22 de ago. de 2026

UMA IMAGEM ETERNA na memória e história do basquete e do esporte no Centro-Oeste paranaense


 Quem viu, viu, e quem esteve no Majestoso Belin Carolo em 2016 vai se lembrar eternamente desta façanha no esporte mourãoense. Era 23 de novembro de 2016 e o Campo Mourão Basquete jogou na Liga Nacional contra o Flamengo, um dos maiores públicos até aqui na história dessa praça esportiva, um dos únicos do mundo em formato de leque. 

Para quem não esteve lá, esta belíssima imagem do artista Mário Júnior, o coloca dentro do ginásio para imaginar como foi essa partida memorável.

O jogo? O Flamengo era tetracampeão do Novo Basquete e com atuação de gala da dupla Marcelinho e Marquinhos, o Campo Mourão sentiu isso na pele e não conseguiu evitar a derrota por 90 a 69.

SEM JOGO DO Campo Mourão Futsal neste fim de semana: sábado que vem contra o Pato Futsal

 O torcedor do Campo Mourão Futsal está de folga neste fim de semana. Mas no próximo sábado, 29, o time dirigido pelo técnico Marcelo "Tchelo" Batista vai a Pato Branco para  jogar a última partida na primeira fase do Campeonato Paranaense de Futsal, na rodada 13. 

Campo Mourão quer ficar entre os quatro primeiros para aguardar quem do quinto ao décimo segundo, nos playoffs da Série Ouro paranaense. 

FAMÍLIA É A BASE de tudo

O papa João Paulo II agora Santo, disse um dia que a família é a base, o santuário da vida. E é verdade, por isso quando a gente tem os familiares por perto, principalmente nossos pais, o abrigo e o porto são seguros, e nos faz muito felizes.

Mas quando Deus os chama, ficam os legados e os sentimentos de amor e de saudades. Ah, essa saudade minha gente é muito grande. Mas um dia nos encontraremos na glória celestial. 

A imagem deste post é da Família Kurta, onde a amiga Claudete está ao lado dos pais e de alguns dos seus irmãos. Uma imagem reflexo de união, sabedoria, harmonia, fé e muito amor. Ah, essa saudade! 

Lembremos de nossos entes queridos e rezemos por ele, e peçamos a Deus, que independente da nossa idade cronológica sejamos mais humanos, verdadeiros, justos e fraternos. Simples assim. E felizes. 

 

A INAUGURAÇÃO do Colégio Estadual em Campo Mourão pelo governador Paulo Pimentel em 1968

 A HISTÓRIA sendo contada e perpetuada: inauguração do Colégio Estadual em outubro de 1968 pelo governador Paulo Pimentel nos 21 anos de Campo Mourão. Do livro Campo Mourão: a construção de uma cidade.





EVANGELHO 22 agosto 2026

 Evangelho (Lc 1,26-38)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Maria, alegra-te, ó cheia de graça, o Senhor é contigo; és bendita entre todas as mulheres da terra!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 26 o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, 27 a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da virgem era Maria. 28 O anjo entrou onde ela estava e disse: "Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!" 29 Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30 O anjo, então, disse-lhe: "Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31 Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. 32 Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. 33 Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim". 34 Maria perguntou ao anjo: "Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?" 35 O anjo respondeu: "O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus. 36 Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, 37 porque para Deus nada é impossível". 38 Maria, então, disse: "Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!" E o anjo retirou-se.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

21 de ago. de 2026

NESTE SÁBADO, o Tocando de Primeira 1.622 vai destacar o 31º Torneião com Costelão dos agrônomos

 O programa Tocando de Primeira deste sábado, 22, com a edição 1.622, a partir das 11 horas, na Rádio Colmeia FM, nos 89,7, vai destacar o 31º Torneião com Costelão dos agrônomos em Campo Mourão. O evento é beneficente e vai ser realizado neste domingo, 23, a partir das 8 horas na sede da entidade no Jardim Albuquerque.

O jornalista Ilivaldo Duarte vai conversar com os diretores da Associação dos Engenheiros Agrônomos, José Petruise Ferreira Júnior - presidente-, Edenei Swartz - diretor Financeiro - e Weller Cassiano Colombo - diretor de Esportes- sobre os preparativos e organização do evento que irá contribuir para a manutenção e operação de quatro entidades sociais de Campo Mourão. Na imagem, Edenei, Petruíse e Weller.

No programa campeão, exibido há 34 anos no rádio brasileiro, os ouvintes terão notícias do futsal mourãoense e da nova identidade do NAC, agora oficialmente, time profissional de Campo Mourão.

É neste sábado, a partir das 11 horas, na rádio que está de bem com a vida. No programa que só não ouve, quem não em rádio ou não tem vizinho. Tocando de Primeira, um golaço no rádio brasileiro.

OLHE PARA DENTRO e responda: o que devo continuar fazendo? E o que mudar?


 

QUAIS SÃO suas sereias?

Aproveitando que estamos revendo A Odisseia nos cinemas, fiquei pensando em um dos momentos mais intrigantes da jornada de Ulisses: o encontro com o canto das sereias.

Ulisses sabe que, se ouvir aquela melodia, será atraído para os rochedos e provavelmente morrerá. Sua solução não é heroica no sentido tradicional. Ele não enfrenta as sereias de peito aberto, não tenta destruí-las e tampouco confia apenas em sua força de vontade. Ele pede aos seus homens que tapem os ouvidos com cera e ordena que o amarrem ao mastro do navio. E faz uma recomendação fundamental: por mais que ele suplique depois, não devem soltá-lo.

O que torna essa passagem tão poderosa não é a força de Ulisses. É a consciência de sua própria fragilidade. Ele sabe que pode não resistir. E, justamente por saber disso, cria antecipadamente um sistema de proteção contra aquilo que sabe que poderá dominá-lo. Quantos líderes hoje precisariam fazer algo parecido? Muitos vivem amarrados à ideia de que precisam ser fortes o tempo inteiro. Precisam ter respostas, tomar decisões, resolver conflitos, sustentar o time, proteger o negócio e ainda demonstrar segurança quando, por dentro, muitas vezes estão cheios de dúvidas.

O canto das sereias da liderança contemporânea tem muitos nomes. É o time que espera que o líder resolva tudo. É o conflito entre gerações que ninguém sabe como mediar. É a pessoa difícil que consome energia. É o profissional que perdeu o propósito e entrega o mínimo, mas espera que a organização resolva seu desconforto. É a pressão por resultados. É a solidão de quem ocupa uma posição em que todos esperam respostas, mas poucos perguntam como está quem precisa dá-las.

E existe ainda um canto mais perigoso: a própria necessidade de parecer forte. A crença de que demonstrar vulnerabilidade significa perder autoridade. A dificuldade de dizer “não sei”. O medo de admitir que uma decisão precisa ser revista. A necessidade de controlar para não parecer inseguro. A tendência de centralizar porque, no fundo, existe o receio de que o outro possa fazer diferente e talvez fazer melhor ou fazer pior.

Certa vez, acompanhei um diretor industrial responsável por duas plantas, cada uma com mais de 800 pessoas. Tecnicamente, era brilhante. Conhecia profundamente o negócio e tinha uma enorme capacidade de entrega. Mas liderava de maneira agressiva. Em nossas conversas, repetia algo como: “Se eu não resolver, ninguém resolve. Preciso mostrar que eu sei”. Parecia força. Mas, olhando mais profundamente, havia insegurança.

Ao precisar mostrar o tempo todo que sabia, ele acabava comunicando ao time que não confiava na capacidade das pessoas. E, quando o líder não confia, começa a controlar. Quando controla demais, as pessoas deixam de decidir. Quando deixam de decidir, tornam-se menos capazes. E quanto menos capazes parecem, mais o líder controla e se descontrola. Um círculo perfeito para produzir dependência. Ele era Ulisses antes do mastro. Acreditava que precisava enfrentar as sereias com os ouvidos abertos, demonstrando que seria forte o suficiente para resistir. Só que ninguém consegue permanecer indefinidamente em estado de resistência. O resultado foi ansiedade, microgestão e um time que não se desenvolvia porque raramente era convidado a participar verdadeiramente.

O ponto de virada aconteceu quando ele compreendeu algo simples e perturbador: alguns monstros não podem ser eliminados. Precisamos aprender a navegar com eles. A liderança não elimina a incerteza. Não elimina conflitos. Não elimina pessoas difíceis. Não elimina mudanças, pressões, ambiguidades ou a possibilidade de errar. O que pode fazer é criar condições para atravessar tudo isso de maneira mais inteligente.

Ele começou estabelecendo limites claros de responsabilidade. Criou espaços de participação. Passou a perguntar antes de responder. Aprendeu a dizer “não sei” sem interpretar isso como fracasso. Desenvolveu o time para que decisões pudessem ser tomadas mais próximas de onde os problemas aconteciam. E, principalmente, começou a perceber que descentralizar não era perder poder. Era aumentar a capacidade do sistema. Os problemas não desapareceram. Os conflitos geracionais continuaram existindo. Pessoas sem propósito continuaram aparecendo. Algumas decisões continuaram difíceis. A pressão por resultados permaneceu. Mas ele deixou de tentar resolver tudo sozinho. Passou a convocar o time para a corresponsabilidade.

É isso que a história de Ulisses pode nos ensinar sobre liderança: não precisamos vencer todos os monstros para continuar navegando. Precisamos saber quais batalhas são nossas, quais pertencem ao time e quais simplesmente fazem parte do mar. Ulisses não venceu as sereias. Ele as ouviu amarrado ao mastro. Sentiu o desejo de se entregar ao canto, pediu para ser solto e, mesmo assim, permaneceu preso às próprias decisões tomadas antes da tentação. Isso é uma imagem poderosa de autoconsciência. Às vezes, maturidade não é confiar que seremos fortes diante da tentação. É reconhecer antecipadamente onde somos frágeis e construir relações, rituais, limites e decisões que nos protejam quando a nossa força estiver menor.

A liderança contemporânea talvez precise menos de heróis e mais de pessoas conscientes de seus próprios limites. Porque o líder também sente medo. Também se cansa. Também se irrita. Também deseja reconhecimento. Também pode se sentir sozinho. Também pode querer controlar tudo para não correr o risco de descobrir que não sabe. Reconhecer isso não diminui sua liderança. Pode ser justamente o que permite que ela amadureça.

O verdadeiro desafio não é chegar a um lugar onde os monstros deixem de existir. É desenvolver a capacidade de continuar navegando apesar deles. Talvez a liderança seja exatamente isso: conhecer seus monstros internos, reconhecer suas fragilidades e, ainda assim, escolher conscientemente como navegar.

A pergunta que fica é: Qual é o seu canto das sereias? O que você precisa fazer hoje, antes que ele o leve para os rochedos?

Fonte: Site Grupo Bridge

OS JOGOS DO Campo Mourão Futsal nas oitavas da Liga Nacional contra o Cascavel


 

EVANGELHO 21 agosto 2026

 Evangelho (Mt 22,34-40)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Fazei-me conhecer vossa estrada, vossa verdade me oriente e me conduza!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 34 os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, 35 e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: 36 "Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?" 37 Jesus respondeu: " 'Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento!' 38 Esse é o maior e o primeiro mandamento. 39 O segundo é semelhante a esse: 'Amarás ao teu próximo como a ti mesmo'. 40 Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

20 de ago. de 2026

NAC, O NACIONAL, APRESENTA nova identidade e nome de Campo Mourão é inserido no escudo

O Nacional Atlético Clube, batizado de NAC pelo jornalista Ilivaldo Duarte, que também lançou o cognome "Azulão do Centro-Oeste", confirmou oficialmente com uma iniciativa, o que os torcedores esperavam desde a chegada em 2024 do ex-jogador e dirigente de futebol nos últimos anos, Henrique Buss: o Nacional Atlético Clube é de Campo Mourão.

Este posicionamento acontece com a apresentação do novo escudo do time profissional mourãoense que inseriu as letras NAC, o nome da cidade Campo Mourão, e o ano 1947, que foi o da fundação do time em Rolândia, no Norte do Paraná.

"Nasce uma nova identidade. Por 79 anos o NAC levou histórias com seu escudo, emoções, jamais será esquecido. Agora o NAC Campo Mourão tem seu próprio escudo, sua própria cor e uma paixão: voltar a colocar Campo Mourão na elite estadual", faz parte da campanha de lançamento do time mourãoense. Desse 79, três estão nesta nova fase desde a mudança de Rolândia para Campo Mourão.

Segundo o diretor Júlio Polato, um dos dirigentes genuinamente de Campo Mourão na gestão do clube, o propósito é investir no presente e assim, construir o futuro. "É um grande momento para que a nossa torcida tenha a certeza de que  o nosso projeto é forte e estruturado. Depois que o nosso amigo jornalista Ilivaldo Duarte apelidou o Nacional de NAC, a coisa ´pegou´ de um jeito que a torcida toda só fala NAC e com o slogan "Azulão do Centro-Oeste".  Estamos investindo em um Centro de Treinamento que está crescendo e representa muito mais do que novas estruturas. Mas sim, um investimento em Campo Mourão, no futebol e, principalmente, na formação dos nossos atletas."

Dentro do projeto, a primeira etapa tem uma estrutura completa com campo de grama sintética, duas quadras de beach tênnis, refeitório, alojamento, área administrativa e lanchonete. Pela segunda etapa, o CT prevê uma nova academia integrada à fisioterapia, um novo alojamento para a categoria Sub-14, uma quadra poliesportiva e dois campos profissionais.

"O NAC está investindo na base e em Campo Mourão, e e construindo uma estrutura cada vez mais completa para formar atletas e preparar o futuro do clube. E com o NAC crescendo, cresce O CT do NAC cresce também o sonho de toda uma cidade rumo a voos ainda maiores", prevê Polato.






HISTÓRIA: RENATO Pesarini, um cinegrafista com experiência e imagens nas estradas e nos campos

"Quero estar sempre de pessoas que agrega valor ao
nosso trabalho maravilhoso. O Brasil precisa dessas pessoas", diz 
Renato Pesarini, um experiente repórter cinematográfico (cinegrafista) da RIC TV, no Paraná. 
Ele tem atuação especialmente ligada ao jornalismo rural e ao RIC Rural, onde é figura imprescindível no programa ao lado do casal 20 do jornalismo rural, Sérgio Mendes e Rose Machado, aos domingos em rede estadual.

ORIGEM - Renato Pesarini começou em 1992 na TV Cultura, na Rede Globo, em Maringá.

 "Eu era lá operador de Telecine, soltava filme. Eu soltava filme e depois u era lá operador de Telecine, soltava filme, os comerciais vinha das Pernambucanas, ainda, o filminho em rolo. Aí passei a ser câmera de estúdio e depois diretor de imagens. Daí eu saí de lá, comecei a trabalhar em produtoras, em 1995", conta.

Perguntado pelo BLOG DO ILIVALDO sobre ser feliz dentro do estúdio ou fora do estúdio, ele responde:  Fora do estúdio, gravando RIC Rural, porque eu adoro é estar na área rural, adoro trabalha com produtores rurais, eles são ótimas pessoas e produzem alimentos para nossas mesas. 

Mas a comunicação para Renato Pesarini vai mais além. "O que a  gente faz é uma coisa muito importante. A gente leva muito conhecimento para os produtores porque produzimos matérias em prol deles e do agronegócio. E o que me motiva é ver o produtor cada dia mais feliz,  nós também, com o produto final.

Sobre umas das imagens nesses 25 anos, que ele lembra muito, Pesarini conta, uma que vem à sua mente. "Uma imagem bonita foi a de um quilombolo que eu e o Sérgio fizemos, na divisa entre São Paulo e Paraná. A gente tinha que atravessar a pé e ficava no meio de montanhas com um belo rio e uma ponte suspensa que a gente teve que atravessar. Fiz belas imagens com o drone, coisa linda

É bonito de ver e é exemplo essa parceria profissional e de amizade entre Renato Pesarini com o casal Sérgio Mendes e Rose Machado. E o resultado de muito suor e inspiração, está nas belas produções com reportagens do agronegócio e também nas conquistas e celebrações dos muitos prêmios em concursos, como o Prêmio Ocepar de Jornalismo, na categoria Telejornalismo.

Renato Pesarini é um profissional conhecido e reconhecido por suas imagens do campo e no campo,  e uma carreira construída nas andanças acompanhando produtores, propriedades, cooperativas, máquinas, lavouras e personagens do agronegócio paranaense.



O VOLUNTARIADO ucraniano e o sabor inigualável do perohe: prato típico no almoço dia 13 de setembro

Agende aí, estimado leitor do BLOG DO ILIVALDO DUARTE, a data do domingo 13 de setembro para você e sua família saborearem o delicioso perohe, da Paróquia Santidade Trindade em Campo Mourão. E a razão do evento reúne os ingredientes de voluntariado, integração e amizade. O almoço típico será realizado no Lar dos Idosos São Joaquim e Santa Ana, no jardim Copacabana em Campo Mourão.

A festa será daqui a algumas semanas, mas a organização e o voluntariado começa bem antes. "Com muita alegria e espírito de solidariedade, estamos juntas novamente para fazer mais uma rodada de perohes, em prol do nosso almoço típico da Paroquia Santíssima Trindade de Campo Mourão. Anote em sua agenda, pois fazer o bem, faz bem, e gente feliz gosta de estar ao lado de gente feliz", assegura a voluntária Claudete Maria Kurta, integrante da equipe de organização deste tradicional almoço típico do Centro-Oeste do Paraná.

O PRATO - O perohe ou vareneky é uma massa cozida, com variados recheios, típica do país da Ucrânia  tornou-se muito popular no Brasil. Mas não há que se confundir perohe e pierogi da Polônia, pois como historiadores afirmam, o pierogi é uma cópia do aclamado prato ucraniano, pois os poloneses "efetivaram" uma parte do território ucraniano, que foi tomado graças a união de Lublin, e assim, adotaram alguns costumes próprios dos ucranianos.

Na Rússia e na Ucrânia, eles são chamados de vareneky. Na Polônia, eles são chamados de pierogi ruskie.

PEROHE - A palavra perohe significa pastel em ucraniano, enquanto vareneky significa massa recheada. Ambos os nomes são usados para designar esse prato. No Oeste da Ucrânia a pronúncia mais comum é perohe e ao leste, vareneky. O prato é muito consumido mundialmente com o seu recheio de batata amassada, misturada com requeijão fresco azedo. Porém, a receita mais primitiva data do ano 144 e era feita com repolho azedo (kapusta quasno), trigo sarraceno ou sementes de papoula, pois a batata é típica das Américas e apenas no século XVI foi levada à Europa.

Para rechear o prato típico são utilizados recheios mais tradicionais, como batatinha cozida e requeijão azedo fresco, trigo sarraceno e requeijão, cogumelos, repolho azedo (kapusta quasno), etc. Fonte: cultura ucraniana. 

EVANGELHO 20 agosto 2026

 Evangelho (Mt 22,1-14)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, 2 dizendo: "O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho. 3 E mandou os seus empregados para chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. 4 O rei mandou outros empregados, dizendo: 'Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!' 5 Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, 6 outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram. 7 O rei ficou indignado e mandou suas tropas, para matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles. 8 Em seguida, o rei disse aos empregados: 'A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. 9 Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes'. 10 Então os empregados saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. 11 Quando o rei entrou para ver os convidados, observou ali um homem que não estava usando traje de festa 12 e perguntou-lhe: 'Amigo, como entraste aqui sem o traje de festa?' Mas o homem nada respondeu. 13 Então o rei disse aos que serviam: 'Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Ali haverá choro e ranger de dentes'. 14 Por que muitos são chamados, e poucos são escolhidos.'

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

19 de ago. de 2026

OS ESCUDOS da história da Mourãoense

Primeiro time profissional de Campo Mourão na década de 1960, a Associação Esportiva Recreativa Mourãoense. Um  post para a história da Capital do Centro-Oeste do Paraná.
 

EVANGELHO 19 de agosto 2026

 Evangelho (Mt 20,1-16a)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- A palavra do Senhor é viva e eficaz: ela julga os pensamentos e as intenções do coração. 

Leitura do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 1 "O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. 2 Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha. 3 À nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, 4 e lhes disse: 'Ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo'. 5 E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três horas da tarde, e fez a mesma coisa. 6 Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: 'Por que estais aí o dia inteiro desocupados?' 7 Eles responderam: 'Porque ninguém nos contratou'. O patrão lhes disse: 'Ide vós também para a minha vinha'. 8 Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: 'Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!' 9 Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 10 Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles também recebeu uma moeda de prata. 11 Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: 12 'Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro'. 13 Então o patrão disse a um deles: 'Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? 14 Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. 15 Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?' 16a Assim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

UMA IMAGEM ETERNA na memória e história do basquete e do esporte no Centro-Oeste paranaense

  Quem viu, viu, e quem esteve no Majestoso Belin Carolo em 2016 vai se lembrar eternamente desta façanha no esporte mourãoense. Era 23 de n...