7 de jun. de 2021

PATRONO CONSTANTINO Lisboa de Medeiros, cadeira 06 da Academia Mourãoense de Letras, 20 anos

 

O patrono da Cadeira 6 da Academia Mourãoense de Letras é Constantino Medeiros.

No esforço de poder coresponder às expectativas inerentes à instituição, dos princípios éticos e intelectuais, e honrar condignamente o patrono da sexta cadeira, Constantino Lisboa de Medeiros, se faz necessário ater-me aos fatos. 
Algumas dessas lembranças às quais subscrevo, busco ainda na memória da criança: talvez, tanto precoce na procura de conhecimento, se esgueirando tentando passar despercebida diante dos adultos que proseiam em lugar privilegiado. Em tempos que; crianças não participavam dos assuntos dos maiores, e pediam licença para circular no mesmo ambiente. Da casa simples, construída com lascas das soberbas Araucárias, retiradas pelas mãos calejadas do Seo João Goiaca; meu progenitor, o piso de chão batido, era palco das longas conversas regadas aqui e acolá por uma xícara de café, esse também era especial, em que minha Mãe processava artesanalmente, do pilão ao coador de flanela, por ela confeccionado na velha máquina de costura. Que, aproveitando o ensejo conseguia adentrar a sala para também saborear as sábias palavras daquele “nobre visitante” do qual hoje trago a grande responsabilidade de apresentar: 
Quem diria que a menina magricela que se deleitava com assuntos escapulidos aqui e ali, teria o privilégio de poder narrar das experiências acumuladas na trajetória pessoal, 
cuja gênese é de difícil compreensão racional, mas que aqui ousa levantar a hipótese: Constantino Lisboa de Medeiros foi um Artista completo e viveu à frente do seu tempo. Haja vistas que a ciência da Física Quântica nos idos anos 1980 já era assunto corriqueiro nos textos desse grande poeta. Generoso com as palavras, precursor do compromisso com a Educação e Cultura de uma geração tão sofrida. Não teve acesso à internet nem às redes sociais, no entanto, nunca mediu esforços para compartilhar conhecimento. E ainda me atrevo acrescentar que Constantino de Medeiros era contabilista de formação com alma de Jornalista.
A seguir alguns elementos da sua trajetória biográfica 
Constantino Lisboa de Medeiros nasceu em Lajes Santa Catarina, no dia 06 de Dezembro de 1932, filho de Juvenal Calixto de Medeiros e Helena Rafaelli Medeiros. Bacharel em Contabilidade pela Escola de Comércio e Ciências Econômicas do Estado do Rio de Janeiro. Nos anos 60 deixa os números, e passa a dedicar-se à literatura atuando como redator de: “O Jornal” em Santa Catarina. Com vasta experiência na agropecuária, Medeiros conhece e se encanta com a região central do Paraná, em 1965 a família deixa Santa Catarina e adquire uma propriedade na região que integra os municípios de Mamborê e Campo Mourão e a denominam Fazenda Santa Helena. Além dos pertences 
o Sr. Constantino, trouxe na bagagem a cultura da tradição gaúcha, participou da fundação do CTG Índio Bandeira de Campo Mourão onde foi membro.  Em seguida passa a colaborar com a imprensa da região, tendo seus artigos publicados em diversos Jornais regionais e nacionais, tais como: Tribuna do Interior, Folha do Vale, A Folha, O Estado de São Paulo, Folha de Londrina e “Folha do Campo”. E também para revistas de temas agrícolas, tais como, Dirigente Rural e Almanaque Rural. Recebeu o título de Vulto Emérito Cultural, HONRARIA CONCEDIDA PELO PODER LEGISLATIVO DE CAMPO MOURÃO. Na década de 80 lançou o livro Síntese Existencial (poemas). Participou em diversas obras literárias pela AME (associação mourãense de escritores). Após sua morte foi homenageado com seu nome em uma escola municipal em Campo Mourão. 
Em Mamborê a Casa da Amizade do Rotary Clube também recebeu nome de Constantino Lisboa de Medeiros. “Um Homem à frente do seu tempo” um artista completo, indo de encontro às considerações finais pautadas e respaldadas nessa fala.  - texto Giselta Veiga, ocupante atual da cadeira 06.

EVANGELHO DO DIA segunda-feira, 7 junho 2021


 

6 de jun. de 2021

FLÁVIA MARIA busca índice no troféu Brasil para as Olimpíadas de Tóquio, no Japão


Flávia Maria conquistou a segunda colocação no Sul-americano de atletismo em Guayaquil,no Equador, na prova de 800 metros rasos. Após a medalha de prata, a atleta mourãoense busca esta semana no troféu Brasil índice para disputar em julho as Olimpíadas de Tóquio, no Japão.

ZAGUEIRO LUIZ Paim sai do Atlético MG e vai para o Bahia

 

O zagueiro ararunense Luiz Paim saiu do Atlético Mineiro e é reforço das categorias de base do Esporte Clube Bahia. 
Conversei com ele neste domingo e se mostrou animado com a possibilidade de aproveitar as oportunidades no time tricolor baiano.
Vamos acompanhar e torcer para o avanço na carreira do menino da nossa região, que revelou Dirceu Mendes, Angelo Versari, entre outros.


MARIA JOANA: "GRATIDÃO A TÚLIO VARGAS e a todos que construíram a Academia Mourãoense de Letras"

"É uma grande honra estar aqui, como acadêmica ocupante da cadeira 
25. Tomei posse no dia 06 de junho de 2009, pouco mais de um ano após o falecimento do Dr . Túlio Vargas, sendo então homenageado como patrono 
desta cadeira.
Muito me orgulho deste momento comemorativo dos 20 
anos de fundação da Academia Mourãoense de Letras,  
no projeto: “20 anos, com todas as letras “. 
Realmente, estamos quase chegando a maioridade! 
É tempo de olhar para a história, fazer um resgate dos erros e acertos, para que possamos reafirmar e valorizar a caminhada, o trabalho de tantos que vieram antes e nos ajudaram a chegar até aqui. 
É o resgate histórico feito com a presença viva dos que dela participaram é primordial para que não se perca a verdade dos fatos.
Por isso, é muito bom estarmos juntos com membros fundadores, que vivenciaram intensamente o processo de idealização, criação, fundação e a instalação desta Academia - a professora e acadêmica Sinclair Pozza Casemiro (foto), presidente da Comissão de Implantação da AML e o primeiro acadêmico Gilmar Cardoso, ocupante da cadeira número 1.
Creio que os que já partiram ficariam muito felizes ao ver aonde chegaram seus desejos, projetos, sonhos.  
Como acadêmica ocupante da cadeira 25, cujo
honorável patrono é o próprio idealizador do projeto de expansão da Academia Paranaense de Letras para o interiordo Paraná, o acadêmico, político, jurista, historiador e escritor Dr. Túlio Vargas (foto),
quero expressar a  
minha gratidão a todos os que ajudaram a concretizar este sonho.
Parabenizar a todos pelo excelente trabalho realizado nestes 20 anos de construção desta AML.  Dr. Túlio Vargas por certo, se sentiria plenamente realizado ao ver até onde sua proposta foi levada e com que seriedade foi assumida por todos os presidentes e diretorias que por aqui passaram, desde o primeiro presidente Dr. Rubens 
até a atual presidente a professora Dalva Helena de Medeiros.
Desde os primeiros contatos feitos por Dr. Túlio Vargas através do então deputado estadual Augusto Carneiro (foto), o nome da professora Sinclair surgiu como a pessoa que poderia desencadear o processo. E ela o fez com grande maestria, como continua fazendo até hoje. Coube a ela reunir e somar forças junto à comunidade cultural, tendo o apoio do Dr. Rubens Sartori da Fecilcam, o do professor Amani Spachinski, então presidente da Associação Mouraoense de Escritores, do professor Jose Eugenio Maciel que foram os maiores entusiastas da ideia.
Em 8 de junho de 2001, como presidente da Academia Paranaense de Letras, Dr. Túlio Vargas aqui esteve plantando a semente junto a comunidade mourãoense.  A ideia foi acatada e trabalhada com afinco pela Comissão de Implantação tendo o frente a professora Sinclair. 
Onze meses e treze dias depois, o ilustre presidente da Academia Paranaense de Letras (APL) volta a Campo Mourão, no dia da Língua Nacional, para presidir no Teatro Municipal de Campo Mourão, a memorável sessão solene de instalação da AML, dar posse dos 10 primeiros membros e respectivos patronos bem como oficializar a primeira diretoria, coroando assim os trabalhos da Comissão de Implantação.
Muitos outros acadêmicos e seus respectivos patronos foram se somando aos primeiros dez fundadores chegando ao bíblico número de 40- o tempo, o número necessário para formar esta academia. 
Muitos já partiram e novos nomes foram chamados a contribuir dentro da sua especificidade, formando assim uma unidade na diversidade de dons, ideias, ideais, formação familiar, cultural, religiosa, politica, profissional.
Hoje somos 40 escritores das mais diferentes formações e áreas de atuação: professores, pedagogos, filósofos, teólogos, sociólogos, jornalistas, historiadores, advogados, juristas, contadores, artistas, arquitetos, especialistas em comunicação, em computação, pais, mães, avôs, avós... 
Somos diferentes mas temos em comum a responsabilidade pelo idioma pátrio nas suas
diferentes expressões. 
Buscamos a difusão e propagação da leitura como fonte de conhecimento e fruição. Queremos reavivar a história, a arte, a ciência, a imaginação que constitui a cultura viva e
vivida pela amada gente da 
Comcam - Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão - como diz nosso estatuto.
E hoje a APL também se faz presente em nossa AML, através dos recursos da mídia. Justamente hoje, data que comemoramos o dia da imprensa, é uma honra ouvirmos o Presidente desta honorável academia, o advogado, jornalista, publicitário, escritor Dr. Ernani Nuchmann. 
Parabéns a ele e a todos os escritores que usam e usaram da caneta, da máquina de escrever, do computador para levar ao mundo a verdade através da imprensa falada, escrita, televisionada em todas as suas possibilidades. Parabéns a todos que contribuíram para chegássemos até aqui.
No seriado Chicago Typewriter, a personagem Seo Hwi Young diz ao escritor 
coreano na década de 30 que se recusa ao novo da época, a máquina de escrever: “Uma caneta é mais forte do que uma faca. Uma máquina de escrever é mais forte do que uma arma. Você deve escrever algo bom. Escreva algo magnífico”
Em 2021, ela diria por certo que a palavra escrita nas mídias sociais é muito mais forte, pode atravessar o mundo, pode transformá-lo.  Que nós possamos usar hoje nossos computadores, celulares para escrever algo bom, magnífico, e juntos transformarmos o mundo! "
Texto de autoria da acadêmica Maria Joana Titton Calderari, fundadora da cadeira 25 na Academia Mourãoense de Letras,  cuja posse aconteceu em 6 de junho de 2009, tendo como patrono Túlio Vargas. 
Maria Joana proferiu este depoimento na noite de 1 de junho, quando do lançamento do projeto dos 20 anos da AML, por meio de live com a participação de Ernani Buchmamm, presidente atuatl da Academia Paranaense de Letras (APL).
NOTA do Blog: as imagens postadas foram ilustrações por iniciativa do blogueiro.

É HOJE! Relançamento de Síntese Existencial em live na Academia Mourãoense de Letras


 

PATRONO DICKSON Fragoso Verás, cadeira 05, Academia Mourãoense de Letras, 20 anos


 

NO RÁDIO: Atletismo mourãoense foi atração no programa Tocando de Primeira 1.390

O vitorioso atletismo mourãoense foi destaque no segundo tempo neste sábado, 05, no programa campeão Tocando de Primeira na Colmeia FM apresentado pelo jornalista Ilivaldo Duarte, com participações do técnico Paulo César Costa, o "garimpeiro Paulinho" e a atleta Laiane Gabrieli.
Laiane em 2019 foi a melhor marca nos 400 metros com barreira na América do Sul e estará esta semana na disputa do troféu Brasil em São Paulo.

 

NO RÁDIO: 20 anos da Academia Mourãoense de Letrasé destaque no programa Tocando de Primeira 1.390

 Os acadêmicos José Agnaldo Feitosa e Dalva Helena Medeiros, da Academia Mourãoense de Letras, foram entrevistados neste sábado, 05, no programa campeão Tocando de Primeira na Colmeia FM pelo jornalista e também acadêmico Ilivaldo Duarte. 
Na pauta da entrevista um pouco da história da Academia que está completando 20 anos de fundação, os projetos atuais e os desafios da instituição nascida dentro da Fecilcam em Campo Mourão.
Agnaldo Feitosa é fundador da cadeira 04 que tem o bispo dom Eliseu Simões Mendes como patrono. Dalva é fundadora da cadeira 36, tendo como patronesse a professora Diva Aparecida Camargo. E completando o trio de acadêmicos, Ilivaldo Duarte é fundador da cadeira 28, cujo fundador é o  advogado, promotor público, jornalista, vereador e suplente de deputado José Dutra de Almeida Lira.

 

PATRONO DOM ELIZEU Mendes Cadeira 04, Academia Mourãoense de Letras, 20 anos


 Dom Eliseu Simões Mendes é patrono da cadeira 04 da Academia Mourãoense de Letras, cujo fundador é José Agnaldo Feitosa. 
Dom Eliseu nasceu em 18 de maio de 1915, no território do atual município de Coração de Maria, região metropolitana de Feira de Santana (BA), foi o primeiro bispo de Campo Mourão (1960-1980).
Foi ordenado sacerdote na Catedral Basílica de Salvador aos 4 de dezembro de 1938 e sagrado bispo no dia 3 de dezembro de 1950. Ocupou primeiramente a função de Bispo Auxiliar de Fortaleza, tendo por titular Dom Antônio de Almeida Lustosa (1950-1953). 
Consta em registro histórico da Revista do Instituto Ceará  que,  em 2 de agosto de 1953, Dom Elizeu, em conjunto com outros bispos, promoveu em Fortaleza a “ Semana de Estudos do Bem Estar Rural” (Revista do Instituto Ceará, p. 117). Este registro demonstra uma concepção de preocupação e respeito com a comunidade rural, incomum para as concepções da época.
Posteriormente, foi nomeado Bispo de Mossoró-RN, cargo exercido até sua transferência para a recém-criada Diocese de Campo Mourão, da qual tomou posse em 23 de abril de 1960. Em 3 de dezembro de 1980, renunciou ao cargo de bispo da diocese de Campo Mourão, regressando ao seu estado de origem, Bahia.
Dom Elizeu foi um bispo muito atuante. Com uma visão voltada à cultura e à educação, contribuiu de maneira significativa para a criação da primeira instituição de ensino superior de Campo Mourão, à época denominada de Faculdade de Ciências e Letras de Campo Mourão (Facilcam). 
Em 1972, segundo o relato do Prof. Agenor Krul, primeiramente, foi criada a Fundação de Ensino Superior de Campo Mourão – Fundescam, instituição responsável em encaminhar as documentações para a criação, e, posteriormente, manter financeiramente a nascente faculdade. Em 1974 a Faculdade de Ciências e Letras obteve autorização de funcionamento, bem como foram autorizados seus três primeiros cursos: Estudos Sociais, Letras e Pedagogia. O bispo Dom Elizeu fez parte do Conselho de Administração e Curadores da Facilcam, que, posteriormente, foi estadualizada e passou a ser denominada Fecilcam. Desde 2013, tornou-se um dos campi da Universidade Estadual do Paraná – Unespar.
Desta forma, a sociedade mourãoense e toda a região da Comcam reconhece que a atuação do bispo Dom Elizeu, em conjunto com autoridades civis e professores, foi determinante para a criação de uma instituição de ensino superior, que se tornou responsável pela formação de milhares de cidadãos, desde a sua criação em 1974, mormente para a formação de professores e gestores para atuarem na Educação Básica e, à época, também no Ensino Superior.
Faleceu no dia 2 de março de 2001, tendo sido seus restos mortais transladados para Campo Mourão e descansam no interior da Catedral São José em Campo Mourão.
Fonte: Site da Academia Mourãoense de Letras. Disponível em: https://aml.art.br/patrono-cadeira-04/

4 de jun. de 2021

NO RÁDIO: Cultura e atletismo no Tocando de Primeira 1.390

 

Neste sábado, 05 de junho, no primeiro tempo do programa campeão Tocando de Primeira na Colmeia FM com o número 1.390, o jornalista Ilivaldo Duarte irá entrevistar no primeiro tempo os acadêmicos Agnaldo Feitoza e Dalva Helena Medeiros, presidente da Academia Mourãoense de Letras, que está completando 20 anos de existência.
O destaque no segundo tempo será o atletismo mourãoense com a presença do treinador vitorioso Paulo César  Costa, o "Garimpeiro Paulinho", para falar das medalhas e conquistas desde ano e da promessa da nova pista no complexo esportivo Roberto Brzezinski e
A partir das 11 horas envie sua mensagem no WhatsApp 44 35251413 da Rádio Colméia FM.
Tocando de Primeira, ao vivo e em cores no microfone forte da Colmeia FM. Um programa que é um golaço no rádio brasileiro.

AMIGOS DO DIREITO TURMA A: manifestação com pesar pelo falecimento da colega Josineia Fogaça


Não foi a sexta-feira, 4 de junho, que imaginava. No meio da tarde veio a notícia do passamento da amiga Josineia Fogaça, em Campo Mourão. 

Uma dessas notícias que nos deixa sem chão, em função de perder alguém da comunidade mourãoense, mais uma vítima desta doença mortal, chamada coronavirus.

A Josi filha, a Josi esposa, a Josi mãe, a Josi cidadã ou como também entre tantos atributos, além de ser a Josi do Ministério Público, também será sempre a Josi da Turma A, a primeira turma de formandos do Curso de Direito da Faculdade Integrado de Campo Mourão, iniciado em junho de 2001 e concluído em janeiro de 2006.

A Josi envolvida, engajada e comprometida; sorridente e feliz, entusiasta e determinada. Que o diga seu namorado e esposo Fernando, também formando da nossa turma A do Integrado.

Pedi a alguns amigos do curso que estão na história da nossa turma A para umas palavrinhas sobre a Josi.

"Dói muito dizer adeus, Josineia, mas nos resta o consolo de saber que sua marca neste mundo nunca desaparecerá. Eu tenho esse sentimento, pois todos nós enquanto estudantes, percebíamos a sua liderança e firmeza nas suas ações. Fica em Paz." - Júlio do Cartório.

"Josineia foi uma aluna exemplar, sempre muito focada nos estudos e com sua serenidade cativava a todos. Momento  de extrema tristeza por essa perda irreparável." -  Professor Robervani Pierin do Prado.

"Não tenha medo do luto. Ele é apenas uma expressão genuína da nossa alma dizendo que, quem parte, jamais deixará os nossos corações." Marcelo e Roberta Babugia.

"É triste para um professor receber essa notícia de perder uma aluna e uma pessoa tão querida. Meus sentimentos!" Professor Pedro Faleiros   

"As primeiras palavras que me vem são :'Alma bondosa' Dirceu Jacob de Souza.

Josi, descanse em paz no reino celestial. Sua lembrança será eterna em nossos corações. 






3 de jun. de 2021

PATRONO ELOY Maciel cadeira 03 da Academia Mourãoense de Letras (20 Anos da Academia)


Filho e pai com honradez
nossa história vêm brilhar.
O que o pai, com honra fez,
segue o filho em seu obrar.
Menino, já se encantou...
A voz, o jeito, o olhar daquela figura
Que a cada manhã, com tanta fé, com tanto vigor
Se punha a moldar a realidade, diante de si, ainda tão inocente , mas cheio de imaginação.
“Vou seguir teus passos, pai... serei fiel ao canto que sublima em seus sonhos, gestos, ações, em melodias de amor e esperança! 
Assim, sob o escutar das teclas e da voz, segura e firme, do pai - Eloy Maciel,
nosso irmão Acadêmico e escritor, José Eugênio Maciel contempla o mundo
e a cada Domingo, nas páginas do mesmo jornal “Tribuna do Interior” faz dele, desse mundo, a um lugar possível e feliz de se viver! 
Assim como fez o Pai.
Desde 1968, quando nasceu, o jornal “Tribuna do Interior” acolheu o pai. Hoje acolhe o filho para conduzirem, ambos, por suas teclas, um mundo mais pensante, um mundo melhor. 
Mas pai e filho também por tantos outros canais, vêm conduzindo os seus pares sob a mão firme e forte, sob teclados pródigos, convidando-os a refletirem e a acreditarem que não estão por aqui, nesta vida, por mero acaso...existe a constância, a certeza, de que cada um é não apenas um leitor, mas é o próprio escritor de sua própria vida. Um fazedor, assim como eles- Pai e Filho. Cada leitor, nos mostram Maciel Pai e Maciel Filho, cada leitor é um missionário da boa palavra.” Ñe’e Porã”, como dizem nossos nativos.  Palavra certa, palavra boa, palavra bonita, porque Palavra é sagrada. 
Palavra é poder, é vida...essa é a mensagem de Pai e Filho, José Eugênio Maciel e Eloy Maciel, neste dia de comemoração, a cada um de nós. - texto de Sinclair Pozza Casemiro, fundadora da Academia Mourãoense de Letras.

PATRONO NELSON Bittencourt Prado, cadeira 02 da Academia Mourãoense de Letras (20 anos)

 

Advogado, jornalista e vereador, Nelson Bittencourt Prado é o patrono da Cadeira número 2 da Academia Mourãoense de Letras. 

Nascido em Guarapuava, se mudou para Campo Mourão em 1951. Foi o primeiro advogado do município. Escreveu artigos para jornais, especialmente sobre a história local. Em 1955, foi eleito vereador pela UDN, com 228 votos. São dele os projetos que criaram o brasão de Campo Mourão e o distrito de Piquirivaí. 
Foi o primeiro presidente do Lions Clube.
O nome Estação da Luz, além de uma homenagem ao primeiro bispo Dom Eliseu Simões Mendes, foi uma sugestão apresentada pelo historiador Nelson Bittencourt Prado em 1971, através de um artigo publicado pelo jornal 'Folha de Campo Mourão.
A ideia de Prado era perpetuar a histórica solenidade da inauguração da luz elétrica, ocorrida em 1950 naquele local. Fonte: face da Academia Mourãoense de Letras.
Entidade está comemorando 20 anos da sua fundação.

PATRONO ADINOR Cordeiro, cadeira 01 da Academia Mourãoense de Letras (20 anos de AML)

 
O patrono na cadeira número 1 da Academia Mourãoense de Letras é Adinor Cordeiro de Souza. 
Catarinense de Canoinhas, chegou a Campo Mourão em 1950, com uma companhia de circo. Era o Circo Teatro: Irmãos Cordeiro. 
Foi apresentador do programa "Voz amiga da Cidade", que funcionava em sistema de alto-falante. 
Foi um dos primeiros locutores da rádio Difusora Colmeia, inaugurada em 1958. Também atuou na rádio Humaitá e manteve na Tribuna do Interior a coluna "Jibóia", de onde saiu o livro "Jiboiadas do Adinor". Fonte: face da Academia Mourãoense de Letras.
Entidade está comemorando 20 anos da sua fundação.


DOM BRUNO: "A igreja defende a vida e está ao lado dos projetos da vida"


 

CORPUS CHRISTI: celebração da fé e homenagem pública a Jesus presente na Eucaristia

Na manhã desta quinta-feira, os padres das paróquias de Campo Mourão participaram da celebração de Corpus Christi na Catedral São José, presidida pelo bispo dom Bruno Versari. Na celebração transmitida pelos canais das paróquias e diocese, dom Bruno reafirmou que "Corpus Christi é a celebração da fé,  da  perseverança na graça. É uma homenagem pública a Jesus presente na Eucaristia. É um mistério da fé, onde Jesus assume na voz do padre, na imposição do padre e torna este mistério real para nós. Jesus se dá como alimento. Somos eucaristia, dela tomamos e participamos."




EVANGELHO DO DIA quinta-feira, 3 junho 2021


 

1 de jun. de 2021

AS OITAVAS da Libertadores 2021


 

DEU A LÓGICA e Santos ganha em Cianorte

 

Camisa ganha jogo e foi assim que o Santos não tomou conhecimento do Cianorte, na noite desta terça-feira no interior paranaense com a vitória por 2x0, no primeiro jogo da Copa do Brasil.
O que se viu foi um Cianorte esperando o time paulista e só saindo para o jogo após o primeiro gol. Venceu quem jogou melhor, criou mais chances e buscou a vitória.
Com o resultado, o Santos pode perder por até um gol de diferença na partida de volta, terça-feira, na Vila Belmiro, para se classificar a próxima fase.

ERNANI BUCHMANN abre "Com todas as letras" nos 20 anos da Academia Mourãoense de Letras

"Com todas as letras" é o projeto iniciado oficialmente na noite desta terça-feira, 1, para comemorar os 20 anos da Academia Mourãoense de Letras (AML), fundada em 2001, dentro da iniciativa de interiorização do presidente da Academia Paranaense de Letras, Túlio Vargas.
Na estreia do projeto idealizado por Sinclair Casemiro e Gilmar Cardoso,  que mostrará a história dos Patronos e fundadores das dez primeiras cadeiras, os acadêmicos tiveram  palestra do jornalista, advogado, publicitário Ernani Buckmamm, presidente da Academia Paranaense de Letras.
Buckmamm é o quarto ocupante da cadeira 02 da Academia Paranaense de Letras desde 2005, que tem como patrono Cândido Martins Lopes (1803-1871), fundador Sebastião Paraná de Sá Sotto Maior (1864-1938), 1.º Ocupante: Francisco Ribeiro de Azevedo Macedo (1872-1955), 2.º Ocupante: Osvaldo Pilotto (1901-1993) e 3.º Ocupante: Luiz Romaguera Netto (1935-2004).
O  presidente Buckmamm contou como surgiu, a história e a evolução da Academia Paranaense de Letras.
Abaixo, alguns pontos apresentados por Buckmamm na palestra.
 -"A linguagem digital vai vigorar junto com obras impressas. As Academias que souberem se adaptar irão prosperar pela arte, literatura e cultura."
- " A Academia é o local da inteligência e com a criação das Academias de Letras no interior com suas raízes e culturas se promove  e reúne a intelectualidade."
- "A nossa Academia continua muito viva e representativa da intelectualidade paranaense. "
- "As  Academias se renovaram e se abriram para este novo momento, sem reuniões presenciais e com virtuais. "
- "Há muitos interessados em entrar na Academia, que se transforma em objeto de desejo."
- "A Academia é a expressão máxima na carreira de um escritor e deve estar atenta as novas formas de manifestação cultural."

EVANGELHO DO DIA terça-feira, 1 junho 2021


 

EVANGELHO 6 de agosto 2026

  Evangelho  ( Mt 17,1-9) - Aleluia, Aleluia, Aleluia. - Eis meu Filho muito amado, nele está meu bem-querer, escutai-o, todos vós! Proclama...