2 de mai. de 2026

ENTREVISTA DE DOMINGO: Max Moreno

-Minha trajetória profissional é uma coleção de desvios.
Já fui de servente de pedreiro a professor de inglês. Passei pelo desenho arquitetônico, por escritórios de contabilidade, pelo comércio exterior e pelas vendas, sempre em movimento. No fundo, é menos sobre profissão e mais sobre inquietação-, diz o radialista, professor e escritor Max Moreno. 

Na comunicação, ele encontrou um eixo e trabalhei em diversas emissoras de rádio e está na Musical FM, sua casa há mais de vinte anos.

Max é o personagem da ENTREVISTA DE DOINGO, no BLOG DO ILIVALDO DUARTE.

QUEM É MAX MORENO? Sou Max moreno LaurentinoNunes, filho de Ataíde Laurentino e Maria Odete Nunes. Sou casado, pai de Bárbara e Rodrigo. Nasci em 7 de agosto de 1968 em Mariluz, Paraná.


- Marilluz, no Noroeste do Paraná, na região de Umuarama, tem forte vocação
agropecuária, foi fundada em1953, pela Colonizadora Mariluz, com forte influência de colonos de Marília (SP), além de imigrantes italianos, alemães, japoneses e portugueses
.

COMO SE DEFINE?  Um curioso por natureza, movido pela inquietude. Aprender, para mim, não é escolha, é estado. Sou calmo, reservado e atento ao que quase sempre passa despercebido.

COMO ACHA QUE OS OUTROS TE VÊEM?  Qualquer resposta a essa pergunta será mera conjectura, já que parto da minha própria perspectiva para tentar imaginar o olhar do outro sobre mim. Ainda assim, ouso supor que me veem como alguém alegre, descontraído, comunicativo e disposto a lutar pelo que quer.


ONDE E QUANDO FOI A SUA INFÂNCIA?  Passei toda a minha infância na cidade do Guarujá, no estado de São Paulo. Foi lá que joguei bola na rua, empinei pipas e entrei pela primeira vez em uma escola, onde tive também meu primeiro contato com os livros e com a literatura, cuja importância na minha vida explicarei mais adiante nesta conversa.    

                 
ONDE ESTUDOU E QUE CURSOS FEZ?  Minha formação vem da rede pública, entre São Paulo e o Paraná, atravessando as dificuldades crônicas do setor no país. 
Tenho formação acadêmica em Marketing. 


QUAL A SUA TRAJETÓRIA PROFISSIONAL?   Minha trajetória profissional é uma coleção de desvios. Já fui de servente de pedreiro a professor de inglês. Passei pelo desenho arquitetônico, por escritórios de

contabilidade, pelo comércio exterior e pelas vendas, sempre em movimento. No fundo, é menos sobre profissão e mais sobre inquietação.

Na comunicação, encontrei um eixo. Trabalhei em diversas emissoras de rádio, entre elas Metropolitana FM, Cidade FM, Alternativa FM, Ilha FM e a Musical FM, minha casa há mais de vinte anos.

O QUE FAZ HOJE?  Atualmente trabalho como radialista, professor de inglês e escritor.


O QUE MAIS GOSTA DE FAZER?  Rádio e literatura são
minhas grandes paixões. Não por acaso, dedico boa parte da minha vida a elas. Também gosto de lecionar inglês, embora sempre esta atividade esteja em segundo plano.


DESDE QUANDO É APAIXONADO PELA VIDA E COMUNICAÇÃO? Pela vida, acredito que desde que

nasci, pelo menos é o que minha mãe costuma dizer (risos). Já a comunicação sempre me fascinou. Desde muito jovem, passava horas ouvindo programas de rádio, imaginando-me do outro lado da sintonia. Para mim, era um mundo mágico, cuja porta de entrada parecia estreita demais para as minhas pretensões.

Naquela época, para ser locutor, era quase obrigatório ter um vozeirão grave, algo que eu definitivamente não tinha. Minha voz sempre foi de timbre médio. Ainda assim, não perdi as esperanças.

Eu ouvia a rádio Bianca FM 92,5, de Umuarama, e gostava de toda a equipe. Mas havia um locutor em especial que me encantava: Adriano Shock (foto abaixo).A voz, a forma de se comunicar, o carisma, a inteligência, a cultura musical, tudo nele me prendia. Seu estilo fugia do padrão e, talvez por isso, me mostrava que havia outros caminhos possíveis.

Ainda não tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente, mas somos “amigos” nas redes sociais. Obrigado, Adriano. Quem sabe um dia a gente ainda tome uma cerveja juntos.!

QUAL DECISÃO MARCOU SUA HISTÓRIA?  Renunciar a um salário razoável em um escritório de contabilidade para entrar no rádio ganhando o mínimo. Foi um salto no escuro e, ainda assim, um dos acertos mais conscientes que já fiz. Quando acredito em um sonho, não negocio: arrisco.

COMO É A EXPERIÊNCIA DE SER ESCRITOR? 
QUAL ESTILO? Ser escritor, para mim, é uma forma de inquietação permanente. Escrevo porque certas perguntas não me deixam em paz. E, nesse sentido, a literatura não é apenas expressão, é também confronto. Interesso-me por aquilo que desloca, que causa estranhamento, que obriga o leitor a sair do lugar comum. Porque é no desconforto que a reflexão começa. Escrevo ficção, e busco uma narrativa que se aproxime do pensamento, que dissolva fronteiras entre narrador e personagem. Por isso, recorro com frequência ao estilo indireto livre, como uma forma de tornar a voz mais íntima, mais ambígua e, talvez, mais humana.

 SE FOSSE PREFEITO QUAIS SERIAM SEUS PROJETOS?  A educação seria o centro de tudo. É dela que nasce o pensamento crítico, e sem ele não há sociedade que se sustente. Meu foco estaria em investir de forma consistente na formação, na valorização dos professores e em estruturas que realmente permitam aprender, não apenas passar pelo sistema.

COMO AVALIA A 

NOSSA COMUNICAÇÃO?  A comunicação, especialmente no rádio, ainda carrega vícios antigos. Há quem não tenha se reinventado, seja por resistência, seja por acomodação. E isso atravessa tudo: da locução ao noticiário. O problema é o apego ao que já funcionou. O que foi consagrado vira muleta. Mas comunicação não pode viver de repetição. Ela precisa se mover, mesmo quando isso incomoda. Eu escolhi o caminho do coloquial. Não por descuido, mas por intenção. Falar como as pessoas falam não empobrece a língua, aproxima. Às vezes, um “cê”, um “tá” ou um “bora” dizem mais do que qualquer construção impecável. Prefiro o risco de soar simples ao erro de soar artificial. Porque, no fim, comunicação sem verdade não se sustenta.

O NOSSO RÁDIO DE CADA DIA CONTINUA CADA VEZ MAIS “VIVO”? Sim, na minha opinião, o rádio segue vivo na vida das pessoas. Não com a mesma força de antes, é verdade, mas ainda ocupa um espaço relevante no cotidiano de muita gente. O público mais jovem hoje dispõe de inúmeras alternativas de entretenimento, o que naturalmente desloca o rádio do centro. Ainda assim, não acredito em seu desaparecimento. O rádio sobrevive, e pode evoluir. Para isso, porém, é necessária uma reciclagem profunda dos comunicadores. Sem renovação de linguagem, de abordagem e de mentalidade, o meio corre o risco de se acomodar. E comunicação que se acomoda perde relevância.

O QUE MAIS TE MOTIVA NA COMUNICAÇÃO? Sou naturalmente motivado pelo que faço. A música sempre foi um motor importante para mim. Durante o programa, mergulho nas canções, muitas vezes no volume máximo, seja nas que estão programadas, seja nas que chegam pelos ouvintes. Mas há algo que vai além disso: o vínculo com as pessoas. O carinho que recebo, inclusive de quem nunca vi pessoalmente, tem um peso enorme. Muitos me tratam como um amigo, como alguém que faz parte da rotina, quase da família. Saber que posso contribuir, ainda que de forma simples, para a alegria de alguém que encontra no rádio companhia e algum alento para o dia já é, por si só, uma grande motivação.


E  TECNOLOGIA? Isso é ótimo. Nada na vida é estático. As pessoas mudam, os hábitos mudam, e a comunicação acompanha esse movimento. No rádio, não foi diferente. A tecnologia ampliou possibilidades, transformou a forma de consumir conteúdo e reposicionou o papel do comunicador. Hoje, é natural que as pessoas ouçam suas músicas preferidas em plataformas digitais. Isso não se combate. O caminho é outro: adaptar-se. Criar formas de entreter, de se conectar, de interagir. Valorizar quem permanece fiel e entender que o rádio, mais do que nunca, precisa oferecer algo que vá além da música. A mudança não é uma ameaça. É matéria-prima.

COMO COMEÇOU A SUA CARREIRA NA LITERATURA? Minha relação com a literatura começou cedo, ainda na

infância, quando tive meus primeiros contatos com os livros. Com o tempo, a leitura deixou de ser apenas interesse e passou a se transformar em necessidade. Escrever veio como consequência desse processo, quase como uma extensão natural de quem lê com intensidade. A partir daí, fui desenvolvendo minha própria voz, sempre movido pela inquietação e pelo interesse em temas que provocam algum tipo de deslocamento no leitor. Entre os trabalhos publicados, destaco A outra sombra (2013), As paredes eram brancas (2020) e Dias de lua (2025), além de contos e poemas presentes em diversas antologias. Esses trabalhos consolidam a escrita como parte essencial da minha trajetória.

VOCÊ FAZ PARTE DA ACADEMIA MOURÃOENSE DE LETRAS.  Sim, minha entrada na Academia Mourãoense de Letras foi, antes de tudo, um movimento natural dentro do caminho que venho construindo na literatura. Recebi uma votação expressiva com respeito e senso de responsabilidade, entendendo o peso simbólico e cultural que a instituição carrega. Para mim, fazer parte da Academia não é um ponto de chegada, mas de continuidade. Significa estar ao lado de pessoas que também acreditam na força da palavra e no papel transformador da literatura. Acredito que posso contribuir mantendo uma atuação ativa, incentivando a leitura, valorizando a produção literária e, principalmente, buscando aproximar a literatura das pessoas. Torná-la menos distante, mais viva, mais presente no cotidiano.



UM POEMA DE MAX MORENO

“Sessenta e poucos”

Fui breve demais.

faltavam razões,

um minuto de paz.

Parti cedo demais,

ainda restavam sonhos,

sobravam emoções,

deixadas para trás.

O tempo avançou,

o frescor recuou,

a pele enrugou,

o coração palpitou.

Parou.

Ah, se dependesse de mim.

Sessenta e poucos.

Fui breve demais.

E OS DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO E DA LITERATURA? Um dos grandes desafios da comunicação é

reconhecer, de forma concreta, a necessidade de evolução. Vivemos um novo tempo, com novas dinâmicas de consumo e de atenção, o que exige uma visão mais ampla e estratégica do setor. Há espaço para diferentes formatos e linguagens, mas cada segmento precisa entender seu papel e suas possibilidades dentro desse cenário. Na literatura, o desafio passa por outro eixo: manter profundidade em um mundo cada vez mais acelerado. Escrever e ler exigem tempo, silêncio e entrega, elementos que nem sempre encontram espaço na lógica atual. Ainda assim, é justamente aí que reside sua força. Tanto na comunicação quanto na literatura, o futuro depende da capacidade de adaptação sem perda de identidade. Evoluir, sem diluir o essencial.

UMAS E OUTRAS

ÉTICA: uma necessidade na vida de todo ser humano. Não sou uma pessoa saudosista. Vivo o presente e não dedico atenção exagerada ao futuro.

MÚSICA: amor de índio – Beto Guedes.

AUTOR: Vários. Mas, atualmente destacaria Arnon Grunberg.

LIVRO: Muitos. É difícil destacar um só, mas arrisco “Leite Derramado”, do Chico Buarque.

QUAL PROJETO GOSTARIA DE REALIZAR?  Na literatura, quero consolidar um projeto de contos. Na comunicação, desejo apresentar um programa

jornalístico que dialogue com o presente, com uma linguagem mais viva e próxima do ouvinte. E há ainda um outro caminho, mais silencioso: o da atuação. Tenho buscado me aperfeiçoar como ator, uma dimensão pouco conhecida, mas que também faz parte de quem sou.


COMO É A SUA ROTINA?  Acordo às 5h, preparo meu café e sigo para a Musical FM. Lá, apresento o Manhã Musical, função que assumi após a saída da locutora Seli Valença. Fico no ar das 8h às 12h e, depois do almoço, viro redator comercial, uma faceta menos conhecida do meu trabalho. No fim, passo o dia inteiro na emissora. A escrita e a leitura ficam para a noite e os fins de semana, como um segundo turno silencioso.

QUAL SEU ESPORTE?  Futebol, embora eu não me considere um “torcedor fanático”.

TIME DO CORAÇÃO? Sou flamenguista desde pequenininho (risos). Meu ídolo esportivo é Pelé, o musical é Michael Jackson e, na literatura, Carlos Ruiz Zafón ocupa um lugar especial. Mas minha escrita também carrega ecos de Arnon Grunberg, pela inquietação constante, de Kafka e Camus, pela tensão existencial, e de Bukowski, pela crueza sem filtro. São vozes diferentes, mas que, de algum modo, continuam conversando dentro de mim.


QUAL VIAGEM GOSTARIA DE FAZER? 
Gostaria de conhecer a Nova Zelândia, mas só a título de turismo mesmo.

O QUÊ JAMAIS TERIA FEITO? Não costumo olhar para a minha trajetória com arrependimento. Mesmo o que deu errado teve seu valor, porque trouxe aprendizado. No fim, tudo contribuiu para quem sou hoje. Só tenho a agradecer.

TRÊS PERSONALIDADES EM CAMPO MOURÃO. 

Eloi Bonkoski, pela postura profissional, generosidade e caráter admirável.

Tauillo Tezelli, pela fidelidade aos próprios princípios e pela capacidade de leitura da realidade, independentemente de ideologias.

Dr. Aroldo Gallassini, por sua trajetória e relevância, que falam por si.

CAMPO MOURÃO NA SUA VIDA: adotou-me como filho. Sou Campo Mourão de coração!


 FAMÍLIA: o grande pilar para os que sabem valorizá-la.


 RELIGIÃO: a que mora dentro de você.

 ESPERANÇA: que o Brasil se torne um país em que a educação de qualidade não apenas informe, mas forme cidadãos capazes de pensar, questionar e discernir.

SONHO: aquele que vem acompanhado de bom senso e luta.

SAUDADES... DE QUEM E DO QUÊ? Não sou uma pessoa saudosista. Vivo o presente e não dedico atenção exagerada ao futuro.

O MOMENTO ATUAL DA SUA VIDA: vou responder utilizando uma frase que ouvi numa série de tv: “simplesmente esplêndido!

LEGADOS QUE GOSTARIA DE DEIXAR: caráter, autenticidade, generosidade e respeito ao próximo.

UM " GOLAÇO" QUE MARCOU NA SUA VIDA E COMEMOROU MUITO... Na verdade, são dois golaços: meus filhos, os gêmeos Bárbara e Rodrigo. Papai ama vocês!

SER CONVIDADO PARA ESTA ENTREVISTA DE DOMINGO: uma honra, grato pela oportunidade.

RECADO AOS LEITORES: seja sempre uma pessoa autêntica, porque isso faz toda a diferença. 


A NOVA TORCIDA DO NAC


 Fiquei sabendo esta semana que a "Mancha Azul das Vilas" é a nova torcida do NAC. Segundo Guilherme Garcia, dirigente do grupo, a estreia será hoje a noite no "jogo  iluminado" entre Nacional e Patriotas, às 19 horas, no estádio José Carlos Galbier. 

Uma iniciativa que merece apoio, pois time de futebol precisa de uma torcida organizada, que convoca e impulsiona os torcedores "testemunhas" a participarem do jogo e não somente baterem palmas e se manifestarem em momentos isolados. 

É HOJE O JOGO ILUMINADO

 
O Nacional Atlético Clube, o Azulão do Centro-Oeste, vai jogar às 19 horas a partida mais importante na segundona 2026 contra o Patriotas. 

A grande atração para a torcida será o primeiro "jogo iluminado" na história do novo estádio José Carlos Galbier, moderna praça esportiva de Campo Mourão. E grande é a expectativa de público da cidade e região para este jogo a noite. Assim, torcedores, dirigentes do NAC e o prefeito ao lado de secretários comemoram este momento ímpar no esporte mourãoense.

A partida de ida das quartas de final da Segundona paranaense e o NAC passando pelo jogo de volta vai enfrentar Paranavaí ou Laranja Mecânica, pelas semifinais da competição. No outro lado da tabela, irá para a outra semifinal o vencedor de Paraná Clube x Toledo e o de Rio Branco x Araucária.

FUTSAL HOJE NO Tocando de Primeira 1607

Hoje no segundo tempo, às 12 horas, no programa
Tocando de Primeira 1607, com o jornalista Ilivaldo Duarte, na Rádio Colmeia FM, o destaque será o futsal no Campeonato Paranaense e na Liga Nacional. 

Os convidados serão o técnico Betinho Castro e o capitão fixo Lucas Selback, do Campo Mourão  Futsal, que jogam neste domingo, 3, às 14 horas, diante do Santo André, pela Liga Nacional de Futsal. Na foto, Betinho e o supervisor do time, Beto Souza.

Mas antes, as  bolonistas Adenilda Rosa lemes e Evonete Meira da seleção de bolão feminino de Campo Mourão, ao lado do treinador Adir Santos, estarão no primeiro tempo, às 11 horas, para destacar as atividades da modalidade disputando as competições do Paranaense e do Brasileiro de clubes.

Cada sábado, novas emoções do programa campeão e premiado do rádio brasileiro ao vivo e em cores, pelas ondas da Colmeia FM, de Campo Mourão - um Município que honra e orgulha o Brasil, a Capital do Centro-Oeste do Paraná. 

Tocando de Primeira, 34 anos no ar, comunicando para uma audiência qualificada, com informação, paixão e credibilidade, valorizando nossa gente, nossa terra.

 


EVANGELHO 2 de maio 2026

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo
João
 14,7-14

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:
7
"Se vós me conhecêsseis,
conheceríeis também o meu Pai.
E desde agora o conheceis e o vistes".
8
Disse Filipe:
"Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!"
9
Jesus respondeu:
"Há tanto tempo estou convosco,
e não me conheces, Filipe?
Quem me viu, viu o Pai.
Como é que tu dizes:
'Mostra-nos o Pai'?
10
Não acreditas que eu estou no Pai
e o Pai está em mim?
As palavras que eu vos digo,
não as digo por mim mesmo,
mas é o Pai que, permanecendo em mim,
realiza as suas obras.
11
Acreditai-me: eu estou no Pai
e o Pai está em mim.
Acreditai, ao menos, por causa destas mesmas obras.
12
Em verdade, em verdade vos digo,
quem acredita em mim
fará as obras que eu faço,
e fará ainda maiores do que estas.
Pois eu vou para o Pai,
13
e o que pedirdes em meu nome, eu o realizarei,
a fim de que o Pai seja glorificado no Filho.
14
Se pedirdes algo em meu nome,
eu o realizarei".
Palavra da Salvação.

1 de mai. de 2026

RADIALISTA E ESCRITOR MAX Moreno estará na ENTREVISTA DE DOMINGO deste mês no BLOG

 -Pela vida, acredito que desde que nasci, pelo menos é o que minha mãe costuma dizer (risos). Já a comunicação sempre me fascinou. Desde muito jovem, passava horas ouvindo programas de rádio, imaginando-me do outro lado da sintonia. Para mim, era um mundo mágico, cuja porta de entrada parecia estreita demais para as minhas pretensões-, diz Max Moreno, radialista, professor e escritor.

Um curioso por natureza, movido pela inquietude. Aprender, que para ele isso não é escolha, mas é estado. 

Assim, o calmo, reservado e atento ao que quase sempre passa despercebido Max Moreno, vai contar um pouco da sua história neste fim de semana na ENTREVISTA DE DOMINGO aqui no BLOG DO ILIVALDO DUARTE. 

Para o homenageado, o rádio e a literatura são suas grandes paixões, e por isso tem grande dedicação a cultura e comunicação. 

CONVIDADOS DO TOCANDO de Primeira 1607

 As bolonistas Adenilda Rosa lemes (foto) e Evonete Meira da seleção de bolão feminino de Campo Mourão, ao lado do treinador Adir Santos, estarão sábado, 2, no primeiro tempo, às 11 horas, no programa Tocando de Primeira 1607, com o jornalista Ilivaldo Duarte, na Rádio Colmeia FM. 

Em destaque as atividades da modalidade disputando as competições do Paranaense e do Brasileiro de clubes.

Mas depois logo às 12 horas os convidados serão o técnico Betinho Castro e o capitão fixo Lucas Selback, do Campo Mourão  Futsal, que jogam neste domingo, 3, às 14 horas, diante do Santo André, pela Liga Nacional de Futsal.

É neste sábado, 2 de maio, novas emoções do programa campeão e premiado do rádio brasileiro ao vivo e em cores, pelas ondas da Colmeia FM, de Campo Mourão - um Município que honra e orgulha o Brasil, a Capital do Centro-Oeste do Paraná. 

Tocando de Primeira, 34 anos no ar, comunicando para uma audiência qualificada, com informação, paixão e credibilidade, valorizando nossa gente, nossa terra.

O BOLÃO FEMININO no Brasileiro de Clubes

 O bolão feminino de  Campo Mourão continua bem ativo e representando muito bem a nossa cidade. As atletas Adenilda, Luci, Janete, Margitta, Nilza, Rosilene, Vilmari, Madalena, Ivone, com a direção de  Adir dos Santos disputaram recentemente em Cascavel, no Oeste paranaense, o Campeonato Brasileiro de clubes - melhor idade bolão. Participaram  12 equipes sendo 4 do Rio grande do Sul, 3 de Santa Catarina e 5 do Paraná.  

As bolonistas se preparam para jogar novamente dia 24 de maio na segunda rodada do Paranaense, Regional Norte. 

Em junho, as emoções serão de 4 a 7 de junho na cidade catarinense de Timbó,  em nova rodada do Campeonato Brasileiro de bolão clubes sênior.

UM REENCONTRO QUE EMOCIONA com o vovô Getulinho Ferrari Jr e o neto Thomas em 2026

 A  vida é feita de encontros e reencontros, e muitos deles jamais marcados e acontecendo pela vontade de Deus. Um desses foi hoje no BR 3 quando vi o vovô Getulinho Ferrari Júnior e o seu inseparável neto Thomas.  E para aproveitar, fiz um singelo mosaico com fotos de ontem e a última de hoje, 1 de maio de 2026.

Getulinho, de família tradicional e de berço, a quem conheço há décadas e sempre me incentiva a continuar perpetuando a história de nossa Campo Mourão,  me lembrou hoje, novamente, que a primeira foto dele em um ambiente esportivo com o neto foi em um jogo de basquete no ginasinho JK em uma partida do Campo Mourão Basquete na Liga de Desenvolvimento. Getulinho, só para constar nos autos, eu e meu filho Ricardo pesquisamos e com apoio do Eder e equipe da BLZ idealizamos a marca e as cores preta e amarela do Campo Mourão Basquete nesta época, e atrás da camisa constava a frase "Do sonho a realidade". E esta história camisa do basquete é uma das poucas em todos os segmentos da nossa sociedade que tinha o nome da nossa cidade e podia dar inclusive para os visitantes usarem. Como faz falta uma camisa limpa com a marca da nossa cidade para nós mourãoenses usarmos e darmos de presente heim! 

Mas a imagem abaixo mostra um outro fato inesquecível e eterno. A de que ao final de um segundo tempo do programa Tocando de Primeira ele anunciou que havia sido vovô do Thomas e estava saindo da Santa Casa. 

E na manhã deste 1 de maio 2026 encontro o vovô Getulinho e o netinho Thomas, já crescidinho. 

Thomas, o seu vovô está na história da nossa cidade, como jogador, dirigente e cidadão. Ele fez parte de muitas coisas boas, como por exemplo da organização de impecáveis finais dos Jogos Abertos do Paraná e da até hoje, magnífica noite do Oscar do Esporte mourãoense em 8 de dezembro de 2000 no teatro municipal com a entrega de troféu aos melhores do ano e do reconhecimento aos 25 anos aos campeões do futebol de salão nos Jap´s em Paranavaí em 1975.

Muitas boas e incontáveis histórias e encontros, e tudo no tempo de Deus. Afinal de contas Getulinho, se tivéssemos combinado nada disso teria combinado e não daria tão certo. E isso foi uma grande coisa hoje! Viva! Tudo pela graça de Deus. Viva a amizade!









"NAC ESTÁ confiante para o histórico 'jogo iluminado' e a classificação", diz Gilberto "Papagaio"

Experiente e com o título de o "Rei do Acesso", o técnico do Nacional Atlético Clube, o NAC, o Azulão do Centro-Oeste, Gilberto “Papagaio” Barbosa Lima sabe exatamente da importância e o que deve o time fazer neste sábado a noite no jogo às 19h contra o Patriotas, no  mais importante do Nacional na temporada 2026. - Na imagem deste post o técnico Gilberto na Arena da Baixada, em 4 de maio de 2024, na estreia do NAC contra o Paraná na Segundona, no primeiro ano do time defendendo Campo Mourão no futebol profissional.

- Sabemos que o nosso time teve altos e baixos, não fez bons jogos, se classificou somente na última rodada. Estamos devendo um melhor futebol e a nossa torcida azulina tem razão em cobrar, mas pelo amor ao futebol ela irá em grande número no José Carlos Galbier. Mas, Ilivaldo Duarte, eles podem ter a certeza que o nosso elenco quer fazer a melhor partida do ano neste sábado, mesmo diante de um time difícil, como é o Patriotas. Vamos com muita garra e determinação lutar muito para se classificar- diz o inteligente treinador e sempre atencioso Gilberto "Papagaio" ao Blog do Ilivaldo Duarte. 

 O Azulão do Centro-Oeste fará o "jogo iluminado" que batizei por ser o primeiro de um time de Campo Mourão na história do futebol profissional no novo e moderno estádio José Carlos Galbier, e na Segunda Divisão do Paranaense 2026.

A torcida pode pagar mais barato seu ingresso e para isso é só levar um 1 kg de alimento não perecível ou 1 kg de ração. O valor sem solidariedade é R$ 30,00 a inteira e R$ 15,00 a meia-entrada.

É amanhã, com estádio bonito e iluminado, torcida azulina motivada e vibrante, time, diretoria e cidade unidos com um só propósito. E que o Gilberto "Papagaio" Barbosa Lima, sempre abençoado encaminhe a classificação e o sonho de novamente conquistar o acesso e chancelar o apelido de "Rei do acesso" em 2026.

NOVENA EM HONRA À Nossa Senhora de Fátima começa dia 4 em Campo Mourão

Nesta segunda, 4, vai começar a Novena em honra à Nossa Senhora do Rosário de Fátima, na paróquia do mesmo nome na região do Tropical, em Campo Mourão.

O padre Rômulo e equipe organizadora convida os devotos de Nossa Senhora de Fátima a prestigiarem esta tradicional devoção a Mãe de Deus e Nossa.

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

É AMANHÃ! Jogo mais importante do NAC em 2026, com "jogo iluminado" e entrada solidária


 

OBRIGADO DEUS pelo nosso trabalho


 Homenagem aos funcionários do grupo Coamo. Dia do trabalho feliz!

https://youtu.be/PfuAlvqFyhI?si=NZnTzwxP6JCm4tu6


Coamo: Homenagem Dia do Trabalho!

TOME O HÁBITO


 

EVANGELHO 1 de maio 2026

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo
João
 14,1-6


Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:
1
"Não se perturbe o vosso coração.
Tendes fé em Deus,
tende fé em mim também.
2
Na casa de meu Pai há muitas moradas.
Se assim não fosse, eu vos teria dito.
Vou preparar um lugar para vós,
3
e quando eu tiver ido preparar-vos um lugar,
voltarei e vos levarei comigo,
a fim de que onde eu estiver
estejais também vós.
4
E para onde eu vou,
vós conheceis o caminho".
5
Tomé disse a Jesus:
"Senhor, nós não sabemos para onde vais.
Como podemos conhecer o caminho?"
6
Jesus respondeu:
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.
Ninguém vai ao Pai senão por mim".
Palavra da Salvação.

VIVA A MÃE de Deus e nossa!