15 de jun. de 2026

MAIS DE R$ 2,5 MILHÕES DO IR são destinados a entidades e projetos sociais em Campo Mourão

Um total no valor de R$ 2.501.556,79 do Imposto de Renda.  Este é o valor que os contribuintes de Campo Mourão retiveram neste ano, com os recursos para o Fundo Municipal do Idoso (FMI) e o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente (FMDCA). Esse montante será destinado a entidades e projetos sociais para atendimento a milhares de mourãoenses em situação de vulnerabilidade social. 

Nesta que foi a  29ª edição da campanha “Imposto de Renda Solidário”, liderada pelo Fórum das Entidades Socioassistenciais e Coirmãs de Campo Mourão, o resultado foi de R$ 1.389.008,86 ao Fundo Municipal do Idoso (FMI) e ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente (FMDCA) o total de R$ 1.112.547,93. 

Em relação à edição anterior da campanha, a arrecadação teve um aumento de 24%, mas segundo os organizadores, Campo Mourão poderia reter do IR mais de R$ 9 milhões com os seus 10.353 contribuintes (pessoas físicas).


HISTÓRICO DOS 11 ANOS

Confira o histórico de arrecadação nos últimos 11 anos:

2015/2016 – R$ 380.120.09

2016/2017 – R$ 326.189,86 (-14%)

2017/2018 – R$ 516.659,31 (58%) 

2018/2019 – R$ 788.306,60 (53%)

2019/2020 – R$ 975.896,62 (24%)

2020/2021 – R$ 1.496.574,97 (53%)

2021/2022 – R$ 1.903.975,55 (27%)

2022/2023 – R$ 1.958.183,56 (3%)

2023/2024 – R$ 2.066.341,79 (6%)

2024/2025 – R$ 2.014.830,91 (-2%)

2025/2026 – R$ 2.501.556,79 (24%).

- Nas quase três décadas da campanha em Campo Mourão, cerca de R$ 16 milhões de IR foram retidos no Município e destinados a mais de uma dezena de entidades e projetos sociais.

   

DIFICULDADE PARA CONTRIBUINTES - No encontro realizado na Associação Comercial de Campo Mourão foram apontados os principais “gargalos” enfrentados pela campanha. São eles:  restrição legal do modelo simplificado de declaração, o mito da malha fina, pagamento do boleto de destinação somente à vista, contribuinte com imposto a restituir (que acreditam que não têm o direito de destinar/ansiedade por receber a restituição), falta de rastreabilidade individual na fase 2. 


Também foi apontado o fato de que alguns contadores ainda “não vestiram a camisa” da campanha. Os participantes discutiram ainda estratégias para a próxima edição da campanha “IR Solidário”, voltada às pessoas físicas e jurídicas (empresas). 


Na última edição da campanha, a mobilização envolveu – uma vez mais - clubes de serviços, igrejas, associações, entidades classistas e diversos outros segmentos da comunidade. Fonte: Assessoria de Comunicação.


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