face do Zé Divino, desde o tempo que o citado bairro, um dos mais antigos e tradicionais, era periferia distante do núcleo urbano, mais que geograficamente, estava longe devido ao abandono pelo poder público. Sem galeria, saneamento, asfalto, iluminação pública precária, enxurradas voçorocas lama ou poeira. Apesar da evidente injustiça social, os desafios não intimidaram o moradores para a luta no sentido de uma nova identidade transformadora ampla e positiva.

Eles foram articulando uma coesão protagonista em razão do carisma de um homem de pequena estatura, prosa rica, prolífico em saber, seu Zé Divino tornou-se modelar para aqueles habitantes. Funcionário zeloso da Codusa, apelidado carinhosamente "Mandioquinha", tinha planos, pensador, contemplava e agia a vislumbrar o futuro. Com notável intrepidez transpunha obstáculos com tenacidade.

Para justificar com sobra argumentativa, a história registra, a construção do Centro Comunitário Vila Urupês, é um dos mais insofismáveis exemplos, fruto do trabalho que ele esteve à frente como presidente da Associação. Antes disputou uma eleição na qual existiu o interesse de derrotá-lo, já que se tornava uma ameaça para a então classe política dominante. É dessa conjuntura que surge também o hoje vereador Sidnei Jardim, que integrou a chapa (foi secretário) , tiveram uma vitória avassaladora, derrotando a máquina da prefeitura.

Pouquíssimas cidades paranaenses e do Brasil têm um centro comunitário como o da Vila Urupês. Zé Divino proporcionou aos seus diletos moradores, que o sonho era possível realizá-lo. Foi pedreiro da referida obra, literalmente. Certa ocasião fui encontrá-lo, quando as paredes começaram a serem erguidas. De bonezinho, cigarrinho de palha, rosto com pingos da cal e massa, falava com natural e clara crença que a obra seria uma realidade.

Foi nessa época que ele conheceu mais diretamente o então secretário estadual da justiça, trabalho e ação social, Rubens Bueno, que assegurou a liberação de recursos para a Associação, notadamente para a citada obra. Relações de amizades que se tornaram laços fortalecidos por toda a vida. Respeito e admiração mútuas.

Rubens Bueno, autor da lei que concedeu o título de Cidadão Honorário do Paraná ao José Divino da Rocha, entregue quando Bueno já era parlamentar federal. O ato solene foi no Dia do Trabalhador, na Assembleia Legislativa, Casa então habituada - como aliás continua hoje - a conceder honrarias aos abastados economicamente ou da elite política.

Seu Zé passa a ser, formalmente, o que já era de fato e exemplar: Cidadão. Também foi agraciado com o título de Mérito Comunitário pelo então prefeito josé Pochapski.

"José Divino da Rocha, um homem que não 'afrocha", assim eu o saudava comumente, complementando, "o mineirinho de Bocaiuva" (munícipio onde nasceu).

Voltando a referenciar a casa dele, lideranças políticas sempre iam visitá-lo, recebidas sempre para diálogos francos, leais, construtivos. Pochapski, Bueno, Tauillo, Douglas, para ouvirem dele lições fundamentais de sociedade, da política, da vida, provindas de um homem com um conhecimento invejável, sempre atento, concepções magníficas.

Aliás, Divino tem outro significado, além do bíblico: Magnifico, o que Zé sempre foi. Sábio, conduta ética tão cristalina quanto exemplar, são muitos os testemunhos a respeito dele quanto ao fato de jamais ter violado tais princípios, de nunca ter pedido benefício para ele. Um postulador das causas públicas, comunitárias e com a visão do futuro.

Além das palavras logo abaixo do título desta Coluna, do ex-prefeito Rubens Bueno, cabe citar outras manifestações, a começar da viúva dona Neuza: "Ele foi meu companheiro e amigo, sempre, a vida toda!" Para outro ex-prefeito Tauillo Tezelli, "Grande amigo. Companheiro de muitas caminhadas, me levou por toda a cidade, apresentando lideranças e defendendo direitos da população".

"Tenho orgulho de dizer que comecei na política junto e através do seu Zé", ressaltou o vereador Sidnei Jardim. E para o prefeito Douglas Fabrício, "uma liderança autêntica, homem de conhecimento e respeito, perda é irreparável."

Parabéns José Eugênio Maciel, pela linda homenagem ao cidadão José Divino da Rocha.

HÁ 20 ANOS, ADAP eliminou Coritiba no RB

 Há exatos 20 anos, 29 de março caiu numa quarta-feira e o estádio Roberto Brzezinski recebeu seu maior público da história, naquele que seria o último jogo de um time de Campo Mourão em uma primeira divisão do futebol paranaense. 

A ADAP dirigida pelo técnico Gilberto Pereira venceu o Coritiba duas vezes no RB no segundo jogo das semifinais. O Leão do Vale derrotou no tempo normal por 3x2 - gols de Dezinho aos oito, Ivan e Warley aos 36 minutos do primeiro tempo, e nos pênaltis por 4x2 -Batista, Leandro, Ivan e Ângelo, se classificando para a final contra o Paraná Clube - primeiro jogo em Maringá em 2 de abril com derrota por 3x0 e o segundo na Vila Capanema com empate sem gols.

FICHA TÉCNICA - ADAP x CORITIBA - 29/03/2006

Local: Estádio Roberto Brezinski, em Campo Mourão
Árbitro: Antônio Denival De Moraes

Cartão amarelo: Barbieri, Leandro e Lino (A); Peruíbe (C)
Cartão vermelho: Peruíbe (C)

Gols: Dezinho aos oito, Ivan aos 21, Índio aos 33 e Warley aos 36 minutos do primeiro tempo; Anderson Gomes aos três minutos do segundo tempo.
Nos pênaltis: Batista, Leandro, Ivan e Ângelo marcaram e Gildásio perdeu (A); Anderson Gomes e Guilherme marcaram e Índio e Jackson perderam (C)

ADAP -  Fábio, Ângelo, Lino, Dezinho e Fernando (Barbieri, depois Fernando Canhoto); Leandro, Batista e Gildásio; Warley (Sérgio Alves), Ivan e Marcelo Peabiru.
Técnico: Gilberto Pereira

CORITIBA -  Artur, Indio, Vágner (Peruíbe) e Henrique; Wilton Goiano, Rodrigo Mancha, Guaru (Vinicius, depois Guilherme) e Jackson e Fabinho; Eanes e Anderson Gomes.Técnico: Estevam Soares

Para rever a festa da classificação: 

https://youtu.be/pI_Ij3PehvI?si=rEQZPUyDknV-E3Kp

EVANGELHO 29 de março 2026

 Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus 27,11-54


Tu és o rei dos judeus?

11
Naquele tempo, 
Jesus foi posto diante do Pôncio Pilatos,
e este o interrogou:
"Tu és o rei dos judeus?"
Jesus declarou: "É como dizes",
12
e nada respondeu, quando foi acusado
pelos sumos sacerdotes e anciãos.
13
Então Pilatos perguntou:
"Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?"
14
Mas Jesus não respondeu uma só palavra,
e o governador ficou muito impressionado.
15
Na festa da Páscoa,
o governador costumava soltar o prisioneiro
que a multidão quisesse.
16
Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso,
chamado Barrabás.
17
Então Pilatos perguntou à multidão reunida:
"Quem vós quereis que eu solte:
Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?"
18
Pilatos bem sabia
que eles haviam entregado Jesus por inveja.
19
Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal,
sua mulher mandou dizer a ele:
"Não te envolvas com esse justo! Porque esta noite,
em sonho, sofri muito por causa dele".
20
Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos
convenceram as multidões para que pedissem Barrabás
e que fizessem Jesus morrer.
21
O governador tornou a perguntar:
"Qual dos dois quereis que eu solte?"
Eles gritaram: "Barrabás".
22
Pilatos perguntou: "Que farei com Jesus,
que chamam de Cristo?"
Todos gritaram: "Seja crucificado!"
23
Pilatos falou: "Mas, que mal ele fez?"
Eles, porém, gritaram com mais força:
"Seja crucificado!"
24
Pilatos viu que nada conseguia
e que poderia haver uma revolta.
Então mandou trazer água,
lavou as mãos diante da multidão, e disse:
"Eu não sou responsável pelo sangue deste homem.
Este é um problema vosso!"
25
O povo todo respondeu:
"Que o sangue dele caia sobre nós
e sobre os nossos filhos".
26
Então Pilatos soltou Barrabás,
mandou flagelar Jesus,
e entregou-o para ser crucificado.

Salve, rei dos judeus!

27
Em seguida, os soldados de Pilatos
levaram Jesus ao palácio do governador,
e reuniram toda a tropa em volta dele.
28
Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho;
29
depois teceram uma coroa de espinhos,
puseram a coroa em sua cabeça,
e uma vara em sua mão direita.
Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram,
dizendo: "Salve, rei dos judeus!"
30
Cuspiram nele
e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça.
31
Depois de zombar dele,
tiraram-lhe o manto vermelho
e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas.
Daí o levaram para crucificar.

Com ele também crucificaram dois ladrões.

32
Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão,
da cidade de Cirene,
e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus.
33
E chegaram a um lugar chamado Gólgota,
que quer dizer "lugar da caveira".
34
Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber.
Ele provou, mas não quis beber.
35
Depois de o crucificarem,
fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes.
36
E ficaram ali sentados, montando guarda.
37
Acima da cabeça de Jesus
puseram o motivo da sua condenação:
"Este é Jesus, o Rei dos Judeus".
38
Com ele também crucificaram dois ladrões,
um à direita e outro à esquerda de Jesus.

Se és o Filho de Deus, desce da cruz!

39
As pessoas que passavam por ali o insultavam,
balançando a cabeça e dizendo:
40
"Tu que ias destruir o Templo
e construí-lo de novo em três dias,
salva-te a ti mesmo!
Se és o Filho de Deus, desce da cruz!"
41
Do mesmo modo, os sumos sacerdotes,
junto com os mestres da Lei e os anciãos,
também zombaram de Jesus:
42
"A outros salvou... a si mesmo não pode salvar!
É Rei de Israel... Desça agora da cruz!
e acreditaremos nele.
43
Confiou em Deus; que o livre agora,
se é que Deus o ama!
Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus".
44
Do mesmo modo, também os dois ladrões
que foram crucificados com Jesus, o insultavam.

Eli, Eli, lamá sabactâni?

45
Desde o meio-dia até às três horas da tarde,
houve escuridão sobre toda a terra.
46
Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito:
"Eli, Eli, lamá sabactâni?",
que quer dizer: "Meu Deus, meu Deus,
por que me abandonaste?"
47
Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram:
"Ele está chamando Elias!"
48
E logo um deles, correndo, pegou uma esponja,
ensopou-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara,
e lhe deu para beber.
49
Outros, porém, disseram:
"Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!"
50
Então Jesus deu outra vez um forte grito
e entregou o espírito.

Aqui todos se ajoelham e faz-se uma pausa.

51
E eis que a cortina do santuário
rasgou-se de alto a baixo, em duas partes,
a terra tremeu e as pedras se partiram.
52
Os túmulos se abriram
e muito corpos dos santos falecidos ressuscitaram!
53
Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus,
apareceram na Cidade Santa
e foram vistos por muitas pessoas.
54
O oficial e os soldados
que estavam com ele guardando Jesus,
ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido,
ficaram com muito medo e disseram:
"Ele era mesmo Filho de Deus!" 
Palavra da Salvação.

SEMANA SANTA: entenda a sexta-feira