A alegria do amigo, fotógrafo, jornalista e apreciador de aventuras, Walter Pereira, do jornal Tribuna do Interior é para ser comemorada. Profissional determinado, focado e obstinado, ele é o homenageado deste fim de semana na ENTREVISTA DE DOMINGO. Cobrindo política ou variedades, ou outras matérias, ele mostra sua competência ao longo de 25 anos no jornalismo. Graduado em Ciências Biológicas pelo Centro Universitário Integrado e em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Cesumar (UniCesumar), Walter é pós-graduado em Docência no Ensino Superior, também pela UniCesumar. Mas uma de suas paixões é a fotografia.
QUEM É WALTER PEREIRA? Sou Walter Pereira dos Santos, filho de Fernando Pereira dos Santos (em memória) e Regina Merino dos Santos. Minha família era numerosa, ao todo, somos 12 irmãos. Nem todos tive a oportunidade de conhecer ao longo da vida, mas entre aqueles que fizeram parte da minha convivência estão Irineu e Reginaldo, ambos já falecidos; Isaura; Eleonora; Renato; Márcio; Andrea e o caçula, Fábio. Cada um, à sua maneira, contribuiu para a construção da minha história e das lembranças que carrego comigo.
Sou casado com Fabiana Gonçalves do Santos. Não temos filhos. Nasci às 5h10 do dia 22 de dezembro de 1983, na antiga Policlínica São Marcos, em Campo Mourão. Atualmente, resido na Rua Mato Grosso, Edifício Vitória Régia.
ONDE FOI SUA INFÂNCIA? Minha infância foi, de certa forma, “cigana”. Vivi em diferentes lugares e fases marcadas por mudanças constantes. Meus pais se separaram quando eu ainda era muito novo, por volta dos 4 ou 5 anos. Nesta época morávamos em Campo
Mourão, na região do Lar Paraná. Aos 6 anos, fui morar com minha avó, em uma propriedade rural da família, em Araruna — período que guardo como a melhor fase da minha vida. Lá, tudo tinha um significado especial. Gostava de acompanhá-los nos campos de café, mas o meu lugar preferido era o pomar do sítio. Era ali que a imaginação ganhava forma.“Construía” fazendinhas na terra com o que tinha à mão — latas de óleo, pedaços de madeira, caibros —, muitas vezes preparados pelos meus tios. Era simples, mas havia uma felicidade imensa. Para mim, era ali que a mágica acontecia. Essa é, até hoje, a lembrança mais forte e mais nítida da minha infância.
Morei com minha avó até os 10 anos. Depois, voltei a viver com meu pai e irmãos, em uma propriedade rural em Piquirivaí, onde permaneci até os 13 anos.
Na sequência, mudei-me para
Farol, onde vivi com meu irmão, o já falecido Irineu, também em área rural. Um
ano depois, retornei a Campo Mourão, aos 15 anos, passando a morar com minha
irmã Isaura. Em todas essas etapas, dividi o tempo entre os estudos e as
responsabilidades do dia a dia em casa. Não foi uma infância fácil. Mas, dentro
das limitações, vivi momentos simples, porém felizes e verdadeiros, que até
hoje carrego como parte essencial da minha história.
COMO
SE DEFINE? Nunca havia parado para pensar nisso. É uma pergunta muito
difícil de responder. Mas me defino como uma pessoa do bem e que ama viver.
Como profissional, sou comprometido com a verdade, com senso de
responsabilidade e olhar atento ao redor.
O QUE ACREDITA? Sou uma pessoa simples e de fé. De origem humilde. Que acredita em Deus e na força do amor e que “fazer o bem faz bem”. Por isso parto do princípio de que todos somos iguais, independentemente de cor, gênero, raça ou classe social. Consequentemente, trato o próximo sempre com muito amor fraterno.
COMO
ACHA QUE OS OUTROS TE VÊEM? Como alguém direto, sério quando necessário,
mas acessível e confiável.
ONDE ESTUDOU E QUE CURSOS FEZ? Cursei o ensino fundamental inicial (1ª a 4ª série) na Escola Municipal Narciso Simão, no distrito de Piquirivaí.
Dei continuidade aos estudos da 5ª à 6ª série no Colégio Estadual Jaelson Biácio, também em Piquirivaí. Posteriormente, cursei a 6ª e a 7ª série no Colégio Estadual Cultura Universal, no município de Farol, e concluí a 8ª série no Colégio Marechal Rondon. O ensino médio foi iniciado no Colégio Estadual, onde cursei o 1º ano, sendo concluído no Colégio Marechal Rondon, com a realização do 2º e 3º anos.
No ensino superior, sou graduado em Ciências Biológicas pelo Centro Universitário Integrado e em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Cesumar (UniCesumar). Possuo, ainda, pós-graduação em Docência no Ensino Superior, também pela UniCesumar.
DESDE
QUANDO É APAIXONADO PELA VIDA E COMUNICAÇÃO? ela vida, desde que nasci. Amo
minha vida, meus amigos e tudo o que
Deus tem preparado. Pela comunicação desde jovem, movido pela curiosidade e
pelo interesse de sempre estar aprendendo coisas novas todos os dias. E desta
forma evoluindo.
QUEM FOI O “CULPADO” DA SUA COMUNICAÇÃO? O “culpado” foi o Nery José Thomé, diretor da Tribuna, que me oportunizou o contato com a informação no cotidiano. A vivência prática foi o principal fator. Sou grato ao Nery e à Tribuna por terem me proporcionado chegar até aqui.
CONTE SOBRE SUA TRAJETÓRIA PROFISSIONAL. Construí toda a minha trajetória profissional no jornal Tribuna, em Campo Mourão, onde atuo desde 2001. Porém, durante este período de tempo, fui também
assessor de imprensa do ex-vereador Luiz Alfredo, ex-assessor de imprensa da Acamdoze e da Comcam.Ao longo de mais de duas décadas de Tribuna, participei diretamente das transformações do jornalismo no jornal desde o período analógico até a consolidação do digital. Iniciei minha carreira como diagramador, em uma época em que o processo de produção ainda exigia domínio técnico e dedicação intensa no fechamento das edições.
Com o tempo, ampliei minha atuação dentro do jornal, acompanhando a evolução das rotinas jornalísticas no veículo e passei a contribuir para a produção de conteúdo.
Inicialmente fazia reportagens do cotidiano. Passei pelo policial. Política, onde cheguei a escrever uma coluna política diária. E, depois passei a fazer o fechamento do jornal, atividade a qual atuo até os dias atuais.
O QUE LEVA A GOSTAR DA COMUNICAÇÃO? O que me leva a gostar da comunicação é a convicção de
contribuir diariamente com a sociedade. É a possibilidade de transformar a vida das pessoas por meio da informação, sempre com responsabilidade. É o fato de aprender um pouco todos os dias, a cada reportagem produzida e a cada tema abordado.O QUE MAIS GOSTA DE FAZER NO JORNALISMO?
Contar histórias. Apurar, escrever e transformar a informação em conteúdo claro. A profissão me oportuniza também conhecer novas pessoas todos os dias e “alargar” as relações, o que me proporciona momentos únicos. O jornalismo é uma arte. Com toda certeza desejo sempre fazer o meu trabalho e o impacto social da informação correta e responsável.O QUE FAZ HOJE? Informo a sociedade. Atuo na área da comunicação, com produção de conteúdo jornalístico para versão imprensa e online da Tribuna do Interior.
SE
FOSSE DONO DE JORNAL QUAL SERIA SEU PROJETO? Fortalecer o jornalismo local,
investir em apuração de qualidade e combater a desinformação. O compromisso
seria com a sociedade, levando fatos com imparcialidade e independência total
editorial. O que seria um desafio enorme.
TECNOLOGIA: O QUE MUDOU NA COMUNICAÇÃO? A comunicação se tornou mais rápida, direta e acessível. A tecnologia encurtou distâncias, ampliou vozes e transformou qualquer pessoa em potencial emissora de informação. Ao mesmo tempo, aumentou a responsabilidade de quem comunica. Com a velocidade, cresce também o risco da desinformação. Por isso, mais do que nunca, é necessário apurar, checar e contextualizar. A essência não mudou: informar com verdade e responsabilidade. O que mudou foi o ritmo — e a exigência por precisão em meio ao excesso de informação.
MELHOR TURMA DE COMUNICAÇÃO? A Tribuna é o único emprego fixo que tive na vida. São 25 anos de trajetória dedicados ao jornalismo, todos construídos dentro desse mesmo projeto de comunicação. Iniciei em 2001, em um momento em que a redação vivia uma fase de grande estrutura e qualidade técnica. Naquele período, o jornal reunia profissionais experientes e respeitados na imprensa de Campo Mourão e região.
Lembro que estavam na redação nomes como o saudoso Wille Bathke Junior (foto), Valdir Bonete — então editor-chefe, Laudo Leon (era o mestre em reportagens agrícolas), Clodoaldo Bonete (fazia o policial como ninguém). E tinhamos também o nosso amigo Ilivaldo Duarte, que na época, assinava a tradicional coluna “Tocando de Primeira”, mantida até junho daquele ano. Nota: Acima a coluna 284 do Tocando de Primeira - passou a ser numerada a partir da edição 200, e abaixo, um print do Portal Tocando de Primeira, criado em 2000 com apoio da Start On Line e que contava com a regularidade de colunistas da nossa cidade - Sid Sauer, Rubens Sartori, Birão Rodrigues, Wilson Bibiano, Roberto Soares, João Milton, Renato Arruda, Nelson Martins e Euro Maciel, o "Firula", e onde duas vezes por semana era publicada a coluna Tocando de Primeira no site - era o início do uso da internet em nossa cidade.Acima, só para registro, coluna de esportes assinada por Ilivaldo Duarte no jornal Gazeta do Centro Oeste (sem hífen mesmo) em 1987, que depois em maio de 1988 passou a fazer parte do jornal Tribuna do Interior.,
Também integravam a
equipe de jornalistas Silvio César Walter, Eleano Alves e o fotógrafo Marcel
Andrade, com quem tive a oportunidade de aprender muito sobre fotografia.
Era uma fase de transição tecnológica. Ainda
QUEM É PROFISSIONAL DE COMUNICAÇÃO EXEMPLO? Profissionais locais, sempre admirei o Dilmércio Daleffe. Escreve histórias incríveis. Retrata as pessoas à margem da sociedade. Tem um texto rico de sentimentos. E é sério na profissão.
Outro profissional que admiro muito é Ilivaldo Duarte. Ele tem garra e competência de quem sabe fazer. Trata a notícia com seriedade e traz credibilidade.
Acima, imagem histórica na revista Pauta, que fez parte do portfólio de publicações da Tribuna.Tenho também ao menos dois nomes de profissionais conhecidos nacionalmente: Mino Carta (em memória) e Ricardo Boechat (foto).
São exemplos de profissionais com o
compromisso inegociável com a verdade e que atuam (e atuaram) com
responsabilidade, sabendo o impacto direto da informação na vida das pessoas.
QUAIS DESAFIOS PARA A COMUNICAÇÃO? Eu vejo que os principais desafios para o futuro da comunicação passam, sobretudo, por três frentes centrais: a preservação da credibilidade, o enfrentamento sistemático da desinformação e a adaptação contínua
às novas plataformas digitais. Manter a confiança do público exige transparência, apuração rigorosa e responsabilidade na divulgação de informações, em um cenário cada vez mais marcado pela velocidade e pelo volume de conteúdos. Ao mesmo tempo, combater a desinformação torna-se um esforço permanente, que demanda checagem constante, educação midiática e o uso de tecnologias capazes de identificar conteúdos falsos. Por fim, a comunicação precisa se reinventar diante das novas plataformas, linguagens e formatos, acompanhando as mudanças no comportamento do público sem abrir mão da qualidade e da ética.TRÊS PERSONALIDADES EM CAMPO MOURÃO. Entre as personalidades que marcaram a história de Campo Mourão, destaco:
O ex-prefeito Milton Luiz Pereira, pela relevância de sua atuação na administração pública e pelas contribuições ao desenvolvimento do município.
Também ressalto o ex-deputado federal constituinte Darcy Deitos, que representou a cidade em um dos momentos mais importantes da redemocratização do
país, levando o nome de Campo Mourão ao cenário nacional.Entre os nomes atuais, considero o empresário Nestor
Bisi uma referência, pela garra e pelo compromissocom o bem comum. À frente da Associação Comercial e Industrial de Campo Mourão, teve atuação significativa no fortalecimento do setor produtivo local. Destaco ainda sua participação no movimento “Acorda Comcam”, iniciado em 2006, que buscava conscientizar a população sobre a importância de eleger representantes da própria região. Infelizmente não teve continuidade, mas deixou um exemplo de mobilização e responsabilidade coletiva.
E se me permite quebrar o protocolo, gostaria de citar uma quarta personalidade que não poderia deixar de mencionar: José Aroldo Gallassini, referência do cooperativismo no Brasil. Quem vê sua simplicidade não imagina o quão gigante é. Nestes vários anos de imprensa, tive a oportunidade de entrevistá-lo por diversas vezes. Cada reportagem foi um aprendizado diferente. O dr. Aroldo nos ensina que caráter, comprometimento e honestidade são a base para a vida.
UMAS
E OUTRAS
COMO É A SUA ROTINA? Minha rotina é organizada e disciplinada. Começo com leitura diária e acompanhamento constante das notícias, prática essencial para quem vive da informação. Ao longo do dia, divido o tempo entre a produção de conteúdo, a organização das demandas profissionais e a atualização dos fatos. Também reservo espaço para a prática de atividade física, como forma de manter o equilíbrio e a saúde, além de valorizar o convívio com a família, que funciona como base e ponto de equilíbrio diante da rotina intensa do meu trabalho.
QUAL
DECISÃO MARCOU SUA HISTÓRIA DE VIDA? Foram várias. Mas aqui eu destacaria, sem
sombra de dúvida, meu casamento com a Fabiana. Sabe aquele ditado: “Por trás de
um grande homem, há sempre uma grande mulher”? Eis aqui a prova viva. Não me
considero um grande homem, mas eu tenho uma grande mulher ao meu lado. E ela me
inspira todos os dias. Me fez mudar muito e amadurecer enquanto homem e ser
humano. Devo a ela também o que sou hoje e o momento que vivo.
QUAIS CONQUISTAS DESTACA NA SUA HISTÓRIA? Graças a Deus, são inúmeras vitórias ao longo da minha
vida. A primeira delas é o próprio dom de viver. Em seguida, destaco minha trajetória profissional, construída com dedicação dentro de um veículo de comunicação tradicional e respeitado. Corri para o quarto, peguei minha mochila e saí. Também não posso deixar de mencionar minha maior conquista pessoal: minha companheira Fabiana, meu par perfeito, base e apoio em todos os momentos. As conquistas materiais vêm como consequência desse caminho — um carrinho para o dia a dia, o lar abençoado e outras realizações que representam estabilidade e continuidade.ÉTICA? Um princípio inegociável.
MÚSICA? Aquarela do Brasil.
AUTOR? Machado de Assis.
LIVRO? Memórias Póstumas de Brás Cubas
ultimamente tenho praticado mais a corrida. É uma atividade física que disciplina, nos faz superar, traz equilíbrio e ajuda a manter o foco e a organização no dia a dia.
TIME E ÍDOLO? Meu time de coração é o Sport Club Corinthians Paulista. Tenho como maior referência e ídolo o Ayrton Senna. Sua trajetória foi muito além das pistas. Ele representa determinação e coragem. Na minha opinião, é um símbolo de superação.
MELHOR TIME QUE JÁ VIU JOGAR? A Seleção Brasileira de 1994, que conquistou o título de tetracampeã do mundo. Taffarel, Jorginho, Aldair, Márcio Santos, Branco, Dunga, Mauro Silva, Mazinho, Zinho, Bebeto e Romário, os últimos, na minha opinião, a vestirem de verdade a camisa da Seleção. Lembro como se fosse hoje aquela defesa de pênalti do Taffarel. Esta época do futebol ficou marcada na minha vida.
FAMÍLIA? Estrutura e essência.
RELIGIÃO? Católico, com fé vivida de forma pessoal e baseada em valores como respeito, responsabilidade e compromisso com o próximo. Mais do que uma prática, representa um princípio de orientação para a vida.
UMA
ESPERANÇA? Uma sociedade mais justa e igualitária.
UM
SONHO? O fim da desigualdade social.
SAUDADES... DE QUEM E DO QUÊ? Do meu pai, da presença, dos ensinamentos e das conversas que ficaram na memória. E também da vida simples, de um tempo em que tudo parecia caber no essencial.
O QUÊ JAMAIS TERIA FEITO? Esta, realmente, é uma pergunta que nos faz
refletir em tudo o que passamos na vida. Mas não me recordo de nada que tenha
feito que me cause arrependimento. Então eu diria que faria tudo de novo o que
fiz lá atrás.
O
MOMENTO ATUAL DA SUA VIDA É... De maturidade, foco e consolidação profissional.
QUAL
PROJETO AINDA GOSTARIA DE REALIZAR? Sonho em escrever um livro sobre minha
trajetória na comunicação, abordando as principais coberturas jornalísticas,
fatos pitorescos, curiosidades... Enfim, tudo o que marcou até agora. É
um projeto que está no rascunho.
conhecer a terra onde Jesus Cristo nasceu: Belém, na região da Judeia, atualmente na Cisjordânia, um lugar carregado de significado histórico e espiritual. Acredito que, mais do que uma viagem, seria a oportunidade de vivenciar de perto cenários que marcaram a história da humanidade e reforçam valores que levo comigo.
QUE
LEGADOS GOSTARIA DE DEIXAR? De que fui uma boa pessoa em vida. Gostaria também
de deixar como marca um trabalho pautado na ética, na credibilidade e no
respeito à informação e às pessoas.
CAMPO MOURÃO NA SUA VIDA: Campo Mourão é mais do que o lugar onde nasci — é onde minha história foi construída. É onde estão minhas raízes, minha formação, minha família e toda a minha trajetória profissional. Foi aqui que vivi as fases mais importantes da vida, enfrentei desafios, construí oportunidades e encontrei meu caminho na comunicação. Cada história acompanhada ao longo dos anos carrega um significado. Mais do que referência, é pertencimento e responsabilidade com a comunidade onde minha vida acontece.
SER CONVIDADO PARA ENTREVISTA DE DOMINGO NO BLOG. Ser convidado para esta entrevista de domingo no “Blog do Ilivaldo Duarte” representa o
reconhecimento do meu trabalho com a comunicação. Ao mesmo tempo, reforça a relevância e a credibilidade do espaço, que se consolida como canal de diálogo e valorização de histórias ligadas à informação e à sociedade. O blog abre espaço para reflexões consistentes e contribui para o fortalecimento de uma comunicação mais responsável. Participar deste momento é uma oportunidade de somar, compartilhar experiências e integrar um projeto que respeita o público e eleva o nível do debate.RECADO
AOS LEITORES. Valorizem a informação de qualidade e busquem sempre a verdade.
QUE
PERGUNTA GOSTARIA TER RESPONDIDO? - O que ainda pretende
construir na sua história? Pretendo seguir consolidando uma trajetória sólida, sustentada na
credibilidade, na responsabilidade e no compromisso com a informação de
qualidade. Mais do que posições ou reconhecimento, busco gerar impacto real por
meio da comunicação — informando com responsabilidade e contribuindo para o
pensamento crítico. Quero evoluir de forma contínua, acompanhando as
transformações do cenário da comunicação e ampliando minha capacidade de
dialogar com diferentes públicos, sem abrir mão dos princípios que norteiam um
trabalho sério. Minha trajetória não se resume ao que já foi feito, mas ao que
ainda pode ser construído: um legado baseado em uma comunicação ética,
relevante e capaz de fazer diferença na sociedade.
Agradecimento: Gostaria ainda de registrar um agradecimento especial a você, Ilivaldo Duarte, que há tantos anos mantém o blog ativo, resgatando e valorizando histórias de pessoas que contribuíram — e continuam contribuindo — para a construção de Campo Mourão. O espaço se consolidou como referência de pesquisa e memória, cumprindo um papel importante na preservação dessas trajetórias. Momentos como este evidenciam o quanto você reconhece e valoriza essas pessoas — e hoje me incluo entre elas, com gratidão. Meu muito obrigado, de coração. E, parafraseando você: VIVA!!


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