6 de abr. de 2012

NA SEXTA-FEIRA SANTA PAPA LEMBRA: "A experiência do sofrimento e da cruz marca a humanidade e inclusive às famílias"


O papa Bento XVI neste mês completa 85 anos e comemorou a Sexta-feira Santa preocupado com a crise econômica que afeta a humanidade.
"Em nosso tempo, a situação de muitas famílias se vê agravada pela precariedade do trabalho e por outros efeitos negativos da crise econômica", disse o Papa ao final da tradicional Via Crucis noturna no Coliseu de Roma, que lembra o calvário de Cristo
.
O rito foi presidido pelo Papa do terraço do Monte Palatino, em frente ao importante anfiteatro e contou com a participação de milhares de peregrinos que levavam tochas e velas ao redor do célebre monumento romano que rememora o martírio dos primeiros cristãos.
"A experiência do sofrimento e da cruz marca a humanidade, marca inclusive a família; quantas vezes o caminho se faz fatigoso e difícil. Incompreensões, divisões, preocupações pelo futuro dos filhos, doenças, dificuldades de tipos diversos", completou. O sugestivo rito noturno, que foi transmitido diretamente a diversos países do mundo, foi aberto pelo cardeal viário de Roma, Agostino Vallini, que carregou a cruz na primeira estação, seguido por famílias de Itália, Irlanda, Burkina Faso e Peru. "Na aflição e na dificuldade, não estamos sós; a família não está só: Jesus está presente com seu amor", afirmou o Papa, que vestia paramentos vermelhos e parecia estar em bom estado físico. Depois do retorno de sua importante viagem a México e Cuba, o Papa iniciou na quinta-feira a maratona de celebrações da Semana Santa, a data mais importante do calendário católico, que será concluído com a missa do Domingo de Ressurreição na praça de San Pedro e a bênção "urbi et orbi" (à cidade e ao mundo).
Site Terra e G1.

MILHARES DE PESSOAS NA Via Crucis em Roma liderada pelo papa Bento XVI

O papa Bento XVI celebrou a Via Crucis em Roma diante de uma multidão nesta sexta-feira. O evento religioso lembra o sacrifício de Jesus Cristo e em Roma foi celebrado no Coliseu.
Fotos Reuters.

Em Cuba, a Igreja Católica, país historicamente marcado pela resistência à fé religiosa, exaltou o perdão e a reconciliação durante a primeira Sexta-Feira Santa de feriado realizada em décadas na ilha, que, por sua vez, foi marcada pela transmissão ao vivo do discurso do cardeal cubano Jaime Ortega.

COLUNA DA PROFESSORA MARIA JOANA: A morte foi derrotada, o crucificado ressuscitou!


A época em que vivemos, apesar do desenvolvimento material e tecnológico que conseguiu, experimenta na verdade, um caos econômico, intelectual, moral, ético, científico, ecológico e espiritual raramente igualado em toda a história humana. O ser humano moderno vive numa época de perplexidade e carência de sentido, sintoma da profunda crise planetária que vivemos e que afeta a todos. Esta crise pode significar um salto rumo a um estado superior do ser humano, bem como uma tragédia ameaçadora para toda a nossa espécie. Está em nossas mãos fazer a Páscoa de um mundo novo!
Que o espírito de Páscoa nos ajude a entender essa profunda crise, sem perder o sentido da ESPERANÇA. Apesar de estarmos com os pés fincados na dura realidade humana de conquista gananciosa e destruidora dos bens da terra, podemos e devemos erguer os olhos para o alto e atrelar nossas esperanças nAquele que Ressuscitou, dando sentido para nossas dores, medos, angústias, incertezas.
Mas quem é Jesus! Em química – Ele transforma água em vinho; em Biologia – Ele nasce sem ter tido uma concepção normal; em Física – Ele supera a gravidade quando ascendeu ao céu; em Economia – Ele submeteu a lei dos rendimentos decrescentes ao alimentar 5000 pessoas com 2 peixes e 5 pães; em Direito – Ele disse que deveria ser chamado de O Filho do Pai, Príncipe da Paz; em religião – Ele disse que ninguém chega ao Pai senão através d´Ele.
Ele não tinha servos e O chamavam de Mestre; não tinha escolaridade e O chamavam de Professor; não tinha remédios e O chamavam de Curador; não tinha exércitos e ainda assim Reis O temiam; não venceu batalhas militares ainda assim conquistou o mundo; não causou crise... ainda assim crucificaram-No; foi enterrado em uma tumba e ainda assim vive hoje.
Jesus Cristo dividiu a história humana em antes e depois dele. Esta delimitação é aceita por todos, e não apenas pelos 2 bilhões de cristãos, apenas um terço da humanidade. Jesus inverteu a lógica milenar de submissão a deuses cruéis, do antigo testamento com um ensinamento simples: amar a Deus é amar ao próximo. Depois de Jesus, Deus passou a ser o Deus da misericórdia, da compaixão e do perdão.
Veio pregar o Reino de Deus que se traduz por vida eterna não mais ameaçada pela morte. Assim a morte não é a última palavra, mas é a porta-PASSAGEM-PÁSCOA para se chegar a esta extraordinária realidade: a RESSURREIÇÃO. Com isso, realizou-se a grande utopia-sonho-desejo do nosso coração: vencer a morte, ressuscitar para a VIDA ETERNA. Jesus proclama a grande novidade: o amor é mais forte que a morte, o bem é mais forte que o mal, a criação vence a destruição.
Mais do que nos ensinar a viver, Jesus nos ensinou a morrer, a entregar-se ao Pai, a voltar confiante para a casa paterna, pois a morte não é o fim, mas é PÁSCOA- PASSAGEM PARA A VIDA ETERNA, onde a paz e o amor não terão fim. Até Jesus Cristo teve que passar pela morte para fazer a PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO.
É tempo de oração e tomada de posição diante de uma cultura de exploração ilimitada do planeta que leva a morte, atendendo ao consumismo desenfreado, a gastança, a ganância do lucro de poucos. O mundo vai ter que ser solidário “na marra” para vencer o inimigo comum, que é o aquecimento global, a falta d’água, de alimentos. É essencial CONSCIENTIZAÇÃO e MUDANÇA NO ESTILO DE VIDA de homens e mulheres do Planeta Terra.
Que o Deus Libertador nos ilumine. Que Ele nos acolha e abrigue a todos no espaço de sua tenda, planeta Terra: homens e mulheres, crianças, jovens, anciões, pessoas de todas as raças, credos, partidos, culturas e toda a natureza, e possamos celebrar juntos a Páscoa-passagem para um mundo novo!!! E que as mulheres possam anunciar a Ressurreição com a mesma coragem das mulheres discípulas de Jesus, que não tiveram medo da noite e saíram de suas casas para visitar ao túmulo na madrugada da manhã da Páscoa. Ouviram do Anjo a boa nova e foram as primeiras testemunhas da ressurreição de Cristo... Que como elas fizeram possamos anunciar a Ressurreição: “a morte foi derrotada, o crucificado ressuscitou!”.
Maria Joana Titton Calderari – membro da Academia Mourãoense de Letras, graduada Letras UFPR, especialização Filosofia-FECILCAM e Ensino Religioso-PUC.

ESPETÁCULO AUTO DA PAIXÃO DE CRISTO hoje às 20 horas na Praça São José em Campo Mourão


Auto da Paixão de Cristo acontece hoje em Campo Mourão às 20 horas na Praça São José, com encenação da peça teatral que mostra a vida, morte e ressureição de Jesus Cristo.
Mais de 200 pessoas, entre atores convidados, figurantes e técnicos, participam da encenação que apresenta passagens das curas de Cristo, dentro do tema da Campanha da Fraternidade 2012. O espetáculo é organizado pela Coordenação de Ação Teatral, da Fundação Cultural de Campo Mourão (Fundacam), em parceria com a Catedral Diocesana São José.
Entre as passagens que serão apresentadas está o batismo e a tentação de Jesus, a dança de Salomé, a ressurreição de Lázaro, a reunião dos Sacerdotes, a cura do Leproso, a última Ceia, o Monte das Oliveiras, a negação de Pedro, o julgamento de Pilatos, a coroa de espinhos, a Via-Crúcis e a ressurreição de Cristo.
Segundo a secretária especial de Cultura, Sonia Singer, a expectativa de participação é seis mil pessoas e neste ano com a parceria da Sanepar, Coamo, Colégio Vicentino Santa Cruz e Polícia Militar, além dos alunos da APAE, da Academia Municipal de Ballet e Escola Municipal de Artes Circenses, e soldados do Tiro de Guerra.
Os personagens que encenarão a peça são: Jesus Cristo, Paulo Henrique da Silva; Jesus bebê, Davi Amaral; Herodes, Francisco Pinheiro, Caifás, Francisco Hernandes; Centurião, Alessandro Godoi; João Batista e Pilatos, Geovane da Silva Rodrigues, Maria Mãe de Jesus, Arlete Delesporte; Samaritana, Samantha de Andrade; Salomé, Rebeca Ferreira; Maria Madalena, Vanessa Giroldo; e diabos: Daniele Costa Ferreira, Aline Cristina Amaral, Gabriel de Alencar e Evandro Castro. O espetáculo contará, ainda, com a participação de militares do Tiro de Guerra, bailarinas da Academia Municipal de Ballet, alunos da APAE e integrantes da Trupe de Circo Fundacam. A direção é de Francisco Hernandes e Vanuza Eloisa.

EVANGELHO DO DIA Sexta-Feira, 6 de Abril de 2012 (Paixão do Senhor)


Evangelho (João 18,1—19,42)
Sexta-Feira, 6 de Abril de 2012 Paixão do Senhor
Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo João. Naquele tempo, 1Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos.2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse: Pres.: “A quem procurais?”
Nar. 1: 5Responderam: Ass.: “A Jesus, o Nazareno”. Nar. 1: Ele disse: Pres.: “Sou eu”.Nar. 1: Judas, o traidor, estava junto com eles. 6Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram e caíram por terra.7De novo lhes perguntou:Pres.: “A quem procurais?” Nar. 1: Eles responderam: Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.Nar. 1: 8Jesus respondeu: Pres.: “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem”.Nar. 1: 9Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito: Pres.: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”.Nar. 2: 10Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11Então Jesus disse a Pedro: Pres.: “Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?” Nar. 2: 12Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano. 14Foi Caifás que deu aos judeus o conselho: L. 1: “É preferível que um só morra pelo povo”. Nar. 2: 15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote. 16Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17A criada que guardava a porta disse a Pedro: Mulher: “Não pertences também tu aos discípulos desse homem?” Nar. 2: Ele respondeu: L. 1: “Não”. Nar. 2: 18Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20Jesus lhe respondeu: Pres.: “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse”.Nar. 2: 22Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo: L. 1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?” Nar. 2: 23Respondeu-lhe Jesus: Pres.: “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?” Nar. 1: 24Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Sacerdote. 25Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe: L. 1: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?”Nar. 1: Pedro negou: L. 2: “Não!” Nar. 1: 26Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse: L. 1: “Será que não te vi no jardim com ele?” Nar. 2: 27Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. 28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse: Pilatos: “Que acusação apresentais contra este homem?” Nar. 2: 30Eles responderam:Ass.: “Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!” Nar. 2: 31Pilatos disse: Pilatos: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei”. Nar. 2: Os judeus lhe responderam: Ass.: “Nós não podemos condenar ninguém à morte”. Nar. 1: 32Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe: Pilatos: “Tu és o rei dos judeus?” Nar. 1: 34Jesus respondeu: Pres.: “Estás dizendo isto por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?” Nar. 1: 35Pilatos falou:Pilatos: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?” Nar. 1: 36Jesus respondeu: Pres.: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”. Nar. 1: 37Pilatos disse a Jesus: Pilatos: “Então, tu és rei?” Nar. 1: Jesus respondeu: Pres.: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”. Nar. 1: 38Pilatos disse a Jesus: Pilatos: “O que é a verdade?” Nar. 1: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus, e disse-lhes: Pilatos: “Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus?” Nar. 1: 40Então, começaram a gritar de novo: Ass.: “Este não, mas Barrabás!” Nar. 2: Barrabás era um bandido. 19,1Então Pilatos mandou flagelar Jesus. 2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus. Vestiram-no com um manto vermelho, 3aproximavam-se dele e diziam: Ass.: “Viva o rei dos judeus!” Nar. 2: E davam-lhe bofetadas. 4Pilatos saiu de novo e disse aos judeus: Pilatos: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”. Nar. 2: 5Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes: Pilatos: “Eis o homem!” Nar. 2: 6Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar: Ass.: “Crucifica-o! Crucifica-o!” Nar. 2: Pilatos respondeu: Pilatos: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum”. Nar. 2: 7Os judeus responderam: Ass.: “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”. Nar. 2: 8Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus: Pilatos: “De onde és tu?” Nar. 2: Jesus ficou calado. 10Então Pilatos disse: Pilatos: “Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?” Nar. 2: 11Jesus respondeu:Pres.: “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”.Nar. 2: 12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam: Ass.: “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”.Nar. 2: 13Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em hebraico “Gábata”. 14Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus: Pilatos: “Eis o vosso rei!” Nar. 2: 15Eles, porém, gritavam: Ass.: “Fora! Fora! Crucifica-o!” Nar. 2: Pilatos disse: Pilatos: “Hei de crucificar o vosso rei?” Nar. 2: Os sumos sacerdotes responderam: Ass.: “Não temos outro rei senão César”. Nar. 2: 16Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram.Nar. 1: 17Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado “Calvário”, em hebraico “Gólgota”. 18Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio.Nar. 1: 19Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito: Ass.: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.20Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. Nar. 1: 21Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: Ass.: “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”.Nar. 1: 22Pilatos respondeu: Pilatos: “O que escrevi, está escrito”.Nar. 1: 23Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto abaixo. 24Disseram então entre si: Ass.: “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será”. Nar. 2: Assim se cumpria a Escritura que diz: “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”. Assim procederam os soldados.Nar. 1: 25Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: Pres.: “Mulher, este é o teu filho”. Nar. 1: 27Depois disse ao discípulo:Pres.: “Esta é a tua mãe”. Nar. 1: Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: Pres.: “Tenho sede”.Nar. 1: 29Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre e disse: Pres.: “Tudo está consumado”. Nar. 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.(Aqui todos se ajoelham.)Nar. 2: 31Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz.Nar. 1: 32Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. 33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. Nar. 2: 35Aquele que viu dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 36Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”. 37E outra Escritura ainda diz: “Olharão para aquele que transpassaram”.Nar. 1: 38Depois disso, José de Arimatéia, que era discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos judeus — pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39Chegou também Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido encontrar-se com Jesus de noite. Levou uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. 40Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar.Nar. 2: 41No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 42Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.
Palavra d Salvação - Glória a Vós Senhor!

5 de abr. de 2012

EVANGELHO DO DIA - Quinta-Feira, 5 de Abril de 2012 (Ceia do Senhor)


Evangelho (João 13,1-15)
Quinta-Feira, 5 de Abril de 2012 Ceia do Senhor
1Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.2Estavam tomando a ceia
. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus.3Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, 4levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. 5Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido.6Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” 7Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”.8Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!”Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”.9Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça”.10Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos”.11Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos”.12Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? 13Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. 14Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. 15Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz.
Palavra da Salvação - Glórias a Vós Senhor!

4 de abr. de 2012

GOTAS DE MISERICÓRDIA!


"A alma que não saboreou a doçura do silêncio interior é um espírito inquieto e perturba o silêncio dos outros. (Diário de Santa Faustina, 119).
Do Blog da Eliana Sá.
Imagem das obras de Sérgio Striechen (Teixeira Soares, Paraná)

LUZIA SANTIAGO: O caminho da verdadeira liberdade


“Aplica-te a fazer a vontade de outro em vez da tua. Escolhe sempre ter menos e não mais. Busca sempre o último lugar. Sê submisso a todos. Deseja sempre e pede-o na oração – que a vontade de Deus se realize em ti até o fim. É assim que se penetra o domínio da paz e do repouso.
O inimigo emprega todos os recursos para extinguir o teu desejo de agir corretamente e para te afastar do exercício espiritual: do culto aos santos, da recordação de minha paixão, da memória salutar de teu pecado, do cuidado em perseverar teu coração e do firme propósito de crescer na virtude” (A Imitação de Cristo).
Que, nesta Semana Santa, você possa dedicar-se, com empenho, ao caminho da oração e das virtudes.
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago, Canção Nova.

EVANGELHO DO DIA Quarta-Feira, 4 de Abril de 2012 Semana Santa


Evangelho (Mateus 26,14-25)
Quarta-Feira, 4 de Abril de 2012 - Semana Santa
Naquele tempo, 14um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes 15e disse: “Que me dareis se vos entregar Jesus?”
Combinaram, então, trinta moedas de prata. 16E daí em diante, Judas procurava uma oportunidade para entregar Jesus.17No primeiro dia da festa dos Ázimos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Onde queres que façamos os preparativos para comer a Páscoa?” 18Jesus respondeu: “Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O Mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa, junto com meus discípulos’”.19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. 20Ao cair da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam, Jesus disse: “Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair”. 22Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar: “Senhor, será que sou eu?”23Jesus respondeu: “Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no prato. 24O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que nunca tivesse nascido!” 25Então Judas, o traidor, perguntou: “Mestre, serei eu?” Jesus lhe respondeu: “Tu o dizes”. - Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

A MANHÃ MARAVILHOSA DO YÁZIGI nesta terça-feira na Escola Paulo VI em Campo Mourão


"Foi uma manhã maravilhosa do Yázigi Campo Mourão" Se vocês pudessem ver a alegria das crianças que receberam as doações de caixas de bombom na Escola Paulo VI!", diz a teacher Ilana Cecília Galicki de Campos, retratando a emoção e a alegria da equipe de professores do Yázigi durante a ação social da instituição nesta terça-feira erm Campo Mourão.
O mesmo sentimento tem Rita Petruci, coordenadora do Yázigi, feliz com a aceitação das crianças. "Vimos crianças lindas, foi sensacional ver o sorriso, a inocência e a gratidão naqueles olhinhos, isso não tem preço."



Esta ação nesta época do ano antecedendo a Páscoa, em que os cristãos do mundo todo refletem sobre o sacríficio e o amor vivenciado por Jesus para todos nós, consolida a missão do Yázigi de colaborar para formar e ensinar cidadãos, indo muito além da qualidade de ensino, mas atuando em prol do bem comum. No Brasil, o Yázigi foi a primeira escola a ter um sistema de franquia. Nas imagens deste post, professores do Yázigi e alunos do Paulo VI celebrando o encontro e o momento da doação dos chocolates.

3 de abr. de 2012

ADEMIR DA GUIA, o "Divino", maior jogador do Palmeiras completa hoje 70 anos


Quem tem menos de 50 anos como eu não viu o maior jogador do Palmeiras, Ademir Da Guia jogar. Só pela televisão e inicialmente em preto e branco, depois em cores.
Mas, hoje é uma data especial para a história da Sociedade Esportiva Palmeiras, pois Ademir da Guia, completa 70 anos.
O Divino, como é chamado pelos torcedores, nasceu no Rio de Janeiro, em 1942, e ao longo de 16 anos de Palmeiras (1961-1977) ele ganhou 11 títulos e atuou em 901 partidas, que é recorde no Verdão.
Em 1984, o craque se despediu dos gramados jogando contra uma Seleção Paulista, no estádio do Canindé.
Dono de uma técnica apuradíssima, o ídolo palestrino conquistou os palmeirenses e entrou definitivamente para a história do clube. Formou ao lado de Dudu uma das maiores duplas de meio-campistas do nosso futebol. Abaixo, Ademir na Academia esmeraldina com Leão, Luiz Pereira, Edu, Leivinha, Nei e Cia.
No último dia 22 de fevereiro, Ademir da Guia comemorou 50 anos da sua estreia no Verdão.

MOTIVAÇÃO PARA A SEMANA SANTA


A Semana Santa é o grande retiro espiritual das comunidades eclesiais, convidando os cristãos à conversão e renovação de vida. Ela se inicia com o Domingo de Ramos e se estende até o Domingo da Páscoa. É a semana mais importante do ano litúrgico, quando se celebram de modo especial os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.
2ª A 4ª FEIRAS – Nestes dias, a Liturgia apresenta textos bíblicos que enfocam a missão redentora de Cristo. Nesses dias não há nenhuma celebração litúrgica especial, mas nas comunidades paroquiais, é costume realizarem procissões, vias-sacras, celebrações penitenciais e outras, procurando realçar o sentido da Semana.Tríduo Pascal O ponto alto da Semana Santa é o Tríduo Pascal (ou Tríduo Sacro) que se inicia com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se conclui com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério pascal. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal.
QUINTA-FEIRA SANTA - Neste dia celebra-se a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. A Eucaristia é o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, que se oferece como alimento espiritual.De manhã só há uma celebração, a Missa do Crisma que, na nossa diocese, é realizada na noite de quarta-feira, permitindo que mais pessoas possam participar. Na quinta-feira à noite acontece a celebração solene da Missa, em que se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. Nessa missa realiza-se a cerimônia do lava-pés, em que o celebrante recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos. Esse gesto procura transmitir a mensagem de que o cristão deve ser humilde e servidor. Nessa celebração também se recorda o mandamento novo que Jesus deixou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.” Comungar o corpo e sangue de Cristo na Eucaristia implica a vivência do amor fraterno e do serviço. Essa é a lição da celebração.
SEXTA-FEIRA SANTA - A Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da palavra divina, procurando entender o significado profundo da morte do Senhor. Neste dia não há missa. À tarde acontece a Celebração da Paixão e Morte de Jesus, com a proclamação da Palavra, a oração universal, a adoração da cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão.Na primeira parte, são proclamados um texto do profeta Isaías sobre o Servo Sofredor, figura de Cristo, outro da Carta aos Hebreus que ressalta a fidelidade de Jesus ao projeto do Pai e o relato da paixão e morte de Cristo do evangelista João. São três textos muito ricos e que se completam, ressaltando a missão salvadora de Jesus Cristo.O segundo momento é a Oração Universal, compreendendo diversas preces pela Igreja e pela humanidade. Aos pés do Redentor imolado, a Igreja faz as suas súplicas confiante. Depois segue-se o momento solene e profundo da apresentação da Cruz, convidando todos a adorarem o Salvador nela pregado: “Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo. – Vinde adoremos”. E o quarto momento é a comunhão. Todos revivem a morte do Senhor e querem receber seu corpo e sangue; é a proclamação da fé no Cristo que morreu, mas ressuscitou. Nesse dia a Igreja pede o sacrifício do jejum e da abstinência de carne, como ato de homenagem e gratidão a Cristo, para ajudar-nos a viver mais intensamente esse mistério, e como gesto de solidariedade com tantos irmãos que não têm o necessário para viver. Mas a Semana Santa não se encerra com a sexta-feira, mas no dia seguinte quando se celebra a vitória de Jesus. Só há sentido em celebrar a cruz quando se vive a certeza da ressurreição.
VIGÍLIA PASCAL - Sábado Santo é dia de “luto”, de silêncio e de oração. A Igreja permanece junto ao sepulcro, meditando no mistério da morte do Senhor e na expectativa de sua ressurreição. Durante o dia não há missa, batizado, casamento, nenhuma celebração. À noite, a Igreja celebra a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, revivendo a ressurreição de Cristo, sal vitória sobre o pecado e a morte. A cerimônia é carregada de ricos simbolismos que nos lembram a ação de Deus, a luz e a vida nova que brotam da ressurreição de Cristo.

COLUNA DA PROFESSORA MARIA JOANA: Vamos permitir!


Vamos deixar que entrem, que invadam o seu lar, pedir que quebrem que acabem com seu bem-estar. Vamos pedir que quebrem o que eu construi pra mim, que joguem lixo, que destruam o meu jardim...” Titãs.
Vivemos num mundo cada vez mais violento, inseguro, perigoso. Para nos proteger usamos todos os recursos materiais possíveis para proteger nossa casa, carro, bens materiais,” nosso jardim”.
Mas não colocamos nenhuma cerca, alarme, nenhuma segurança para proteger o nosso bem maior, a nossa consciência e a de nossos familiares, dos jovens que formarão as futuras gerações.
As tecnologias de comunicação como TV, a internet no Brasil atingiram alto padrão de qualidade, da audiência, com investimento gigantesco em publicidade e inúmeras repetidoras espalhadas por todos os cantos do Brasil e do mundo tendo um poder tremendo de penetração na sociedade e dentro de nossas casas, de nossas famílias.
Em todos os cantos deste imenso Brasil em todos os lares, podemos ver antenas parabólicas que ligam as pessoas em tempo real com os acontecimentos do mundo. Pode até faltar comida, mas não falta a TV...
Quantos valores e desvalores podem ser introduzidos sutilmente, quanto poder de construção e destruição carregam a sua programação...
Quando ligamos a televisão, conectamos com a internet, abrimos uma janela para entrar em sua casa, em nossa vida, coisas boas ou ruins - isso é uma questão de escolha.
Mas a grande maioria da população não tem acesso a muitos canais de televisão e assistem o que chega com mais facilidade e qualidade técnica... não necessariamente os melhores programas...
Uma rádio local vem fazendo uma enquete buscando saber dos ouvintes qual é o pior programa de televisão.
Poderia contribuir com a reflexão da população perguntando qual é o programa que está contaminando mais a nossa família com desvalores...
Mas fica sempre o perigo de estar fazendo propaganda, incentivando as pessoas a verem mais cenas de sexo, brigas, violência...
Os produtores de programas alegam que retratam a sociedade, que mostram o que o povo quer ver, o que dá audiência, ibope, o que faz sucesso. E gradativamente vem introduzindo, uma cultura de libertinagem, traição, adultério e rompimento com a célula familiar de forma sutil, fazendo com que esses desvalores sejam vistos como algo comum, corriqueiro, simples, natural e engraçado, ou seja, aceitável.
Sob o manto sagrado do não preconceito, da liberdade, da igualdade, do “vale tudo” vem apresentando temas polêmicos como homosexualidade, sexualidade liberada, drogas, separação, aborto, adoção, traição, violência...
O estímulo para ver “tudo” leva o telespectador ao absurdo de torcer para que as cenas de sexo apareçam ao vivo na TV, no computador, para ver o beijo gay, para que um irmão, um amigo traia o outro ficando com sua namorada, para que o mais violento vença, para que o personagem mau caráter engane a justiça e saia de cena vitorioso, livre, rico e “feliz”.
A velha ética da maladragem, do “o negócio é levar vantagem, certo!” levado ao extremo torna-se lei, norma.
Honestidade, integridade...” joguem no lixo...” já era..., que coisa fora de moda...
Vamos permitir que invadam "nosso jardim", a consciência sagrada de nossos filhos, netos e relativizem todos os valores, a moral, a ética...
Maria Joana Titton Calderari – membro da Academia Mourãoense de Letras, graduada Letras UFPR, especialização Filosofia-FECILCAM e Ensino
Religioso-PUC-majocalderari@yahoo.com.br

A IGREJA COMEMORA HOJE O Dia de São Ricardo



Com alegria contemplamos a vida de santidade do nosso irmão da fé São Ricardo, que hoje brilha no Céu como intercessor de todos os irmãos que peregrinam na Igreja terrestre. Nascido em 1197, era pobre, teve dificuldade de estudar e perdeu muito cedo seus pais. No seu tempo, Ricardo começou a ver a ignorância e superstição; ambição dos nobres; luxo do clero; regalismo do trono e decadência da vida monástica. Diante de sua realidade, não se entregou a murmurações e desânimos, mas como professor e reitor da Universidade de Oxford decidiu-se pela santidade, a fim de ser instrumento de renovação da Igreja na Inglaterra.Unido aos frades franciscanos e dominicanos, Ricardo fez de tudo, - como leigo, sacerdote e bispo ordenado pelo Papa - para reverter a resistência do rei que não queria a sua ordenação e, de toda situação triste que acabava atingindo duramente o povo. São Ricardo, até entrar na Casa do Pai com 56 anos, por dois anos coordenou sua diocese clandestinamente, visitando pobres, doentes e fazendo de tudo para evangelizar e ajudar na santificação dos mosteiros, clero e nobres ingleses, isto principalmente depois que o rei se dobrou sob ameaça de excomunhão do Papa. São Ricardo, rogai por nós! Fonte Canção Nova.

EVANGELHO DO DIA Terça-Feira, 3 de Abril de 2012


Evangelho (João 13,21-33.36-38)
Terça-Feira, 3 de Abril de 2012 - Semana Santa
Naquele tempo, estando à mesa com seus discípulos, 21Jesus ficou profundamente comovido e testemunhou: “Em verdade, em verdade vos digo, um de vós me entregará”.
22Desconcertados, os discípulos olhavam uns para os outros, pois não sabiam de quem Jesus estava falando.23Um deles, a quem Jesus amava, estava recostado ao lado de Jesus. 24Simão Pedro fez-lhe um sinal para que ele procurasse saber de quem Jesus estava falando. 25Então, o discípulo, reclinando-se sobre o peito de Jesus, perguntou-lhe: “Senhor, quem é?”26Jesus respondeu: “É aquele a quem eu der o pedaço de pão passado no molho”. Então Jesus molhou um pedaço de pão e deu-o a Judas, filho de Simão Iscariotes. 27Depois do pedaço de pão, Satanás entrou em Judas. Então Jesus lhe disse: “O que tens a fazer, executa-o depressa”.28Nenhum dos presentes compreendeu por que Jesus lhe disse isso. 29Como Judas guardava a bolsa, alguns pensavam que Jesus lhe queria dizer: ‘Compra o que precisamos para a festa’, ou que desse alguma coisa aos pobres. 30Depois de receber o pedaço de pão, Judas saiu imediatamente. Era noite. 31Depois que Judas saiu, disse Jesus: “Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. 32Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo. 33Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. Vós me procurareis, e agora vos digo, como eu disse também aos judeus: ‘Para onde eu vou, vós não podeis ir’”.36Simão Pedro perguntou: “Senhor, para onde vais?” Jesus respondeu-lhe: “Para onde eu vou, tu não me podes seguir agora, mas seguirás mais tarde”. 37Pedro disse: “Senhor, por que não posso seguir-te agora? Eu darei a minha vida por ti!” 38Respondeu Jesus: “Darás a tua vida por mim? Em verdade, em verdade te digo: o galo não cantará antes que me tenhas negado três vezes”. - Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

2 de abr. de 2012

ANDERSON "LAMBARI" PEDROSO, Walter Furtado e Eloísa Maciel vencem o 19º CONCURSO PINÓQUIO em Campo Mourão


Já é tradição há 19 anos e exemplo para o Paraná e o Brasil a cada ano Campo Mourão promover o Concurso Pinóquio, promovido em comemoração ao Dia da Mentira. Neste ano deu certo e o Concurso Pinóquio caiu bem no dia 1º de abril e um grande público prestigiou o evento no Teatro Municipal.
Uma grande oportunidade anual para rever os velhos conhecidos do humor e também para as primeiras apresentações de gente nova, como por exemplo na Categoria Infantil.
Exemplo da garotinha Eloísa Maciel, filha do premiado Gerson Maciel, radialista da Rádio Colméia que também já viu seu filho Bruno Maciel subir ao palco do Teatro e ser premiado no Concurso Pinóquio. E foi justamente a filha Eloísa quem fez o pai Gerson voltar ao palco após quatro anos para participar deste importante evento cultural promovido em Campo Mourão pela Fundação Cultural e Cecria - Centro de Criatividade.
“O Rádio” foi o tema da mentira contada por Anderson "Lambari" Carolo Pedroso e com esta história ele venceu na Categoria Mentira (adulto),


Aristeu Pereira de Jesus, garantiu a segunda classificação ao contar a mentira “O carro do ano” e Raymundo Spacki ficou em terceiro com “Lançamento de CD”.
Na Categoria Causo, Walter Furtado ficou em primeiro lugar com “O gago e o burro”Aline Cristina Amaral (Dona Romilda) em segundo lugar contando “O João da Meia Noite” e Saulo Aparecido de Souza (Coronel Justino), em terceiro lugar, com o causo “Os parentes da minha mulher”.
Na Categoria Mentira Infantil; Eloisa Camiato Maciel foi a vencedora com “A verdadeira história da onça branca de Mato Grosso”Allan e Laura, ficaram com a segunda classificação com “Metade meu e metade do meu irmão” e Alex Willian de Moraes conquistou a terceira classificação com a mentira “A bola” . Todos os classificados ganharam troféus e receberam premiações em dinheiro que totalizou R$ 6.600,00. Parabéns aos organizadores, incentivadores e participantes do Concurso Pinóquio 2012. Viva o humorismo mourãoense. Fotos e informações: Assessoria de Imprensa do Município de Campo Mourão.

MOURÃOENSE ITAMAR ADRIANO TAGLIARI recebe a Medalha do Mérito Reynaldo Ramon na festa dos 10 anos do CREF 9/PR


Boa notícia para o esporte de Campo Mourão. O mourãoense Itamar Adriano Tagliari, filho do professor Itamar Agostinho Tagliari recebeu na quarta-feira (28) a Medalha do Mérito Reynaldo Ramon. A honraria foi motivada pelas ações do "Itamarzinho" durante sua trajetória profissional que pugnaram pela consolidação da classe e benefício da sociedade e entregue pelo Presidente do Conselho Regional de Educação Física da 9ª Região do Estado do Paraná (CREF 9/PR), Antônio Eduardo Branco. O evento aconteceu na festa de 10 anos do CREF 9/PR e premiou profissionais de Educação Física e personalidades ligadas ao esporte paranaense.
Atualmente Itamar Adriano Tagliari atua como coordenador de projetos especiais da Secretaria de Estado do Esporte do Paraná, com destaque para os programas "Talento Olímpico do Paraná – TOP 2016", "Paraná Esporte Diversidade" e "Paraná Saudável".
Parabéns Itamarzinho, é Campo Mourão no pódio novamente. Viva!

FAÇA PARTE DO GRUPO "PÁSCOA FELIZ" doando chocolates para crianças carentes de entidades em CM


Páscoa Feliz! Nossas crianças merecem! E nós precisamos de sua colaboração!Ajudem-nos a propocioronar uma Páscoa mais feliz para crianças mourãoenses" Este é o mote de uma campanha lançada na rede social por um grupo de amigos de Campo Mourão para arrecadar chocolates para crianças carentes.
O nome do grupo é “Páscoa Feliz” com quase mil membros e as doações serão entregues para a APAE, Lar da Tia Jacira, Lar Miriã, Lar do Menor Dom Bosco, e, também poderão ser beneficiadas as crianças Vila Carolo.
O amigo Diego dos Reis Pereira é o idealizador da campanha. "A iniciativa veio de uma vontade de ajudar as crianças mais carentes de nossa cidade a ter uma páscoa feliz. Quem doa contribui com quem não pode ter um presente como esse, um chocolate, um bombom, enfim, uma lembrança na Páscoa. Nesses dias que antecedem à Páscoa precisamos muito do apoio das pessoas, doando, e até mesmo auxiliando com pontos de entrega de doação", disse Diego Reis.
Os pontos de entrega das doações são Wizard, Ópera 360 Multiagência, Tapowic, Napton Soluções, Prefeitura Municipal, TV Carajás, APAE, DCE da Fecilcam, UTFPR e CampoPlastic.
Cronograma - Diego informa que a entrega das doações na APAE será nesta quarta-feira; sábado no Lar Miriã, Lar Dom Bosco e Lar da Dona Jacira.
Serviço - As pessoas interessadas podem entrar em contato nos telefones (44) 9907-5405 ou 9108-3115. Para participar na rede social (Facebook) o grupo é "Páscoa Feliz".

PONTO DE VISTA: A ÉTICA ESTÁ EM SEGUNDO plano na televisão brasileira


Não é difícil perceber que a ética, na TV brasileira, está em segundo plano em algumas emissoras; em outras, até mesmo deixando de existir. Parece que as empresas de comunicação não enxergam a ética como uma necessidade social, mas como uma alternativa, por isso dão lugar à baixaria em suas programações, abrindo mão de suas regras de conduta.
A programação da TV brasileira está em declínio e um importante fator desse drama é a competição pela maior audiência na TV aberta. Sendo assim, o homem já não é tratado como cidadão, mas como mero consumidor.
Apelação sexual, exposição dos indivíduos ao ridículo, sensacionalismo, exibição de violência, instrumentalização dos conflitos familiares, palavras de baixo nível, incitação ao sexo, estimulação ao divórcio, incentivo à inversão de valores, pornografia; esses são alguns temas dos conteúdos da TV brasileira que não agregam valores à vida de quem os assiste.
Programas como reality shows – criticados pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) -, apresentam uma grande apelação sexual. Com esse tipo de conteúdo, que não promove a pessoa humana, nota-se que o importante para as emissoras é o resultado das pesquisas do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), mas não a ética.
Segundo a
nota divulgada pela CNBB, no dia 17 de fevereiro de 2011, esses programas “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes – fascinados por um prêmio em dinheiro ou por um fugaz momento como ‘celebridade’ -, quanto do público receptor, que é a família brasileira”. Para os bispos, programas como esses são um mal para a sociedade.
Outros programas desatentos à questão ética são aqueles que se utilizam dos dramas familiares, expondo pessoas ao ridículo, com o suposto objetivo de ajudá-las. Não é difícil perceber que, na verdade, não querem outra coisa senão estar à frente dos demais canais, então, usam desses casos para alcançar o lucro.
Até mesmo alguns programas de notícias, que se dizem comprometidos com a verdade e a imparcialidade, estão dando lugar ao sensacionalismo, enfocando notícias violentas, imagens trágicas que, ao contrário de levar o telespectador ao desejo de mudança da realidade, leva-o a um desejo de justiça, mas realizada por meio da vingança, o que só aumenta a violência.
O chamado “jornalista” desse tipo de programa apresenta-se ainda como um “super-herói” por ter a coragem de mostrar a realidade, quando, na verdade, o intuito de todo esse disparate é assegurar a audiência.
Há também outros tipos de jornais que tentam manipular a sociedade com aquelas notícias que já foram vendidas à custa de status, para não perder o domínio e o prestígio no mercado da comunicação. Essas emissoras não estão interessadas em esclarecer aos cidadãos sobre os seus direitos, a verdade que eles necessitam saber para, de alguma forma, mudar as situações à volta deles.
Outro ponto importante a ser mencionado é a publicidade na televisão, pois esta, além de estimular a demanda exagerada de bens materiais, apresentando o materialismo como estilo de vida, está ligada à incitação do sexo. Isso acontece já em qualquer horário, desrespeitando até mesmo a censura. Esse tipo de propaganda faz com que o telespectador sem senso crítico pense que a vida humana gira em torno do sexo. Sem contar a coisificação da mulher e o estímulo a casos extraconjugais como nas propagandas de cerveja.
Não se trata de apresentar um discurso moralista, mas sim de denunciar o fato de os meio de comunicação não levarem em consideração a questão ética, pois influencia a sociedade de forma negativa. Em muitos casos, até aliena o indivíduo, porque ele acredita que a vida é como as novelas, as propagandas e os jornais mostram. Esse tipo de programação faz com que o homem não tenha senso crítico diante de situações que ele deveria intervir como cidadão.
Portanto, são poucos os programas que contribuem, de fato, para a transformação da comunidade, a fim de aproximar o homem do conhecimento político, da realidade de mundo sem que essa seja alterada por aqueles que querem manipular a sociedade.
Willieny IsaiasMissionária da Comunidade Canção Nova.

PALAVRA DO ARCEBISPO DOM ORLANDO BRANDES:Semana Santa, o sofrimento de Deus


Os sofrimentos de Jesus foram físicos, morais, espirituais, psíquicos, sociais. O Pai silencia. Os discípulos fogem e dormem. O diabo tenta. As autoridades condenam. Os soldados torturam. Os zombadores vociferam humilhações e injurias. Os sacerdotes acusam. A multidão grita: crucifica-o. Barrabás, homicida, salteador, bandido, é solto. Jesus é executado. Ele o inocente, o justo, o benfeitor, o libertador, o salvador. A multidão preferiu ficar com Cesar e eliminar Jesus.
Jesus foi tido como ladrão, malfeitor, bandido, agitador, blasfemo, maldito. Mesmo assim, sofre com serenidade, paciência, nobreza, humanismo, ternura, bondade. Seus discípulos caíram em diferentes pecados: sonolência, abandono, negação, traição. Tornaram-se servos infiéis, incoerentes, indignos, ingratos, injustos. Jesus faz a experiência do pavor, angustia, tristeza e lágrimas.
O Filho de Deus é acusado de insurreição contra o Império e de blasfêmia contra Deus. Foi executado violentamente. A crucificação só era aplicada a escravos criminosos e rebeldes perigosos. A estrebaria, o banco dos réus, a cruz dizem tudo. Narram a rejeição, a hostilidade e a oposição que Jesus sofreu. O final trágico de Jesus não foi surpresa para Ele, pois desde o inicio da pregação do reino, Ele foi marcado para morrer. O povo o acolhia, mas para o poder Ele era uma ameaça, um estorvo, um perigo. Assim são os verdadeiros cristãos hoje. Estão sendo martirizados.
Jesus me amou e se entregou por mim, escreve o apóstolo Paulo. Ele é o amigo que sofre por mim. O pecado mata o Filho de Deus e os filhos de Deus. Deixemos a dor de Jesus nos afetar, pois Ele foi ultrajado, cuspido, maltratado, desprezado, escarnecido, rejeitado, torturado, reprovado, esmagado, executado. Faz experiência da falência. A paixão do Senhor é resultado da incredulidade, do fechamento, do paganismo humano. A paixão mostra a degradação humana e a humilhação extrema pelas quais passou o Filho de Deus.
Em sua paixão Jesus é irmão de todos os abandonados. A dor humana é também sofrimento de Deus. Ele é nosso companheiro no sofrimento, é expiação de nossos pecados. Ele carrega nossas culpas e dores. Ele se fez maldição para que nós fôssemos elevados à dignidade de filhos e herdeiros da gloria. Um Deus chagado, ferido, preso, fraco só pode nos comover, encher-nos de gratidão e admiração. Eis até onde chega a paixão de Deus pela humanidade. Eis o alto preço que pagou por nós.
Olhando para o crucificado podemos dizer; “É assim que se ama” (Sto Afonso). Jesus crucificado é o amor extremado, excessivo, exagerado de Deus por nós. O sangue e as chagas do Salvador nos levam a confessar: “Eis o que é o amor”. Surgem, diante da cruz, algumas perguntas: “Que fiz, que faço, que farei por Jesus”? A resposta mais acertada é: amarei meus irmãos. No sangue de Jesus somos consangüíneos, irmãos uns dos outros, familiares. Crer no amor, deixar-se amar e dar amor são os frutos da paixão e morte de Jesus. Brota, assim, em nosso coração um amor insaciável pela humanidade.
Tudo o que aconteceu com Jesus, tem uma explicação: Deus amou tanto o mundo que enviou seu Filho Jesus. O mundo deve saber que é amado. Quanto mais nos encantamos por Jesus tanto mais amaremos a humanidade. Tudo acontece “a partir de Cristo Jesus’”. Todas as nossas ações sociais dependem de nossas experiências espirituais. Do contrário, só há filantropia e ativismo. A essência do Cristianismo é o amor. Deixemos Deus governar e transformar nosso coração. Que Ele ame através de nossos gestos de amor fraterno.
Nossa devoção ao amor e à verdade nos tornam sábios e profetas em favor de uma sociedade justa e correta. O amor deve permear cada uma de nossas ações. Jesus Cristo morreu por nós para que nós vivamos para Ele. Quem vive para Jesus, vive para o irmão.
Dom Orlando Brandes é arcebispo de Londrina.

TODO JOELHO SE SOBRE ao nome de Jesus


A segunda leitura da litúrgia do Domingo de Ramos (Carta de São Paulo aos Filipenses 2,6-11) é bastante rica, esclarecedora e mostra a todos nós a humildade de Jesus e a sua obediência em fazer a vontade de Deus.
Mostra que Jesus tornou-se igual aos homens na medida em que "humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até à morte, e morte de cruz.
Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome."
E "Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre, no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua proclame: “Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai."

EVANGELHO DO DIA Segunda-Feira, 2 de Abril de 2012 - Semana Santa


Evangelho (João 12,1-11)
Segunda-Feira, 2 de Abril de 2012 Semana Santa
1.Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde morava Lázaro, que ele havia ressuscitado dos mortos. 2Ali ofereceram a Jesus um jantar; Marta servia e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele.
3Maria, tomando quase meio litro de perfume de nardo puro e muito caro, ungiu os pés de Jesus e enxugou-os com seus cabelos. A casa inteira ficou cheia do perfume do bálsamo. 4Então, falou Judas Iscariotes, um dos seus discípulos, aquele que o havia de entregar: 5“Por que não se vendeu este perfume por trezentas moedas de prata, para dá-las aos pobres?” 6Judas falou assim, não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão; ele tomava conta da bolsa comum e roubava o que se depositava nela. 7Jesus, porém, disse: “Deixa-a; ela fez isto em vista do dia da minha sepultura. 8Pobres, sempre os tereis convosco, enquanto a mim, nem sempre me tereis”.9Muitos judeus, tendo sabido que Jesus estava em Betânia, foram para lá, não só por causa de Jesus, mas também para verem Lázaro, que Jesus ressuscitara dos mortos. 10Então, os sumos sacerdotes decidiram matar também Lázaro, 11porque por causa dele, muitos deixavam os judeus e acreditavam em Jesus. - Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

PESQUISA CONFIRMA QUE BRASILEIRO sabe que precisa ler mas não tem interesse por leitura


O resultado de uma importante pesquisa sobre leitura foi tema de reportagem da Agência Brasil com a repórter Amanda Cieglinski publicada no final de semana mostra o desinteresse da maioria da população brasileira sobre a atividade de ler. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada pelo Instituto Pró-Livro é resultado de entrevistas com cinco mil pessoas em 315 municípios.
Dos participantes, 64% concordam que “ler bastante pode fazer uma pessoa vencer na vida e melhorar sua situação econômica”, mas 30% deles disseram que não gostam de ler, outros 37% gostam um pouco e apenas 25% gostam muito.
Para aqueles que não leem isso é justificado pela “falta de tempo”, e também 30% disseram “não gostar de ler” e outros 21% “preferem outras atividades”.
Concordo com os especialistas que apontam que a falta de hábito de leitura é cultural, e que é preciso "reiventar o processo da descoberta da leitura".
Lembro bem e isso deve ter acontecido também para quem tem mais de 30 anos e menos de 50 que as leituras nos colégios eram encaradas como obrigação e não por prazer. Então, é necessário que os professores continuem persistindo e insistindo comos alunos mostrando o lado bom e o prazer da leitura.

1 de abr. de 2012

A IGREJA CELEBRA HOJE o Domingo de Ramos. Mas o qual o seu significado para os cristãos?


O Papa Bento XVI resume bem o que significa a celebração do Domingos de Ramos, neste primeiro de abril e comemorado pelos fiéis católicos em todo o mundo.
Depois da bênção dos ramos, logo no início de sua homilia, o Papa disse: “O Domingo de Ramos é o grande portal de entrada na Semana Santa, a semana em que o Senhor Jesus caminha até ao ponto culminante da sua existência terrena. Ele sobe a Jerusalém para dar pleno cumprimento às Escrituras e ser pregado no lenho da cruz, o trono donde reinará para sempre, atraindo a Si a humanidade de todos os tempos e oferecendo a todos o dom da redenção”.
Bento XVI lembrou ainda a entrada de Jesus em Jerusalém.“Aquele que a multidão aclama como o Bendito é, ao mesmo tempo, Aquele em quem será abençoada a humanidade inteira. Assim, na luz de Cristo, a humanidade reconhece-se profundamente unida e, de certo modo, envolvida pelo manto da bênção divina, uma bênção que tudo permeia, tudo sustenta, tudo redime, tudo santifica”.
O Papa prosseguiu, destacando qual seria a “primeira grande incumbência que nos chega da festa de hoje: o convite a adotar a visão reta sobre a humanidade inteira, sobre os povos que formam o mundo, sobre suas diversas culturas e civilizações”.
Bento XVI lançou ainda algumas questões: “Quais são as nossas reais expectativas? Quais são os desejos mais profundos que nos animaram a vir aqui, hoje, celebrar o Domingo de Ramos e iniciar a Semana Santa?”
Dirigindo-se especialmente aos jovens, respondeu: “Que o Domingo de Ramos possa ser para vocês o dia da decisão: a decisão de acolher o Senhor e segui-Lo até ao fim, a decisão de fazer da sua Páscoa de morte e ressurreição o sentido da suas vidas cristãs”. Fonte: Rádio Vaticano

EVANGELHO DO DIA - Domingo, 1 de Abril de 2012 (Domingo de Ramos)


Evangelho (Marcos 15,1-39)
Domingo, 1 de Abril de 2012
Domingo de Ramos
Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos:
1Logo pela manhã, os sumos sacerdotes, com os anciãos, os mestres da Lei e todo o Sinédrio, reuniram-se e tomaram uma decisão. Levaram Jesus amarrado e o entregaram a Pilatos
.
2E Pilatos o interrogou:
Pilatos: “Tu és o rei dos judeus?”
Narrador 1: Jesus respondeu:
Pres.: “Tu o dizes”.
Narrador 1: 3E os sumos sacerdotes faziam muitas acusações contra Jesus. 4Pilatos o interrogou novamente:
Pilatos: “Nada tens a responder? Vê de quanta coisa te acusam!”
Narrador 1: 5Mas Jesus não respondeu mais nada, de modo que Pilatos ficou admirado.
6Por ocasião da Páscoa, Pilatos soltava o prisioneiro que eles pedissem. 7Havia então um preso, chamado Barrabás, entre os bandidos, que, numa revolta, tinha cometido um assassinato.
8A multidão subiu a Pilatos e começou a pedir que ele fizesse como era costume.
9Pilatos perguntou:
Pilatos: “Vós quereis que eu solte o rei dos judeus?”
Narrador 2: 10Ele bem sabia que os sumos sacerdotes haviam entregado Jesus por inveja.
11Porém, os sumos sacerdotes instigaram a multidão para que Pilatos lhes soltasse Barrabás.
12Pilatos perguntou de novo:
Pilatos: “Que quereis então que eu faça com o rei dos judeus?”
Narrador 2: 13Mas eles tornaram a gritar:
Ass.: Crucifica-o!
Narrador 2: 14Pilatos perguntou:
Pilatos: “Mas, que mal ele fez?”
Narrador 2: Eles, porém, gritaram com mais força:
Ass.: Crucifica-o!
Narrador 1: 15Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus e o entregou para ser crucificado.
16Então os soldados o levaram para dentro do palácio, isto é, o pretório, e convocaram toda a tropa.
17Vestiram Jesus com um manto vermelho, teceram uma coroa de espinhos e a puseram em sua cabeça.
18E começaram a saudá-lo:
Ass.: “Salve, rei dos judeus!”
Narrador 1: 19Batiam-lhe na cabeça com uma vara. Cuspiam nele e, dobrando os joelhos, prostravam-se diante dele.
20Depois de zombarem de Jesus, tiraram-lhe o manto vermelho, vestiram-no de novo com suas próprias roupas e o levaram para fora, a fim de crucificá-lo.
21Os soldados obrigaram um certo Simão de Cirene, pai de Alexandre e Rufo, que voltava do campo, a carregar a cruz.
22Levaram Jesus para o lugar chamado Gólgota, que quer dizer “Calvário”.
23Deram-lhe vinho misturado com mirra, mas ele não o tomou.
24Então o crucificaram e repartiram as suas roupas, tirando a sorte, para ver que parte caberia a cada um.
25Eram nove horas da manhã quando o crucificaram.
26E ali estava uma inscrição com o motivo de sua condenação:
Ass.: “O Rei dos Judeus”.
Narrador 2: 27Com Jesus foram crucificados dois ladrões, um à direita e outro à esquerda.(28)
29Os que por ali passavam o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:
Ass.: “Ah! Tu, que destróis o Templo e o reconstróis em três dias, 30salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!”
Narrador 2: 31Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, com os mestres da Lei, zombavam entre si, dizendo:
Ass.: “A outros salvou, a si mesmo não pode salvar!”
32O Messias, o rei de Israel... que desça agora da cruz, para que vejamos e acreditemos!”
Narrador 2: Os que foram crucificados com ele também o insultavam. 33Quando chegou o meio-dia, houve escuridão sobre toda a terra, até as três horas da tarde.
34Pelas três da tarde, Jesus gritou com voz forte:
Pres.: “Eloi, Eloi, lamá sabactâni?”
Narrador 2: Que quer dizer:
Pres.: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”
Narrador 2: 35Alguns dos que estavam ali perto, ouvindo-o, disseram:
Ass.: “Vejam, ele está chamando Elias!”
Narrador 2: 36Alguém correu e embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e lhe deu de beber, dizendo:
Leitor 1: “Deixai! Vamos ver se Elias vem tirá-lo da cruz”.
Narrador 2: 37Então Jesus deu um forte grito e expirou.
(Aqui todos se ajoelham e faz-se uma pausa.)
Narrador 1: 38Nesse momento, a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes.
39Quando o oficial do exército, que estava bem em frente dele, viu como Jesus havia expirado, disse:
Leitor 1: “Na verdade, este homem era o Filho de Deus!”
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

QUAL É O SEU maior cargo?

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