O agricultor é um forte. Forte, porque acredita, tem vocação e amor à sua terra, sendo um apaixonado pelo que faz.
É forte, porque faz a sua parte e cumpre a sua missão, independente do governo ou mesmo do clima. Clima este que é imprescindível para o sucesso da safra.
O agricultor é otimista, e com esperanças renovadas, lança suas sementes em solo fértil acreditando na boa germinação, precedendo uma promissora colheita.
Colheita que é esperada com boas produtividades superando a expectativa do agricultor a cada novo ciclo. E que se torna recompensa pelo seu trabalho com entusiasmo, inovação e investimento. E sempre com muito afinco e determinação, almejando ótimas colheitas.
O agricultor é um forte! Forte, porque sabe que do seu suor e da labuta diária de sol a sol depende a produção de alimentos e assim, a certeza, que milhões de pessoas serão alimentadas e terão a sua fome saciada, de Norte a Sul, e de Leste a Oeste do nosso país e do mundo.
O agricultor é um forte! Forte, porque apesar dos cenários nem sempre favoráveis das políticas econômicas, cambiais, agrícolas e dos preços, ele não deixa de se fazer presente na parte que lhe cabe.
O agricultor é, seguramente, um forte! Forte por ser um empreendedor rural sempre corajoso, esperançoso e persistente.
E com a graça de Deus e a fé renovada, acredita em safras bem melhores como prêmio pela sua dedicação na sua atividade.
Por isso e muito mais, com orgulho, respeito e admiração, como cooperativista há quase 42 anos, e neto de dois agricultores fundadores da Coamo (Paulo Teixeira Duarte e Romão Martins), eu tiro o chapéu para você agricultor que lança suas sementes em solo fértil faz uma produção sustentável e ajuda o Brasil a crescer.
ET: na imagem da família Reczenzen, de Pitanga, a homenagem a todas as famílias cooperativistas que produzem alimentos para o Brasil e o mundo.
Ilivaldo Duarte, cooperativista, jornalista, membro da Academia Mourãoense de Letras, fundador da cadeira 28.
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