“Existem dias em que o jornalismo registra fatos que, no futuro serão contados nos livros – e serão guardados por gerações. Nesses dias, o que o jornalismo faz é escrever a história” – (Fátima Bernardes)
Compartilho do ideário do jornalista, pedagogo, bacharel em Direito e acadêmico fundador da Cadeira 28 da Academia Mourãoense de Letras, o multiprofissional Ilivaldo Duarte, para quem o programa é um serviço voluntário e espontâneo, feito com idealismo e paixão, sempre com o desejo de fazer um jornalismo com credibilidade, informativo, e voltado para o bem, o bom e o belo”. Encanta-me, ainda, a forma entusiasmada, empática e sempre bem disposto com que se apresenta no ar, agora com direito às imagens ao vivo pelas redes sociais. Além da interação com os ouvintes/espectadores e com os homenageados que emocionam-se às lágrimas com as surpresas presenciais.
A partir daquele longínquo 14 de março de 1987
quando estreou ainda sem nenhuma mecha de cabelo branco, o ardoroso torcedor palmeirense que empresta a mesma energia e vontade de vitória indistintamente para todos os esportes e desportistas locais e regionais, faz bem por merecer o título de – Orgulho Paranaense -, sentimento também manifesto na alegria de executar e difundir o Hino do Município de Campo Mourão como forma de amor pela cidade.
Desejo de coração que sua fé e devoção na intercessão de Santa Rita de Cássia possam conferir-lhe vida longa para continuar dando-nos o privilégio de contar com este coração generoso e companheirismo leal, missionário e servidor sempre valorizando nossa gente e a nossa terra; portador do verdadeiro espírito cooperativista de que juntos somos mais fortes.
Jamais me canso de expressar e tornar público o carinho, admiração, respeito e consideração que tenho pelo valoroso Ilivaldo Duarte, para quem seguindo a lição do imortal Nelson Cavaquinho nos versos da canção – Quando eu me chamar saudade – “é preciso dar as flores em vida, o carinho e a mão amiga, para aliviar os seus ais; porque depois que morrer, não precisa de vaidade, apenas de preces e nada mais”.
Por fim e por enquanto, antes doutros tantos golaços a serem marcados no rádio brasileiro, a partir da cidade-modelo do Paraná, reitero com suas próprias palavras que o bom mesmo é ser feliz e ter com quem compartilhar dessa alegria (família, cidade e amigos).
Concluo com o tradicional bordão do também gigante da comunicação Galvão Bueno ao contemplarmos, seus contemporâneos e fãs, ao vivo e a cores o Tocando de Primeira 1.600 do Ilivaldo Duarte no ar: - Olha o que ele fez, olha o que ele fez!
FELICIDADES HOJE E SEMPRE. PARABÉNS!
VIVA!
Gilmar Cardoso, advogado, poeta, amigo e fã de carteirinha do Ilivado Duarte e seus golaços TOCANDO E PRIMEIRA – 1600 vezes!



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