4 de ago de 2015

QUAL É A TUA OBRA?

A pergunta que nos faz refletir nesses dias, quando toca o telefone em uma manhã de domingo e uma amiga estimada chorando, diz que perdemos um amigo sábio, que passou a vida fazendo o bem, pode ser: Qual é a tua obra?
Serve para reflexão esta pergunta que é título de um livro muito bom de Mário Sérgio Cortella, aquele que diz: "é perto dos bons que a gente fica mió!
E é bom que possamos rever nossas vidas, pensando no que fazemos e como fazemos em cada novo santo dia. E rever enquanto é tempo. 
Em meio as nossas qualidades e imperfeições diárias com as ações repetidas, que nem sempre agradam àqueles que estão a nossa volta.
Mas, qual é a tua obra? O que é que você vai deixar de valores morais e espirituais? Sim, porque os materiais nem sempre deixam as pessoas, os entes queridos, felizes. Algumas vezes provocam confusões que vão se eternizar após o passamento.
Como é que você gostaria ou imagina que falassem de você no dia em que for deste mundo terreno? Já pensou nisso? E o que você pensa de você ou imagina que falariam de você é realmente o que os outros pensam? O que você está fazendo para mudar, se é o caso? 
Pense nisso.
O importante é a gente ser feliz com quem a gente ama e quer bem. Com confiança em Deus, antes de mais nada, pois só Deus basta e quem tem Deus tem tudo. A felicidade está em Deus, acredite e viva! Qual é a tua obra?  
Ilivaldo Duarte, jornalista e membro da Academia Mourãoense de Letras, fundador da cadeira nº 28, cujo patrono é o jornalista e advogado José Dutra de Almeida Lira.

3 comentários:

  1. Muito bom! Nos faz refletir sobre o que estamos fazendo e deixando de realmente significativo por onde passamos. Existe uma frase, conhecida e atribuída a Dalai Lama, que acredito ser pertinente: "Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver".

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  2. Muito bonito o seu texto. Sou fã do Mário Sérgio Cortella . Abraço.

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  3. Muito bonito o seu texto. Sou fã do Mário Sérgio Cortella. Abraço.

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