1 de out. de 2026

EVANGELHO 1 de outubro 2026

 Evangelho 

(Lc 10,1-12)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Convertei-vos e crede no Evangelho, pois o Reino de Deus está chegando!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1 o Senhor escolheu outros setenta e dois discípulos e os enviou dois a dois, na sua frente, a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir. 2 E dizia-lhes: "A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Por isso, pedi ao dono da messe que mande trabalhadores para a colheita. 3 Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. 4 Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias, e não cumprimenteis ninguém pelo caminho! 5 Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: 'A paz esteja nesta casa!' 6 Se ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; se não, ela voltará para vós. 7 Permanecei naquela mesma casa, comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador merece o seu salário. Não passeis de casa em casa. 8 Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem, 9 curai os doentes que nela houver e dizei ao povo: 'O Reino de Deus está próximo de vós.' 10 Mas, quando entrardes numa cidade e não fordes bem recebidos, saindo pelas ruas, dizei: 11 'Até a poeira de vossa cidade, que se apegou aos nossos pés, sacudimos contra vós. No entanto, sabei que o Reino de Deus está próximo!' 12 Eu vos digo que, naquele dia, Sodoma será tratada com menos rigor do que essa cidade".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

30 de set. de 2026

ALCEU ELIAS FELDMANN: sonho realizado com seriedade e parcerias sólidas para o agro sustentável

Com mais de cinco décadas dedicadas ao setor de fertilizantes, o engenheiro agrônomo Alceu Elias Feldmann, fundador e presidente da Fertipar - na foto com a filha Juliana, na Fazenda Experimental da Coamo em agosto de 2024- valoriza a trajetória profissional, a evolução do mercado brasileiro de fertilizantes e a sólida parceria construída.  O empresário destaca os valores que sustentam a empresa, os investimentos em logística e a importância para o desenvolvimento da agricultura nacional.

ORIGEM - Natural de Pouso Redondo, em Santa Catarina, Feldmann formou-se em Agronomia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e iniciou sua carreira como vendedor de fertilizantes na antiga Ultrafértil, experiência que lhe deu amplo conhecimento do mercado agrícola brasileiro. iniciou sua carreira no setor logo após concluir a graduação em Agronomia, em 1969. Desde então, dedicou sua vida profissional à atividade que ajudou a transformar a agricultura brasileira. 

Em 1980, fundou a Fertipar em um armazém alugado em Paranaguá (PR), aproveitando a proximidade com o principal porto de entrada de matérias-primas para fertilizantes no país. Sob sua liderança, a empresa cresceu e se transformou em um dos maiores grupos do setor, com atuação nacional e participação relevante no mercado brasileiro de fertilizantes.

Sua trajetória passou por diferentes regiões produtoras do país, especialmente Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul. "Eu enxerguei modelos de distribuição que ainda não existiam no Paraná e pensei: vou montar uma empresa. Em janeiro de 1980 começamos a Fertipar."

VISÃO - "São mais de 55 anos trabalhando com fertilizantes. Talvez seja uma das poucas coisas que eu entenda muito bem. Foi uma atividade que me conquistou desde o início e que me permitiu acompanhar de perto a evolução do agronegócio brasileiro."

TRANSFORMAÇÃO  - Ao recordar suas primeiras visitas ao Paraná, Feldmann destacou a impressionante transformação das áreas agrícolas da região de Campo Mourão."Quando passei por essa região nos anos 1970, havia muitas áreas de baixa fertilidade, com samambaia e sapé. Hoje vemos terras altamente produtivas, fertilizadas e que ajudam a alimentar o Brasil e o mundo."

FUTURO - Segundo ele, a evolução tecnológica e o manejo adequado do solo foram fundamentais para essa mudança. A relação entre Fertipar e Coamo começou há décadas e foi se fortalecendo ao longo do tempo. Atualmente, a cooperativa é o principal cliente da empresa. "Sempre foi um sonho vender para uma cooperativa de referência como a Coamo. Começamos devagar, construindo confiança, e hoje temos muito orgulho dessa parceria."

REQUISITOS - Feldmann ressaltou que atender uma cooperativa do porte da Coamo exige elevada capacidade logística e planejamento. "Para atender a Coamo é preciso ter estrutura, logística e confiabilidade. Há momentos em que carregamos dezenas de carretas por dia. O fertilizante precisa chegar no momento certo para acompanhar o calendário de plantio dos cooperados."

ESSENCIAL - O dirigente enfatizou que a entrega do fertilizante no prazo correto é tão importante quanto a entrega das sementes. "Junto com a semente, o fertilizante é um dos principais insumos da agricultura. Por isso trabalhamos com muita responsabilidade para garantir o abastecimento no momento certo."

Entre os principais projetos da empresa está sempre a evolução com ampliação da estrutura logística no Porto de Paranaguá.  Segundo Feldmann, a iniciativa permitirá mais eficiência no desembarque de fertilizantes. "Estamos interligando três berços de atracação diretamente às nossas unidades por meio de esteiras. Teremos capacidade para descarregar até mil toneladas por hora. É uma modernização importante para o porto e para toda a cadeia do agronegócio."

PAÍS É EXEMPLO - Agricultura brasileira é exemplo mundial. Feldmann também defendeu o alto nível tecnológico da agricultura nacional. "Tudo o que existe de mais moderno no mundo está presente no Brasil. Máquinas, sementes, genética e tecnologias de manejo. O agricultor brasileiro não perde em nada para os produtores dos países mais desenvolvidos."

SUCESSÃO - Questionado sobre os pilares que sustentam a Fertipar, Alceu Feldmann aponta a seriedade como principal valor da companhia. "Seriedade é fundamental. Temos responsabilidade com nossos clientes e fornecedores. O fertilizante precisa chegar na hora certa e isso exige compromisso e planejamento."

LEGADOS - Com uma história construída sobre trabalho, confiança e visão de longo prazo, Alceu Elias Feldmann se

consolidou como uma das principais lideranças do setor de fertilizantes no Brasil, mantendo uma parceria estratégica para garantir aos produtores brasileiros  acesso a insumos de qualidade, tecnologia e segurança no campo.

Alceu Feldmann, nasceu em 1949, e teve a experiência de vendedor que o ajudou a aproximar-se de uma cadeia que mais tarde se tornaria a base de sua fortuna. É reconhecido por seu perfil discreto, de pouquíssimas fotos, é uma pessoa simples, de bom papo e de muitas histórias, sabe da sua responsabilidade e legados como contribuição a geração de riquezas, empregos, impostos e ao crescimento do agronegócio e da indústria de fertilizantes.

Assista entrevista de Alceu Feldmann no Momento Coamo: https://www.youtube.com/watch?v=gjA5c1og65g

MÁRIO PAULISTA e Leandro "Esquerda" Demétrio: duas feras nas décadas do esporte mourãoense

"A  minha infância foi tranquila, em Salto Grande (SP) onde catava frutas no sítio e jogava muita bola. Era uma época de muita tranquilidade e a  gente se divertia muito. Em 1978 viemos de Luiziana morar em Campo Mourão. Chegamos no jardim Copacabana, mas nem bem cheguei, vi os eucaliptos do estádio Roberto Brzezinski (RB) e enquanto o pessoal descarregava a mudança não pensei duas vezes e corri para ver o estádio. Estava tendo um jogo, foi um momento muito legal, nem bem cheguei e já estava dentro do RB." A história é contada pelo esportista, treinador e lenda do esporte mourãoense, Mário Paulista. - Na foto acima, Mário está ao lado do esportista e jogador de futsal, Leandro Demétrio, o "Esquerda.".

Mário Paulista perdeu as contas de quantos jogadores  treinou em mais de 50 anos nos campos de  futebol, ou nas quadras de futebol de salão e futsal. "Comecei a jogar futebol em Campo Mourão com 17 anos. Teve um dia no RB que o falecido José Carlos Galbier, o “Tio BEC” me chamou para apitar jogos das categorias menores. Daí fui ficando e com 21 anos parei de jogar futebol. Então passei a cuidar de futebol e a ser treinador com as categorias menores em 1982." 

Mário sempre gostou de futebol e quando foi  para Luiziana, então distrito de Campo Mourão, jogou no campinho de futebol, de terra, ao lado da casa do seo Romão Martins - avô do Ilivaldo Duarte- que é nome de rua e do estádio na cidade, e reunia toda a família para jogar. "Eu ficava olhando e jogava de gândula, mas um dia faltou um e o falecido Raul Campos Martins (Tio do Ilivaldo), me chamou para completar o time. O Raul foi o melhor cabeceador que vi jogar em Campo Mourão, era tipo Leivinha do Palmeiras. Ele foi o meu primeiro treinador, depois joguei no estádio em vários times lá em Luiziana, antes de vir para Campo Mourão."

O lendário e sempre amado Mário Paulista é uma pessoa calma e simples, de muitos amigos e que conhece muito cada palmo da nossa cidade, principalmente onde tem um campo de grama ou terra, e sua companhia sempre foi a sua "magrela", uma bicicleta que dela não se separa nunca.

Abaixo, Mário Paulista com Esquerda e amigos do futebol. Ah, sobre o Leandro Demétrio, o "Esquerda" e sua história vai ser assunto em outro post no BLOG DO ILIVALDO DUARTE.




LEANDRO MITTMANN conquista prêmio "Jornalismo Transição Energética", no RS

"Estou muito feliz e honrado pela reportagem “Dejetos: de problema ambiental à geração de energia” ter sido escolhida como a vencedora na primeira edição do Prêmio Jornalismo Transição Energética, na categoria Texto, em premiação promovida pela Sulgás, com apoio da Associação Riograndense de Imprensa (ARI)  Instituto Caldeira ", comemora Leandro Mariani Mittmann, Jornalista especializado em agronegócio, editor assistente de Rural do Correio do Povo. Na imagem de Fabiano do Amaral, Leandro com a presidente da ARI, Cláudia Coutinho.

Conheço o Leandro há muitos anos e sempre seu profissionalismo e relacionamento desde quando trabalhou na revista A Granja por 21 anos, dos quais 18 como editor. Atualmente é  um jornalista especializado e como ele mesmo diz, apaixonado pelo Agro, atuando no jornal Correio do Povo em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

Leandro conta que seu trabalho premiado foi publicado no Correio do Povo e destacou as iniciativas e potencialidades da produção de biogás e biometano, a partir de dejetos suínos, justamente na suinocultura gaúcha, uma das três maiores do país. 

"Além da alegria pela premiação, fiquei satisfeito pelo trabalho abordar o agronegócio, pois para mim, o agro é o coração dos combustíveis renováveis. Muito obrigado às fontes da reportagem (nos comentários), que foram fundamentais na elaboração desse trabalho.", diz Leandro Mittmann.

“No Brasil, o potencial de biogás a partir de dejetos animais é de aproximadamente 12,09 bilhões de metros cúbicos/ano, equivalente a cerca de 33,14 milhões de metros cúbicos/dia. No Rio Grande do Sul, o potencial de biogás a partir de dejetos animais é de aproximadamente 1,47 bilhão de metros cúbicos/ano, equivalente a cerca de 4,02 milhões de metros cúbicos/dia. 

Esses números não são exclusivos da suinocultura, mas mostram a dimensão da oportunidade para a proteína animal, recorte no qual a suinocultura está inserida”, destacou a Abiogás - Associação Brasileira do Biogás e do Biometano.


COMUNICAÇÃO DEVE SER ESTRATÉGICA, mas qual é o seu papel depois que tudo foi decidido?

Todo mundo quer uma comunicação estratégica. Até precisar tratar a comunicação como estratégia.

Há uma contradição que ainda vejo em muitas organizações:
A comunicação é uma das primeiras áreas cobradas quando algo dá errado. Mas nem sempre é uma das primeiras chamadas quando as decisões estão sendo tomadas.


A demanda chega no fim. O prazo é curto.
O briefing ainda está sendo construído. Há diferentes instâncias de aprovação. E, mesmo assim, espera-se uma entrega impecável.

Isso não significa relativizar erros ou diminuir a responsabilidade de quem trabalha com comunicação.

Qualidade técnica é obrigação. Mas qualidade também depende de processo.

Quando a comunicação só entra depois que tudo foi decidido, seu papel fica reduzido à execução: produzir o texto, criar a peça, divulgar, conseguir repercussão.

Comunicação estratégica é outra coisa. É compreender o contexto antes da mensagem.
É antecipar riscos. É ajudar a definir narrativas.
É pensar públicos, canais, timing e reputação.
É, inclusive, dizer quando não comunicar.

E isso exige contexto, planejamento, informação, autonomia técnica e participação nas decisões que terão impacto sobre a percepção da organização.

Tenho pensado bastante sobre isso também pela perspectiva da gestão: não basta cobrar que uma equipe seja estratégica. É preciso criar condições para que ela trabalhe estrategicamente.

Uma organização revela o espaço que realmente dá à comunicação não no discurso. Mas no momento em que chama a área para a mesa.

Comunicação não é a última etapa de uma decisão.
Comunicação é estratégia.
- Fonte: Linkedln Thaís Mesquita Cantanhêde - Gerente de Comunicação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

E A SUA COMUNICAÇÃO?

 


JOÃO BATISTA DA SILVEIRA LUIZ: escolha pela agronomia, cooperativismo e por Campo Mourão

Uma referência para gerações de profissionais da
agronomia. Assim muitos definem o engenheiro agrônomo João Batista da Silveira Luiz, que  teve sua trajetória homenageada em um emocionante depoimento ao jornalista Ilivaldo Duarte - veja link ao final desta matéria-.

Ele resgata memórias da infância no Rio Grande do Sul, de sua chegada a Campo Mourão e os mais de 36 anos de dedicação à Coamo Agroindustrial Cooperativa.

ATUAÇÃO - Reconhecido pela competência técnica, liderança e participação ativa no fortalecimento da classe agronômica, João Batista é lembrado como um dos profissionais que acompanharam e contribuíram para as profundas transformações da agricultura brasileira nas últimas décadas.

ORIGEM E ESCOLHA - Natural de Pinheiro Machado (RS), na região Sul do Estado, João Batista se formou em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas em 1972. A profissão foi uma escolha influenciada pelas raízes rurais da família e pelo exemplo do pai, produtor rural que cultivava valores como trabalho, determinação e cooperação.

Em 1978, enquanto trabalhava em Guarapuava, decidiu buscar novos desafios. A oportunidade surgiu por meio de um anúncio publicado na Gazeta do Povo, que procurava um engenheiro agrônomo para atuar na Coamo. Incentivado por familiares e pela admiração que nutria pelo sistema cooperativista, participou do processo seletivo e foi contratado.

UMA DECISÃO -  Inicialmente integrado à área de Sementes, João Batista acompanhou uma fase de intensa expansão da cooperativa e do agronegócio regional. Entre suas atribuições estavam visitas às unidades produtoras de sementes no Paraná, atividade que lhe permitiu acompanhar de perto o desenvolvimento técnico da agricultura.

TUDO MUDOU - Ao recordar aquele período, destaca as mudanças ocorridas no campo e na própria cidade de Campo Mourão. “Mudou tudo. A cidade, a agricultura, a atividade sementeira. Houve uma tremenda evolução. A própria Coamo cresceu demais, se expandiu e intensificou a industrialização.”

INFLUÊNCIA DO PAI- Um dos momentos mais marcantes do depoimento ocorreu quando João Batista relembrou a influência do pai, Elpídio da Silveira Luiz, produtor rural e entusiasta do cooperativismo. Ao ingressar na Coamo, ele escreveu uma carta manuscrita relatando justamente essa admiração pelo modelo cooperativista. 

Décadas depois, ao completar 30 anos na cooperativa, o documento foi resgatado de seus arquivos pessoais. “Quando a carta apareceu depois de tantos anos, eu levei um susto. Nunca imaginei que alguém tivesse guardado aquilo.”

AEACM - Além da atuação profissional, João Batista construiu uma importante história de participação institucional. Durante mais de uma década integrou diretorias da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Campo Mourão (AEACM), entidade considerada uma das mais tradicionais do Paraná. Também presidiu a associação e participou de momentos marcantes, como a construção da sede própria e o fortalecimento da representatividade da categoria.


CONECTADO - Mesmo aposentado há vários anos e convivendo com uma severa limitação visual, continua acompanhando os acontecimentos da agricultura, do cooperativismo e da profissão. Durante a entrevista, falou com serenidade sobre os desafios impostos pela perda da visão. “A visão representa 80% da nossa interação com o mundo. Mas, como tudo na vida tem remédio, a gente acaba se adaptando e convivendo com esse problema.”

RÁDIO LIGADO - Nesse processo de adaptação, o rádio permanece como um companheiro inseparável. Desde a infância vivida em uma fazenda distante dos centros urbanos, o veículo de comunicação sempre esteve presente em sua rotina. “O nosso único meio de contato com o mundo era através do rádio. E o rádio continua vivo.”

SER PROFISSIONAL - Ao analisar a evolução da agronomia, João Batista ressalta que o profissional moderno precisa estar cada vez mais preparado para enfrentar um mercado em constante transformação. “Esse mundo só tem lugar para pessoas bem preparadas.”

FUTURO - Aos estudantes e jovens profissionais, deixou uma mensagem de confiança no futuro da profissão. “Acredite na sua profissão. O Brasil é um dos raros países que pode contribuir para a alimentação do mundo. O profissional bem preparado vai ter espaço, vai se destacar e terá alegria em ser formado em Agronomia.”

ESCOLHA ACERTADA - Ao final da homenagem, resumiusua trajetória em uma frase que traduz a gratidão por sua caminhada pessoal e profissional. 

“Primeiro eu acertei ao escolher a profissão. Segundo, eu escolhi Campo Mourão para viver.”

A afirmação retrata  a história de um cidadão e um  profissional, que ajudou a construir o desenvolvimento agrícola da região e segue sendo admirado pelo conhecimento,  humildade e legado deixado à agronomia e ao cooperativismo.

Para ver e acessar esta conversa inédita do jornalista Ilivaldo Duarte com o agrônomo João Batista:

https://www.youtube.com/watch?v=Rs1iYSqHJ_Y 


ELEITORADO BRASILEIRO por estado


 

EVANGELHO 30 setembro 2026

 Evangelho (Lc 9,57-62)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Eu tudo considero como perda e como lixo, a fim de eu ganhar Cristo e ser achado nele!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 57 enquanto Jesus e seus discípulos caminhavam, alguém na estrada disse a Jesus: "Eu te seguirei para onde quer que fores". 58 Jesus lhe respondeu: "As raposas têm tocas e os pássaros têm ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça". 59 Jesus disse a outro: "Segue-me". Este respondeu: "Deixa-me primeiro ir enterrar meu pai". 60 Jesus respondeu: "Deixa que os mortos enterrem os seus mortos; mas tu, vai anunciar o Reino de Deus". 61 Um outro ainda lhe disse: "Eu te seguirei, Senhor, mas deixa-me primeiro despedir-me dos meus familiares". 62 Jesus, porém, respondeu-lhe: "Quem põe a mão no arado e olha para trás, não está apto para o Reino de Deus".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

29 de set. de 2026

VEM AÍ "CAMINHANDO COM MARIA" 2026

 


ESTÚDIO COAMO destaca investimento em estrutura e tecnologia para recebimento das safras

 A Coamo tem promovido investimentos cada vez maiores em logística, armazenagem e tecnologia, com um trabalho permanente, planejamento antecipado, modernização das unidades e aprimoramento dos processos operacionais. Tudo para assegurar agilidade no atendimento aos cooperados e preservação da qualidade dos grãos. Esse foi o tema principal do episódio 6 do Estúdio Coamo – produção da Assessoria de Comunicação da Coamo e exibido no domingo, 27 de setembro- com apresentação do jornalista Guilherme Boller e como entrevistados o diretor de Logística e Operações, Edenilson Carlos de Oliveira e O gerente de Produtos Agrícolas, José Carlos de Andrade.

O diretor de Logística e Operações, Edenilson Carlos de Oliveira, explicou que a preparação para uma safra começa logo após o encerramento da anterior. Segundo ele, o volume recebido pela cooperativa exige uma estrutura robusta e um planejamento detalhado, envolvendo desde a contratação de mão de obra e fornecimento de biomassa até investimentos em secadores, armazenagem e equipamentos de transporte interno. "A safra começa quando termina a outra. Estamos sempre olhando para frente, revisando indicadores e identificando onde estão os gargalos para direcionar os investimentos necessários", destacou.

Para o gerente de Produtos Agrícolas, José Carlos de Andrade, praticamente não existe mais período de entressafra nas unidades. Mesmo quando não há recebimento de grãos, as equipes permanecem trabalhando na manutenção dos equipamentos, organização dos estoques, abertura de espaço para novas colheitas e preparação das estruturas para os próximos ciclos produtivos.

Nos últimos anos, a Coamo realizou investimentos expressivos em armazenagem, considerados fundamentais para acompanhar o crescimento da produção dos cooperados. A cooperativa ampliou sua capacidade estática em diversas regiões, especialmente no Paraná, além de modernizar secadores, tombadores, moegas, elevadores e sistemas de transporte interno de grãos.

Segundo o diretor de Logística e Operações, cada investimento realizado busca fortalecer a estrutura da cooperativa e garantir retorno aos milhares de cooperados. "Com aprovação em assembleia geral, os recursos contratados visam a modernização das estruturas para beneficiar os produtores. Desta maneira, a Coamo segue investindo em tecnologia, infraestrutura e capacitação das equipes para acompanhar o crescimento da agricultura, além de aumentar a eficiência operacional e oferecer segurança, qualidade e competitividade aos seus cooperados.”

Para assistir o Estúdio Coamo, acesse https://lnkd.in/drB3KY8W

HISTÓRIA: ANDERSON Cristiano Hertz, uma trajetória de gestão e paixão pelo futsal

A modalidade de futsal, que um dia já foi futebol de salão em Campo Mourão em décadas anteriores é a modalidade coletiva mais lembrada e apaixonada na cidade Capital do Centro-Oeste do Paraná. E é a que mais leva o nome do Município a nível nacional.

O título da Copa Sul de Futsal conquistado domingo em Xanxerê, é uma prova de que esse bicampeonato - o primeiro conquistado há 20 anos- não foi por acaso, mas a soma de muitos bons e estruturados anos, por muitas cabeças e mãos em um projeto inovador idealizado em uma cidade de médio porte, com mais de 105 mil habitantes, no interior do Paraná.

Um dos nomes desta trajetória institucional e esportiva vitoriosa é Anderson Cristiano Hertz, atual gestor e  presidente da Associação Campo Mourão Futsal.  Hertz ocupa uma posição de liderança na entidade, e esteve sempre junto com outros esportistas apaixonados na participação e construção do projeto Campo Mourão Futsal.

"É muito bom ganhar e ser campeão, e ficamos felizes em que ver que o nosso futsal além de representar a cidade e contar com uma grande torcida, é principalmente, um instrumento de formação humana e de cidadania", garante o gestor.

Outra conquista do projeto Campo Mourão Futsal liderado por Anderson Hertz tem sido o trabalho de relacionamento institucional e captação de apoio com diversas empresas, como a  Coamo, patrocinadora histórica do Campo Mourão Futsal e o grupo Integrado, apenas para citar dois exemplos.

Para este apaixonado pela cidade, o esporte e é claro, o futsal, a atuação de um time que está entre os principais do cenário do salonismo paranaense e brasileiro não deve ficar somente na  montagem de elenco ou à rotina administrativa, mas alcança outras dimensões que o torcedor e a cidade não vê como as ligadas à estrutura, ao planejamento, a segurança e a sustentabilidade com o futuro do projeto.

"É muito importante a nossa  participação na formação de jovens atletas e cidadãos. O nosso  projeto social é instrumento de cidadania e que eles podem seguir tanto para o esporte quanto para outras profissões. O projeto atende milhares de crianças e adolescentes todo ano em Campo Mourão", comenta Hertz.

A imagem acima que ilustra esta matéria dá a verdadeira dimensão da alegria, emoção e orgulho deste cidadão mourãoense, Anderson Hertz, vestindo a camisa do carneirão e da Capital do Centro-Oeste do Paraná na conquista mais importante até aqui do Campo Mourão Futsal.



SÃO MIGUEL, Gabriel e Rafael, rogai por nós

 


EVANGELHO 29 setembro 2026

 Evangelho (Jo 1,47-51)

- Aleluia, Aleluia, Aleluia.

- Bendizei ao Senhor Deus, os seus poderes, seus ministros que fazeis sua vontade!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

- Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 47 Jesus viu Natanael que vinha para ele e comentou: "Aí vem um israelita de verdade, um homem sem falsidade". 48 Natanael perguntou: "De onde me conheces?" Jesus respondeu: "Antes que Filipe te chamasse, enquanto estavas debaixo da figueira, eu te vi". 49 Natanael respondeu: "Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel". 50 Jesus disse: "Tu crês porque te disse: Eu te vi debaixo da figueira? Coisas maiores que esta verás!" 51 E Jesus continuou: "Em verdade, em verdade, eu vos digo: Vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem".

— Palavra da Salvação.

28 de set. de 2026

BRASÃO DE ARMAS DE CAMPO MOURÃO: os elementos e os significados do símbolo oficial

Quando no dia a dia você encontrar ou for atendido por um servidor público municipal com uniforme, preste atenção. 

É bem provável que ele tenha na sua camisa uma imagem do Brasão de Armas de Campo Mourão (imagem ao lado). 

Mas poucos devem saber o seu significado. O BLOG DO ILIVALDO DUARTE pesquisou e em anos anteriores postou várias vezes a importância e o significado deste símbolo oficial da Capital do Centro-Oeste do Paraná.

O Brasão de Armas de Campo Mourão simboliza a história, a autonomia e as riquezas naturais do município paranaense, adaptado do escudo original da família de Dom Luís Antônio de Souza Botelho e Mourão (o Morgado de Mateus). 


CRIAÇÃO DO BRASÃO DE ARMAS DE CAMPO MOURÃO 
A primeira tentativa de instituir o brasão de armas de Campo Mourão foi em 5 de dezembro de 1953 de autoria do prefeito Daniel Portela enviado ao poder legislativo. A iniciativa foi aprovada em três discussões nas sessões realizadas em março de abril de 1954. 
Mas em maio de 2005 houve a aprovação do novo escudo, devido a erros na bandeira e brasão, com a sanção da Lei 1930, fruto de intenso trabalho de pesquisa sobre os símbolos municipais,  dos pesquisadores Pedro da Veiga e Jair Elias dos Santos Júnior.
OS ELEMENTOS E OS SIGNIFICADOS DO BRASÃO DE CAMPO MOURÃO: 
1. COROA MURAL
A coroa mural, de prata, com suas torres ameiadas e sua porta cada uma, como timbre, é o símbolo de autonomia municipal, de cidade, alcançada pela emancipação político administrativa e o predicamento de comarca.
2. A COR VERDE
A cor verde ou "sinopla", no campo do escudo há de firmar o ideal de paz e felicidade, abundância e liberdade, esperança e fé da gente que veio habitar o território dos "Campos do Mourão", e aí, labutando, por todas formas justas e honestas, visando o progresso próprio e da região.
3. DUAS FAIXAS DE OURO
As duas faixas de ouro, cortadas horizontalmente o campo verde, em chefe e em ponta, simbolizando os principais cursos de água, delimitadores do planalto de Campo Mourão, na mesopotâmia do Piquirivaí, como riquezas, por serem fontes de alimento e do equilíbrio ecológico e de força hidráulica. As faixas simbolizam também as primitivas vias de penetração, o sistema de caminhos indígenas pré-colombianos, conhecidos por Peabiru.
4. A FORTALEZA NOSSA SENHORA DOS PRAZERES
A fortaleza posta no coração do escudo, representa a nova concentração urbana de 1940, fruto de povoamento contemporâneo e o ideal de que ela venha a ser pelo desenvolvimento geral, a principio metrópole da região, mas, sobretudo, para religar às raizes da formação paranaense que ressurgiu da fundação da vila de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá, consolidada pela edificação da Fortaleza de Nossa 
Senhora dos Prazeres ou a Fortaleza de Paranaguá, na Ilha do Mel, nosso primeiro baluarte de solidez contra invasores de qualquer natureza, afirmação de posse e domínio luso-brasileiro em terras do Paraná, nascente.
Também evoca a primeira tentativa de conquista dos campos de Guarapuava, com o fundamento do Forte de Nossa Senhora do Carmo em setembro de 1770, e os fundamentos de Atalaia, em 27 de junho de 1810, na expedição pacifica de povoamento dos campos guarapuavanos sob o comando de Diego Pinto de Azevedo Portugal. 
Dos campos guarapuavanos procediam os primeiros iniciadores do desbravamento de Campo Mourão, no final do século XIX".
5. O RAMO DE PINHEIRO
O ramo de pinheiro lembra a "Terra dos Pinheirais", como era conhecido nosso Estado e a riqueza florestal do Município que investe na reposição de recursos, mediante o florestamento e reflorestamento.
6. RAMO DE CAFÉ
O ramo de café frutado, como suporte ou sustentáculo, à destra, assinala o sentido que teve o desbravamento moderno do território regional, como novas bandeiras povoadoras, rememorando as tentativas iniciais dos verdadeiros fundadores de Campo Mourão. No início deste século, no sentido da abertura de maiores recursos econômicos, iniciando atividades agropecuárias, em suas várias formas, maior riqueza na atualidade.
7. LISTEL DE OURO
Na parte inferior do escudo, um listel de ouro com as seguintes inscrições em verde: 
"1769-1770 CAMPO MOURÃO 5 de dezembro de 1947".
Estas inscrições representam, respectivamente, a data de denominação original do território do Município (1769-1770) e a data da instalação do Poder Legislativo (5 de dezembro de 1947).
Na imagem acima, o prefeito de Campo Mourão, Douglas Fabrício, a frente do brasão de armas do Município no seu gabinete, no Paço 10 de Outubro. 
Fonte:  
Livro: A evolução e a história dos símbolos do Município de Campo Mourão - Paraná. Autoria dos historiadores Jair Elias dos Santos Júnior e Pedro Veiga.

EVANGELHO 1 de outubro 2026

  Evangelho  ( Lc 10,1-12) - Aleluia, Aleluia, Aleluia. - Convertei-vos e crede no Evangelho, pois o Reino de Deus está chegando! Proclamaçã...