4 de jul. de 2026

"SÓ SE SALVA QUEM REZA", o incrível legado do saudoso Sadi Sirio Bombana (Nov 1939 a Julho 2026)

Mas o que é a vida caro leitor? 


Em Salmos 144:4 está eternizado: "O ser humano é como um sopro; a sua vida é como a sombra que passa."  e em Tiago 4:14: "Que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco de tempo e depois se desvanece." 

A certeza é a de cremos na ressureição e neste mundo, Deus sabe todas as coisas, sempre. E precisamos confiar, na sua bondade e misericórdia.


Nesta semana, Deus chamou no dia 1 de julho para sua glória, o gaúcho de Lagoa Vermelha, Rio Grande do Sul. Sadi Sírio Bombana, que lá nasceu em um 11 de setembro de 1939 e partiu com 86 anos. 

Mas um fato impressionante e marcante, entre os legados que o seu Sadi deixou, foi o fato que ele preparou com muito carinho e deixou em uma caixinha que estava guardada, um presente com um bilhetinho para cada um dos seus cinco filhos, oito netos, dos quais somente uma menina (Duda) e um bisneto, um terço diferente para cada um e com a sua caligrafia em uma folha de papel, o nome do filho, neto e bisneto, e a frase “SÓ SE SALVA QUEM REZA!”  



“Foi emocionante, é um presente que nunca iremos esquecer. Meu pai nos deixou uma história marcada por trabalho, cuidado, fé e amor pela família”, conta Gildo - o único dos filhos que nasceu em Campo Mourão, ....


e que inclusive, deu ao casal Sadi e Alma, que celebrou mais de 50 anos de feliz união, a única neta da família (Duda). 

Os outros quatro filhos -  Rosali, Gilson, Silvana  e Sandra- nasceram em Coronel Vivida, no Sudoeste paranaense. Junto com a Duda surgiram os netos  Júnior, Renan, Gustavo, João Gabriel, Felipe, Antonio, Mateus e o bisneto Pedro Antonio.

HISTÓRIA – “Sadi nasceu em uma cidade gaúcha e, ao longo da vida, seguiu caminhos que mostram muito de quem ele foi. Um homem que não teve medo das mudanças quando elas eram necessárias para oferecer algo melhor aos seus.

Veio para o Paraná, para Pato Branco, onde se casou e formou sua família. Mais tarde, saindo da vida rural, veio para Campo Mourão em busca de estudos para os filhos. Esse gesto fala por si só. Sadi foi alguém que pensou no futuro da família, que trabalhou, se dedicou e fez escolhas movidas pelo amor.


Ao lado de sua esposa, Alma Elza Poletto Bombana, carinhosamente conhecida como “Alba”, construiu uma caminhada de vida. Ela faleceu em outubro de 2017, com 73 anos.

Sadi foi servidor público por 20 anos e trabalhou até sua aposentadoria.

Sua trajetória profissional também carrega a marca da responsabilidade e da constância. Era um homem que sabia cumprir seu dever, mas que, acima de tudo, se destacou na vida como um homem de família, muito amoroso com a esposa, os filhos e os netos.

Nas horas vagas, encontrava prazer nas coisas simples e verdadeiras: gostava de jogar baralho, pescar, tecer redes e tarrafas de pescaria.

E até nisso deixou sua marca concreta, seu jeito próprio de fazer, de preparar, de cuidar dos detalhes. Deixou 24 tarrafas prontas, como quem deixa também um pouco de si nas mãos, no trabalho e na paciência de cada ponto feito.

Sadi também tinha sua fé. Católico, gostava de ler a Bíblia e acompanhar a missa pela televisão. Essa presença da fé em sua rotina certamente foi companhia em muitos momentos, trazendo sentido, silêncio e conforto ao seu coração.

Hoje, a despedida traz dor, porque ninguém se despede sem sentir a falta. Mas também traz gratidão.

Gratidão pela vida de Sadi, pelo pai, esposo, avô, bisavô e homem que ele foi.

Gratidão pelas escolhas que fez por sua família, pelo carinho dedicado aos seus, pela presença que agora se transforma em lembrança.

Que cada um que conviveu com ele possa guardar aquilo que foi mais bonito: seu amor pela família, sua simplicidade, seu trabalho, sua fé e seu jeito de estar presente.

Sadi se despede da vida, mas permanece na história de todos que o amaram.

E, a partir de hoje, sua memória seguirá viva no coração de sua esposa Alba, de seus filhos, netos, bisneto, familiares e amigos.

Com respeito, carinho e gratidão, nos despedimos.”- Mensagem da família no dia da entrega de Sadi Bombana a Deus, em 2 de julho de 2026.


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"SÓ SE SALVA QUEM REZA", o incrível legado do saudoso Sadi Sirio Bombana (Nov 1939 a Julho 2026)

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