Geraldo de Aquino atuou como capitão e coronel aviador nas décadas de 1930, 1940 e 1950, período de implantação e expansão das rotas aéreas e da infraestrutura de voo no interior do país.
No vínculo com Campo Mourão, o aeroporto da cidade
recebeu o seu nome como forma de honrar sua contribuição para a história da aviação regional, em uma época em que o terminal funcionava com pistas de terra e recebia os tradicionais aviões Douglas DC-3 de companhias pioneiras. A placa de inauguração foi instalada em março de 1979 no governo Jayme Canet Júnior, pela Secretaria de Transportes, departamento Aeroportuário.
A história conta que, nos anos 1960, o Aeroporto de Campo Mourão viveu um período marcante de sua história.
Naquela época, a pista ainda era de terra, mas, mesmo assim, o aeroporto recebia voos constantes e tinha papel fundamental na ligação da cidade com outras regiões do país. Cinco companhias aéreas operavam o transporte de passageiros, utilizando principalmente a aeronave Douglas DC-3, um robusto avião bimotor que se tornou símbolo da aviação regional brasileira.
Entre as empresas que ajudaram a construir essa fase importante da aviação nacional estava a Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul, uma das mais tradicionais companhias aéreas do Brasil. Fundada em 1927 com o nome Syndicato Condor, a empresa foi rebatizada em 1943 e tornou-se a segunda companhia aérea mais antiga do país. Ao longo de sua trajetória, operou rotas domésticas e sul-americanas, contribuindo decisivamente para a integração de cidades e regiões em desenvolvimento.
Em 1975, a Cruzeiro do Sul passou ao controle da Varig. Após anos enfrentando dificuldades financeiras, acabou sendo incorporada definitivamente em janeiro de 1993, encerrando suas operações de forma independente. A marca ainda sobreviveu por algum tempo, mas desapareceu completamente nos anos 2000, deixando um legado importante na história da aviação brasileira. Fonte diversas.



Nenhum comentário:
Postar um comentário