28 de mai. de 2016

DOIS GOLEIROS: atrações de hoje no programa campeão Tocando de Primeira

Dois goleiros experientes são atrações hoje no segundo tempo do programa campeão Tocando de Primeira apresentado na Rádio Colméia pelo jornalista Ilivaldo Duarte. De um lado, do time do América, Douglas Rupenthal, o "Pastor" (foto) e do outro, o goleiro Vagner Silva, nascido em Araruna, que depois de cinco anos no futebol português no Estoril está na Rússia no Mouscron. 
Junto com eles, a partir do meio dia, o técnico Carlos Gabriel e o atacante Marcelinho, do América e o presidente da Liga de Futebol Mourãoense.
Mas antes no primeiro tempo do programa de número 1.166 os convidados serão os professores Beto Souza e Dimas de Paula, respectivamente do campo Mourão Futsal e da Clinisport de Campo Mourão. Mas tem basquete, futsal adulto e muito mais. 

É sábado, ao vivo e em cores no programa campeão. Tocando de Primeira, só não ouve quem não tem rádio ou não tem vizinho. O programa campeão, orgulho paranaense!

VAGNER SILVA, de Araruna para o gol do Mouscron da Bélgica, hoje no segundo tempo do programa campeão Tocando de Primeira 1.166

Uma das atrações deste sábado no segundo tempo do programa campeão Tocando de Primeira na Rádio Colméia será o goleiro Vagner Silva. Nascido em Araruna, com 1m85, ele começou no CF Zico, passou pela Portuguesa Londrinense, Atlético Paranaense, Deportivo Brasil, depois foi para o Estoril onde ficou quatro temporadas e atualmente está no Mouscron-Peruwelz, na Bélgica. É neste sábado, ao meio no Tocando de Primeira, orgulho paranaense.

EVANGELHO DO DIA sábado, 28 de maio 2016

Evangelho (Mc 11,27-33)— O Senhor esteja convosco.— Ele está no meio de nós.— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.— Glória a vós, Senhor.Naquele tempo, 27Jesus e os discípulos foram de novo a Jerusalém. Enquanto Jesus estava andando no Templo, os sumos sacerdotes, os mestres da Lei e os anciãos aproximaram-se dele e perguntaram: 28“Com que autoridade fazes essas coisas? Quem te deu autoridade para fazer isso?” 29Jesus respondeu: “Vou fazer-vos uma só pergunta. Se me responderdes, eu vos direi com que autoridade faço isso. 30O batismo de João vinha do céu ou dos homens? Respondei-me”.31Eles discutiam entre si: “Se respondermos que vinha do céu, ele vai dizer: ‘Por que não acreditastes em João?’ 32Devemos então dizer que vinha dos homens?” Mas eles tinham medo da multidão, porque todos, de fato, tinham João na qualidade de profeta.33Então eles responderam a Jesus: “Não sabemos”. E Jesus disse: “Pois eu também não vos digo com que autoridade faço essas coisas”.— Palavra da Salvação.— Glória a vós, Senhor.

27 de mai. de 2016

TORCIDA DO AMADORZÃO: leve 1 kg de alimento domingo no RB para Santa Casa

A Liga Mourãoense de Futebol convida os torcedores para que levem domingo no estádio RB doação de 1 kg de alimentos não perecíveis para a Santa Casa Regional de Campo Mourão. Representantes da Instituição estarão recebendo as doações no coreto do estádio RB. Colabore!

CAMPEÃO DO AMADORZÃO 2016 vai receber troféu Osvaldo Wronski

Uma justa homenagem ao pioneiro Osvaldo Wronski, primeiro presidente da Liga de Futebol Regional em Campo Mourão no ano de 1954.

O QUE SIMBOLIZAM os Jogos Escolares para o secretário Douglas Fabrício

"Integrar, socializar, inserir. Estes três verbos simbolizam a alma dos Jogos Escolares do Paraná. Escolas públicas e particulares cumprindo juntas os mesmos roteiros, a mesma disciplina. Sua conjugação é praticada nas regras e disputas, similares às dos esportes olímpicos." A afirmação é do secretário do Estado do Esporte e Turismo Douglas Fabrício, que na noite de hoje está em Cafelândia, no Oeste do Paraná na abertura de uma das 11 regiões diferentes da 62ª edição dos Jogos Escolares do Paraná que congrega mais de 80 mil estudantes de 12 a 17 anos de idade.  Na região da Comcam, as cidades sedes são Roncador e Juranda.
"Os alunos entrarão em quadra, no campo, no tatame, na raia, embalados pelo sonho de ser o melhor entre seus colegas competidores. Para eles, este é o primeiro estágio de outros que poderão vir no futuro. O espírito competitivo nestes jogos já é latente. Contudo, não é mais relevante do que a socialização, o prazer de fortalecer relações de amizade e companheirismo", disse o deputado licenciado secretário de Esportes do Paraná.

ESTÁ CHEGANDO A HORA: CM x Vasco, 30 de maio (segunda) às 20h15 no JK


GILSON MENDES DE GÓIS estará esta semana na ENTREVISTA DE DOMINGO

"Minha infância foi em Nova Cantu, na zona rural daquela cidade, num lugar conhecido por Rio do Peixe. Aliás foi lá mesmo que eu nasci. E até os 6 anos de vida, eu transitava entre a casa dos meus avós maternos e dos meus pais, quando viemos definitivamente morar em Campo Mourão, pois quando eu tinha 1 ano, meus pais moraram aqui durante alguns meses." A informação é do escritor, professor, fundador da cadeira número 11 da Academia Mourãoense de Letras e profissional da saúde Gilson Mendes de Góis. Ele será o homenageado deste final de semana, na ENTREVISTA DE DOMINGO no Blog do Ilivaldo Duarte.
Gilson Góis conta um pouco da sua história, opina sobre a cultura, educação e da nossa cidade. Na AML ele foi tesoureiro, vice-presidente e presidente. "A nossa academia e todas as academias de letras item o importante papel de zelar pelo vernáculo pátrio, nossa tão amada língua portuguesa, bem como incentivar a criação literária em nossa região." 
É neste ´final de semana, Gilson Mendes deGóis na ENTREVISTA DE DOMINGO.

ARARUNA vence Luiziana e é campeão do Sub-17 na Liga de CM

Com dois gols do Felipinho, o Araruna Esporte Clube venceu em casa o Luiziana na tarde desta quinta-feira por 2x0 e sagrous-e campeão do campeonato de futebol sub-17 promovido pela Liga Mourãoense de Futebol, presidida pelo jornalista Roberto Soares. 
O time ararunense foi melhor em todos os quesitos - goleiro, artilheiro e recebeu no final a Taça João Emílio, em homenagem ao desportista mourãoense, que sempre foi um exemplo no esporte amador de Campo Mourão. A imagem é do luizianense Emerson Santos.

EVANGELHO DO DIA sexta-feira, 27 de maio 2016

Evangelho (Mc 11,11-26) — O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos. — Glória a vós, Senhor. Tendo sido aclamado pela multidão, 11Jesus entrou, no Templo, em Jerusalém, e observou tudo. Mas, como já era tarde, saiu para Betânia com os doze. 12No dia seguinte, quando saíam de Betânia, Jesus teve fome. 13De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas e foi até lá ver se encontrava algum fruto. Quando chegou perto, encontrou somente folhas, pois não era tempo de figos. 14Então Jesus disse à figueira: “Que ninguém mais coma de teus frutos”. E os discípulos escutaram o que ele disse. 15Chegaram a Jerusalém. Jesus entrou no Templo e começou a expulsar os que vendiam e os que compravam no Templo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos vendedores de pombas. 16Ele não deixava ninguém carregar nada através do Templo. 17E ensinava o povo, dizendo: “Não está escrito: 'Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos?'. No entanto, vós fizestes dela uma toca de ladrões”. 18Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei ouviram isso e começaram a procurar uma maneira de o matar. Mas tinham medo de Jesus, porque a multidão estava maravilhada com o ensinamento dele. 19Ao entardecer, Jesus e os discípulos saíram da cidade. 20Na manhã seguinte, quando passavam, Jesus e os discípulos viram que a figueira tinha secado até a raiz. 21Pedro lembrou-se e disse a Jesus: “Olha, Mestre: a figueira que amaldiçoaste secou”. 22Jesus lhes disse: “Tende fé em Deus. 23Em verdade vos digo, se alguém disser a esta montanha: 'Levanta-te e atira-te no mar', e não duvidar no seu coração, mas acreditar que isso vai acontecer, assim acontecerá. 24Por isso vos digo, tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o recebestes, e assim será. 25Quando estiverdes rezando, perdoai tudo o que tiverdes contra alguém, 26para que vosso Pai que está nos céus também perdoe os vossos pecados”.— Palavra da Salvação.— Glória a vós, Senhor.

26 de mai. de 2016

É SEGUNDA, 30 DE MAIO: CM x VASCO no primeiro jogo das finais da Liga Ouro


FINAIS DO PARANAENSE SUB-17 serão em Campo Mourão


ARARUNA, CAMPEÃO futebol Sub-17 da liga de Campo Mourão


NA CHAVE PRATA, CM FUTSAL PERDE por 4x1 em São José dos Pinhais

Jogando na quarta a noite na região metropolitana de Curitiba, o Campo Mourão Futsal foi goleado pelo São José dos Pinhais por 4x1 na sexta rodada da Chave Prata do Campeonato Paranaense de Futsal. 
Esta foi a segunda derrota mourãoense fora de casa nos três jogos realizados. O próximo compromisso será neste sábado (28) em Mariópolis, vizinho de Pato Branco no Sudoeste Paranaense. O Mariópolis tomou goleada de 8 a 1 de Palmas, time que perdeu em Campo Mourão por 5x2.

DIA DE CORPUS CHRISTI: presença real de Cristo na Eucaristia


EVANGELHO DO DIA quinta-feira, 26 de maio 2016

Evangelho (Lc 9, 11b-17)— O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas. — Glória a vós, Senhor.Naquele tempo, 11bJesus acolheu as multidões, falava-lhes sobre o Reino de Deus e curava todos os que precisavam.12A tarde vinha chegando. Os doze apóstolos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Despede a multidão, para que possa ir aos povoados e campos vizinhos procurar hospedagem e comida, pois estamos num lugar deserto”.13Mas Jesus disse: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Eles responderam: “Só temos cinco pães e dois peixes. A não ser que fôssemos comprar comida para toda essa gente”.14Estavam ali mais ou menos cinco mil homens. Mas Jesus disse aos discípulos: “Mandai o povo sentar-se em grupos de cinquenta”.15Os discípulos assim fizeram, e todos se sentaram. 16Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, elevou os olhos para o céu, abençoou-os, partiu-os e os deu aos discípulos para distribuí-los à multidão.17Todos comeram e ficaram satisfeitos. E ainda foram recolhidos doze cestos dos pedaços que sobraram.— Palavra da Salvação.— Glória a vós, Senhor.

25 de mai. de 2016

AMANHÃ É CORPUS CHRISTI, você sabe o que significa esta festa católica?

Nesta quinta-feira, 26, a Igreja Católica, em todo o mundo, comemora o dia de Corpus Christi. Nome que vem do latim e significa “Corpo de Cristo”.
A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento
. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.
"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 – 59).
Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.
Origem da Celebração
A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.
Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal "Trasnsiturus de hoc mundo", estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.
A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.
No Brasil
No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.
A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.
A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.^Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

AMADORZÃO 2016: América, tricampeão ou Luiziana, bicampeão?

Cada dia mais perto o segundo e último jogo do Amadorzão 2016 da Liga Mourãoense de Futebol. Neste domingo, o América poderá ser tricampeão ou o Luiziana será bicampeão. Quem vai ganhar ser campeão?

EVANGELHO DO DIA quarta-feira, 25 de maio 2016

Evangelho (Mc 10,32-45)— O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.— Glória a vós, Senhor.Naquele tempo, 32os discípulos estavam a caminho, subindo para Jerusalém. Jesus ia à frente. Os discípulos estavam espantados, e aqueles que iam atrás estavam com medo. Jesus chamou de novo os Doze à parte e começou a dizer-lhes o que estava para acontecer com ele: 33“Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem vai ser entregue aos sumos sacerdotes e aos doutores da Lei. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos pagãos. 34Vão zombar dele, cuspir nele, vão torturá-lo e matá-lo. E depois de três dias ele ressuscitará”. 35Tiago e João, filhos de Zebedeu, foram a Jesus e lhe disseram: “Mestre, queremos que faças por nós o que vamos pedir”. 36Ele perguntou: “Que quereis que eu vos faça?”37Eles responderam: “Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando estiveres na tua glória!”38Jesus então lhes disse: “Vós não sabeis o que pedis. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber? Podeis ser batizados com o batismo com que vou ser batizado?” 39Eles responderam: “Podemos”. E ele lhes disse: “Vós be­bereis o cálice que eu devo beber e sereis batizados com o batismo com que eu devo ser batizado. 40Mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. É para aqueles a quem foi reservado”.41Quando os outros dez discípulos ouviram isso, indignaram-se com Tiago e João. 42Jesus os chamou e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam. 43Mas, entre vós, não deve ser assim: quem quiser ser grande seja vosso servo; 44e quem quiser ser o primeiro seja o escravo de todos. 45Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos.”— Palavra da Salvação.— Glória a vós, Senhor.

24 de mai. de 2016

PAPA FRANCISCO:Deus não nos identifica com o mal que cometemos

O Papa Francisco rezou a oração mariana do Angelus, na Praça São Pedro e na alocução que precedeu a oração, o pontífice frisou que “o evangelista João apresenta o episódio da mulher adúltera, evidenciando o tema da misericórdia de Deus que não quer a morte do pecador, mas que se converta e viva”.“A cena se realiza na esplanada do templo. Jesus está ensinando às pessoas e eis que chegam alguns escribas e fariseus que arrastam diante Dele uma mulher que tinha sido pega em adultério. Esta mulher se encontra ali, entre Jesus e a multidão, entre a misericórdia do Filho de Deus e a violência, a raiva de seus acusadores. Na realidade, eles não foram ao Mestre para pedir-lhe o seu parecer, mas para fazer-lhe uma armadilha. De fato, se Jesus seguir a severidade da lei, aprovando a lapidação da mulher, perderá a sua fama de mansidão e bondade que tanto fascina o povo; se ao invés for misericordioso, irá contra a lei que Ele mesmo disse não querer abolir, mas cumprir.” 

EVANGELHO DO DIA terça-feira, 24 de maio 2016

Evangelho (Mc 10,28-31)— O Senhor esteja convosco.— Ele está no meio de nós.— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.— Glória a vós, Senhor!Naquele tempo, 28começou Pedro a dizer a Jesus: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos”.29Respondeu Jesus: “Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, 30receberá cem vezes mais agora, durante esta vida — casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições — e, no mundo futuro, a vida eterna.31Muitos que agora são os primeiros serão os últimos. E muitos que agora são os últimos serão os primeiros”.— Palavra da Salvação.— Glória a vós, Senhor.

23 de mai. de 2016

ACADEMIA MOURÃOENSE DE LETRAS: o discurso do professor Agenor Krul

"Hoje volto ao ambiente da minha primeira aula de filosofia, para a primeira turma de Estudos Sociais, no primeiro dia de aula desta faculdade em 1974.
Trabalhei aqui até agosto de 2000 quando me aposentei.
Nos vários locais onde atuei e em toda minha vida profissional, sempre acreditei que não poderia deixar o local e as pessoas com quem convivi, como as encontrei, mas melhores. Minha profissão, o magistério, possibilita tal feito. Ser professor, posso dizer com convicção, permite e possibilita tal feito.
Posso dizer estar realizado, pois acredito ter tornado locais e boa parte dos alunos que se colocaram a minha frente, melhores e isso levou os membros da AML a me agraciarem com esta comenda: Vida e Liberdade. Obrigado.
Tenho de acrescentar que sempre senti o apoio de minha querida esposa, Janina Izabel e dos meus filhos Evandro e Fabiano. Minha gratidão perene. E minhas noras Érica e Fabiana  e os netos Sabrina, Miguel, Vivian e Livia que nos dão novas razões de vida.. Obrigado." - Professor Agenor Krul - discurso proferido após receber a Comenda Vida e Liberdade na sessão solene da Academia Mourãoense de Letras na noite de 21 de maio 2016.

ACADEMIA MOURÃOENSE DE LETRAS: Discurso da presidente Ester Piacentini

“É prática ritual e salutar que, no momento da assunção do mandato de cada diretoria, o presidente eleito passe ao longo instâncias inerentes à academia e se situe diante delas.
Passo a fazê-lo, no cumprimento do ritual.
Ingressei na Academia Mourãoense de Letras em 24 de junho de 2010, ocupando a cadeira 29, cujo patrono dr. José Carlos Ferreira,  gaúcho de Soledade, homenageado com a criação da cadeira, por seu pioneirismo e dedicação no desenvolvimento  e sua renúncia  de uma vida melhor em favor da medicina na região.
Na gestão 2012/2014 exerci o papel de secretária geral, tendo como presidente Jair Elias dos Santos Junior.
Na gestão 2014/2016 exerci o papel de vice-presidente, com o mesmo presidente.
Participei de todo o processo de ascensão da AML neste quadriênio.
Sob a orientação do presidente pude estar presente em todos os meandros dos processos executados.
Sabemos de que as coisas árduas e lustrosas se conseguem com trabalho e com fadiga. Na compensação, temos o prazer de fazer e fazer bem feito.
O vice-presidente transmite à presidência uma segurança de que não está só na tomada de decisão e projetos a serem estudados.
O secretário-geral e primeira secretária, ascende à presidência, não por mera rotina, mas pela sábia orientação que privilegia a experiência adquirida, e a intimidade com a realidade do agir e do administrar.
A tesoureira geral e primeiro tesoureiro, garante a segurança de investimentos e execução dos projetos que dependem de numerários;
Diretor de biblioteca, dá a segurança da história catalogada e arquiva em seus devidos afins;
Oradores asseguram a comunicação com históricos redundantes do dia a dia da instituição.
Aos companheiros de percurso, expresso o mais profundo agradecimento por terem concordado, e com entusiasmo, em co-participar da missão. Em nome da equipe formada agradeço a votação por aclamação com que fomos privilegiados.
Estou consciente do que representa a investidura na presidência. Como ser individual, como ser social.
Individualmente, gratifica em grande o voto de confiança.
Somos eventualmente agraciados, somos quarenta entre tantos que têm todas as condições de integrar seus quadros, mas os que a integram tem plena consciência da sua responsabilidade histórica nestes quatorze anos de sua fundação.
Essa qualificação e esse reconhecimento nos honram e nos transcendem.
Somos uma diretoria que ora toma posse, e tenho plena consciência de que uma diretoria plena e edificante não é feita somente da figura do presidente, mas de todos os membros escolhidos para ocuparem as funções diretivas e assim, cada qual com a sua responsabilidade, mas com um propósito comum: de grande participação e interesse, e laborar para que a nossa academia mourãoense de letras possa crescer em qualidade nos seus projetos e objetivos estatutários e da nossa cidade que tanto amamos. .
Ao todo somos quarenta agraciados com o título de imortais, mesmo sendo mortais. Neste grupo, os integrantes são pessoas normais que sonham, trabalham, não tem tempo, mas que se dispõem a fazer algo no plano da cultura, da arte e científica, preservando o cultivo do vernáculo e da literatura, podendo participar de iniciativas úteis do desenvolvimento cultural de campo mourão, do paraná e do brasil.
A língua e a literatura exigem de todos nós, mais do que nunca, o bom combate. Em especial a arte literária.
É de consenso lembrar que textos literários ajudam as pessoas a organizar seu pensamento e seu universo cultural. Possibilita-nos conhecer melhor a nós mesmos, ao mundo que nos cerca, à nossa relação com o mundo e com o outro. E mais: que o escritor é testemunha do seu tempo e que a literatura interpreta o presente, restaura emocionalmente o passado e possibilita a projeção ao futuro.
Cumpre reiterar que o texto literário contribui para a estruturação do imaginário nacional e para a formação da nacionalidade, leva o leitor ou ouvinte a questionar a realidade social que o cerca, propicia abertura para a transformação enriquecedora e mesmo, para a firmação da identidade, contribui para a formação da cidadania.
A diretoria que ora toma posse dará seguimento ao trabalho desenvolvido pelas que nos antecederam no processo contínuo de construção.
E aberta ao diálogo, esperamos contar com a colaboração e participação de todos os imortais, para além de eventuais desencontros e divergências. Não nos esquecendo de que a Academia Mourãoense de Letras é dos acadêmicos e acadêmicas, e de que a casa é para Campo Mourão, e sobretudo nos ultrapassa.
Na melhor tradição da AML, posso assegurar-lhes, a diretoria que ora assumimos, procuraremos agir com sabedoria, decidir com justiça, atuar corajosamente, e, mais que nunca cultivar a temperança.
Muito obrigado e felicidades a todos.” Ester de Abreu Piacentini – discurso proferido na sua posse como presidente da entidade na noite de 21 de maio de 2016.

ACADEMIA MOURÃOENSE DE LETRAS: O discurso do presidente Jair Elias

“Nesta noite, encerramos e abrimos mais um capítulo da história da Academia Mourãoense de Letras. Foi extremamente honroso presidir a Academia Mourãoense de Letras nos últimos quatro anos. Foi a maior honra e o maior privilégio que o destino me proporcionou. Jamais imaginei, na hipótese de receber das vossas mãos, Senhoras Acadêmicas e Senhores Acadêmicos, este legado e a missão de prosseguir, na sucessão de nomes tão ilustres da nossa história, nesta seara jubilosa, mas plena de responsabilidades, a de dirigir os trabalhos da nossa Casa, na condição de seu sexto presidente.
Não diria nunca que o acaso me fez chegar até aqui. Seria zombar demais do destino. Mas se aqui cheguei, mantive sempre a consciência de que se algo de positivo e de bom foi realizado nestes quatro anos, para alcançar tal resultado. Eleito e reeleito pela unanimidade dos meus pares, eu queria corresponder à confiança em mim depositada e desejava ser um bom Presidente desta Casa. Minha ambição, no caso, era trabalhar para cumprir um dever que excedia as minhas forças, poucas para tão ingente tarefa, mas ao qual me dedicaria com todo o empenho. E se alcancei algum êxito deve-se ao fato de ter contado com a colaboração dos meus companheiros de diretoria, aos quais agradeço, de coração, pelo apoio. Trabalhar com estes acadêmicos exemplares foi compreender a afirmação do poeta alemão Schiller: “Quando acompanhado de boas conversas \ o trabalho corre alegre”.
E, acreditai, assim passamos quatro anos. No correr deste tempo, ouvi sempre a palavra amiga, o conselho perfeito, a achega oportuna, e o comentário estimulante, muitas vezes salpicado dos meus queridos colegas de diretoria, aos quais, neste momento, agradeço publicamente pelo muito que fizeram neste trabalho em que o conjunto da obra dependia do esforço de todos.
É costume das despedidas dos presidentes a leitura de um farto relatório de atividades. Porém, nesta tribuna quero rememorar alguns fatos que entraram para a nossa história:
 Primeiramente, a posse de 17 novos acadêmicos, estes que deram uma nova vida e solidificaram a entidade na comunidade mourãoense e regional.
Ao longo destes dois mandatos choramos a partida dos nossos colegas Francisco Irineu Brzezinski, Rubens Luiz Sartori e Amani Spachinski de Oliveira, cujas ausências serão sentidas para sempre.
Criamos a comenda “vida e liberdade”, este ano em sua terceira edição, homenageando o ilustre professor e colega Agenor krul, por suas valiosas contribuições ao ensino superior da nossa cidade e na formação de gerações de mourãoenses.
Em 1989, ainda menino, tive a oportunidade de conhecer Antônio carlos Aleixo, que na época estava na diretoria da fundação cultural.
Outra vez o destino nos surpreende.
26 anos depois, o office-boy da fundacam, investido na presidência da academia mourãoenses de letras, tem a honra de presidir a solenidade que concede a comenda vida e liberdade ao professor Antônio carlos Aleixo, homem de origem humilde, cujas contribuições na educação e na cultura de campo mourão o fizeram credor desta honraria.
Mas, a maior ação da Academia nestes 14 anos de história, foi sem dúvida, o lançamento da obra inédita do médico e escritor Aracyldo Marques- “os desbravadores”, cujo romance desvela para nós a construção de uma cidade, feita com o arrojo de sua brava gente.
Nos momentos decisivos, a Academia foi a porta-voz do seu povo. Quando do trágico 29 de abril de 2014, ocasião que professores foram massacrados no Centro Cívico em Curitiba, a academia foi a única entidade representativa da sociedade civil de Campo Mourão que teve a coragem de se manifestar publicamente o seu apoio aos nossos professores.
Somente essas ações mostram o quanto que fizemos nestes quatros anos.
E neste momento festivo, devemos refletir também o futuro de Campo Mourão.
Daqui alguns meses, o povo, em sua sabedoria, vai eleger novos inquilinos para os Poderes Executivo e Legislativo.
Chamo-os de inquilinos, pois o poder é transitório e uma vez conquistado, foge das mãos como grãos de areia.
Tudo passa.
E o que fica em permanente da passagem pelo poder é somente um quadro nas galerias das personalidades que estiveram à frente dos poderes públicos.
Torço para que o povo seja capaz de reconhecer que Campo Mourão precisa de audácia e coragem. Digo sempre que ao construirmos o futuro, devemos olhar no retrovisor da história e nos exemplos daqueles fizeram ao seu tempo à nossa história. O novo mandatário da cidade deve guiar-se nos exemplos do passado, e criar uma nova receita de gestão pública, baseadas nos seguintes pontos e exemplos:
Grandeza e no legado deixado por Milton Luiz Pereira.
Milton venceu as eleições de 1963. Ao findar da apuração dos votos teve a grandeza de reunir um grupo de estudantes para conduzir o candidato derrotado até a sua casa. Ao despedir do grupo, Ivo Mário Trombini, reconheceu no vencedor a figura de um estadista. Mais ainda, passado o calor das eleições, Milton foi até a casa de Ivo, convida-lo para assumir a presidência da Associação Comercial.
Grandeza e espirito público.
Visão de futuro – Horácio Amaral construiu este prédio, sem um centavo de recursos do Estado e da União, somente com recursos próprios. Entendia que o maior legado que um gestor pode deixar para sua gente, é a Educação. E por isso não teve medo de construir uma faculdade, numa terra em que muitos diziam que não dariam frutos. E este sonho nasceu forte, pois trouxe para sua inauguração, nada menos que o maior intelectual que o Paraná teve, Bento Munhoz da Rocha Neto.

Grandeza, visão de futuro, espirito público e honestidade. Elementos imprescindíveis para a construção da Campo Mourão do futuro, da cidade que daqui três décadas vai comemorar seu Primeiro Centenário de Criação.
Senhoras e Senhores,
Não quero alongar-me nesta despedida da presidência da Academia. Deixo-a, ao lado dos meus companheiros da diretoria que aqui também se despedem, com a consciência do dever cumprido. Deixamo-la certos de termos contribuído, na medida das nossas forças, na defesa da língua e da literatura, como ordena nosso estatuto e, ao lado disso, na ampliação do campo da cultura alcançando o vasto território das humanidades.
Deixamo-la entregue às mãos competentes e experientes de Ester de Abreu Piacentini e dos seus companheiros de diretoria, todos vocacionados para a defesa dos perenes interesses da Casa, que já provaram, em diretorias anteriores, dedicação e competência.
Por fim, expresso o mais sincero agradecimento aos membros das duas diretorias que tive a honra de conduzir; aos Acadêmicos; aos meus amigos, cujas presenças honram-me nesta noite, e em especial, a minha querida esposa Márcia e a minha filha Ana Elisa.
Nesta despedida, retomo uma afirmação do Papa João Paulo II que diz: “Urge ter coragem de caminhar em uma direção na qual ninguém andou até hoje”. Estou certo de que o mais seguro não é optar pelo passado e pelo caminho já trilhado. É preciso escolher o futuro, o caminho que ainda se deve abrir.
E com os olhos neste futuro, posso com o Apóstolo Paulo: “Combati o bom combate. Terminei minha carreira. Guardei a fé”. Fé que guardarei hoje e pelos caminhos do amanhã. Um amanhã de esperança. Muito Obrigado.” Jair Elias dos Santos Júnior - discurso proferido na noite de 21 de maio de 2016, no encerramento da gestão 2014/16.

"O PADRE ESTÁ NOS momentos especiais na nossa vida", diz padre Carlos Chornobay

  Na celebração da Santa Missa deste primeiro domingo de agosto, a Igreja comemorou a vocação sacerdotal. O  padre Carlos Chornobay lembrou ...