7 de set. de 2010

DA COLUNA DO ELY: Dr. Rui defende voto para quem fez pela comunidade


O Juiz eleitoral, Dr. Rui Antonio Cruz (foto), orientou a organização do movimento “Acorda Comcam” a não citar nomes de candidatos dentro da campanha pela valorização do voto regional.
Dr. Rui Cruz (foto), paulista de Bento de Abreu, filho de pai cearense e mãe italiana, torcedor do Corinthians e do Atlético Paranaense disse a Ely Rodrigues que "o importante é votar em quem já contribuiu com Campo Mourão independente se o candidato mora ou não na região. Cabe ao eleitor analisar todos os nomes e optar por aqueles que já trabalharam e trouxeram benefícios para nossa comunidade”, comentou. O magistrado entende que movimentos como o “Acorda Comcam”, são passos importantes para o surgimento do voto distrital no Brasil.
Dr. Rui Antonio Cruz é mourãoense de coração há mais de duas décadas. Ele foi homenageado em 2009 como Celebridade no nosso programa Tocando de Primeira, pelas ondas médias da Rádio Colméia e qui no Nosso BLOG como Celebridade no dia 9 de agosto de 2009 na ENTREVISTA DE DOMINGO.
Para ler novamente ou pela primeira a ENTREVISTA COM DR RUI CRUZ, acesse http://ilivaldoduarte.blogspot.com/2009/08/entrevista-de-domingo-dr-rui-cruz.html

4 de set. de 2010

ENTREVISTA DE DOMINGO: José Marin


"Nasci em Maringá, uma cidade que adoro, pois a vi crescer e se tornar grande. Estou em Campo Mourão há 29 anos quando vim para assessorar a Coamo na área de Engenharia Civil", conta José Marin, maringaense e torcedor santista, engenheiro civil formado em 1978 na 3ª turma da Universidade Estadual de Maringá (UEM), homenageado desta semana na ENTREVISTA DE DOMINGO.
Rotariano, pessoa simples, humilde e de coração grandioso, apaixonado pela sua família, amigos e profissão, Marin é envolvido e comprometido com o bem comum e as causas sociais.
Gerente de Engenharia e Manutenção da Coamo Agroindustrial Cooperativa e diretor de Patrimônio da Arcam, tendo sido presidente por dois mandatos desta importante Associação Recreavitva dos Funcionários da Coamo.
Marin conta nesta ENTREVISTA DE DOMINGO por exemplo, como é o trabalho de Engenheiro, como foi a sua história e sua atuação comunitária até chegar a ser um profissional e cidadão dos mais respeitados em Campo Mourão.
Uma entrevista interessante brindando os leitores do Nosso BLOG.
Bom domingo, excelente semana.
QUEM É JOSÉ MARIN? Sou José Marin, filho de Antonio Marin Filho e Bruna Borin Marin, migrantes paulistas que vieram do interior de São Paulo, chegando em Maringá em 1944, três anos antes da fundação da cidade para desbravar a mata e formar as plantações de café - a riqueza da agricultura na época.
Meus pais se casaram na igreja matriz de Mandaguari, sede do município do então distrito de Maringá, pela inexistência de igrejas no local onde moravam.
Sou casado com minha querida esposa Marina Gonçalves Marin, que conheci em 1975 e com quem me casei em 1977, há 33 anos, quase 34.
Marina é professora da Escola Municipal Urupês, sendo funcionária pública do Município de Campo Mourão há 15 anos, além de dedicada mãe, esposa e dona de casa.
Somos pais de Anderson Marcelo, graduado em Ciência da Computação, da Kelly Regina, farmacêutica e bioquímica, e de Alber José, estudante de Agronomia. Agradeço a Deus pelos filhos amorosos, honestos e dedicados que Ele confiou à mim e a minha esposa. Sou nascido em Maringá, PR, uma cidade que adoro, pois a vi crescer e se tornar a grande cidade que é, em 01 de setembro de 1953, portanto há 57 anos. Resido em Campo Mourão desde 15 de agosto de 1981, portanto há 29 anos, mudando de cidade a convite da Coamo para assessorar a empresa na área de Engenharia Civil. Lembro bem de um dia de julho de 1981, quando era engenheiro residente na obra do novo entreposto da Coamo em Barbosa Ferraz, quando lá chegou uma Brasília azul (carrão da época) e dela desembarcaram Takahiro Nakatani -de saudosa memória-, e Gastão Uilques Pasqualin, hoje, aposentado de suas funções na Coamo, mas ainda nosso amigo, com o convite para eu ingressar na empresa que, com pouco mais de 10 anos de existência, já despontava como uma grande empresa do agronegócio. E hoje olhando para trás fico incrédulo em notar que já se passaram 29 anos.
ONDE E COMO FOI SUA INFÂNCIA? Tive uma infância feliz dentro de uma família humilde. Nasci em um sítio de meu avô paterno na Estrada Guaiapó, onde se derrubava a mata para plantar café. Havia ali uma colônia de casas, todas muito humildes, de chão batido, mas todas impecavelmente limpas e muito bem cuidadas, com toalhinhas de renda sobre as mesas e panos branquíssimos, rústicos, servindo de cortinas.
Em cada casa morava um dos oito filhos de meu avô Antonio Marin, que muito me ensinou e orientou. Em uma das casas morava meu tio Antonio Moretto e minha tia Lúcia Marin Moretto, que além de tios, eram meus padrinhos. Era minha casa preferida quando, já morando na cidade, lá passava minhas férias escolares.
As brincadeiras infantis da época eram muito agradáveis: faziamos nossos próprios brinquedos, carrinhos, pipas, pião e estilingue. Jogávamos bolinhas de gude, triângulo, biroca, etc, era muito divertido e saudável. Jogávamos bola de "capotão" nos terrenos baldios capinados por nós mesmos, só parando ao anoitecer, quando chegávamos em casa na cor da terra, com bronca da mamãe.
COMO O SENHOR SE DEFINE? Sou uma pessoa de origem humilde que crê em Deus e nos homens, que honra esta origem e ensinamentos dos pais para a decência e retidão em todos os seus atos. Sou também muito caridoso, tendo compaixão das pessoas menos afortunadas pela sorte, procurando ajudá-las de alguma forma.
ONDE O SENHOR ESTUDOU E QUE CURSOS FEZ? Estudei o antigo curso primário no Instituto Filadélfia de Maringá, já extinto, que localizava-se onde está hoje a TV Cultura de Maringá; o curso secundário, denominado científico no Colégio Marista de Maringá e ingressei na Universidade Estadual de Maringá, que na época era uma Fundação (FUEM), onde pagávamos para estudar.
No curso de Engenharia Civil, na UEM, fui aprovado em 33º lugar no vestibular de janeiro de 1973, sendo a minha, a terceira turma de engenharia civil da UEM, com graduação em 1978.
Tenho especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (1997-1998), pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET, hoje UTFPR), com professores da Instituição vindos de Curitiba, para ministrar aulas em Maringá.
Este curso de especialização foi me oferecido pela Coamo, através da Federação da Agricultura do Estado do Paraná - FAEP.
QUAL FOI SUA TRAJETÓRIA PROFISSIONAL? Desde os 8 ou 9 anos ajudava meu pai, primeiramente no sítio e chácara que possuíamos, e depois como ajudante de encanador, pois ele havia entrado num negócio, quase sem querer, de fornecimento de água potável, através de poços semi-artesianos, quando Maringá era uma pequena cidade e não possuía o serviço público.
Quando foi fundada a Codemar, primeira empresa de saneamento público em Maringá, extinguiu-se o negócio do meu pai, e passei a trabalhar de encanador autônomo, sem deixar de lado os estudos.
Mesmo estando no terceiro ano de engenharia trabalhava pesado como encanador, tendo muitos clientes pelo bom trabalho, dedicação e prazer no que fazia.
Um dia, passando em frente a empresa Sisa Construções Civis, o meu amigo Cláudio Haruo Mukai, colega de curso que lá trabalhava me ofereceu o cargo de desenhista, visto que precisavam dar andamento em projetos, tudo em papel vegetal e tinta nankin, que era o que se dispunha na época. Comecei trabalhando por experiência em dezembro de 1975 e em fevereiro de 1976 fui efetivado desenhista.
Formado em 1978, fui efetivado como engenheiro civil, permanecendo na empresa até julho de 1981, quando vim para Campo Mourão, trabalhar na Coamo - Na foto, Marin. ao lado do prédio da Adm. Central da cooperativa na década de 80.
O QUE O LEVOU A OPTAR PELA ENGENHARIA? Desde garoto, a construção civil me fascinava, mas, foi quando frequentava o terceiro ano do antigo científico, no Colégio Marista, que meu professor Aparecido Errerias Lopes, destacado advogado, me chamou ao quadro negro e pediu que desenhasse algo - não me lembro o que era- e perguntou qual seria minha opção para o vestibular no ano seguinte.
Eu disse a ele que ainda não havia decidido e ele me orientou a fazer engenharia civil, pois tinha certeza da minha vocação. Era o ano de 1972, e em janeiro de 1973 fiz o vestibular da UEM com a primeira opção para Engenharia e fui feliz com a aprovação.
Não esperava passar na primeira tentativa, pois no ano de 1972 prestei o serviço militar no Tiro de Guerra 05-301 de Maringá - tenho orgulho de dizer que "inauguramos" a instituição.
Além disso fazia o terceiro ano do científico de manhã, trabalhava à tarde de encanador e freqüentava cursinho pré-vestibular à noite. Foi um ano muito difícil, mas importante para a minha formação profissional e moral.
Mesmo antes de vir para Campo Mourão, já atuava na área de construções para fins agrícolas, pois fui engenheiro residente em 1979/80 na obra do entreposto da Coamo em Iretama e, como já citado, no entreposto de Barbosa Ferraz em 1980/81. Identifiquei bastante com esse tipo de edificação, onde atuo na Coamo, há 29 anos.
O QUE MAIS GOSTA DE FAZER NESTA PROFISSÃO? Se pudesse, permaneceria todo o tempo no canteiro das obras - o meio onde me identifico mais-, porém, na função de Gerente de Engenharia e Manutenção na Coamo, isso ficou reduzido à algumas visitas às obras, que aprecio muito, ficando o trabalho mais efetivo nas obras para meus colegas de profissão que trabalham comigo.
COMO NASCE A VOCAÇÃO PARA SER ENGENHEIRO? Primeiramente o pretenso Engenheiro tem que apreciar as ciências exatas como matemática e física, base de todos os estudos na grade curricular. É um curso longo e que exige muito do estudante, mas gratificante quando passa-se o ciclo básico e começa-se a estudar as matérias profissionalizantes, chamadas de eletivas, onde se começa a praticar a engenharia propriamente dita, com projetos e cálculos, simulando o que será a vida profissional depois de concluído o curso.
Tive a sorte de aliar a parte teórica dos bancos escolares com a prática na Sisa Construções, como citei anteriormente, empresa na qual ingressei quando estava no terceiro ano do curso.
SER ENGENHEIRO É "JEITO" OU "FORÇA"? Acredito que ser engenheiro seja um misto de jeito e força. Para que uma obra seja sucesso, o profissional tem que agradar o seu dono. Primeiramente com um bom projeto. Costumo dizer que a obra nasce bem quando se tem um bom projeto, e que enquanto está nesta fase, o papel aceita tudo e é tudo mais barato, se houver mudanças. Após estar definido o projeto e posta a obra em execução, qualquer mudança é onerosa e de dificuldade para execução, dependendo da fase em que se encontra a construção.
A ENGENHARIA HOJE É BEM DIFERENTE DE QUANDO O SENHOR COMEÇOU NA ÁREA? Realmente, a Engenharia atual é muito diferente da época de minha formatura, há 32 anos. Os projetos antes desenhados em papel vegetal e tinta nankin. Hoje, utiliza-se modernos computadores em Auto Cad, os cálculos estruturais, antes efetuados manualmente, hoje são com modernos programas de computadores, que fornecem a seção das peças de concreto a seção de aço necessária, volume de concreto, áreas de formas, etc., facilitando muito o trabalho do Engenheiro.
Lembro de que durante o curso de Engenharia alguns colegas e professores ainda utilizavam a antiguíssima régua de cálculo, que era o que se dispunha à época. Tive a oportunidade de comprar, durante o curso, uma calculadora de mão na antiga loja Prosdócimo. Era um verdadeiro tijolão que realizava apenas as quatro operações, sem raiz quadrada, sem as funções trigonométricas, sem memória ou outra função, por um preço alto em 5 parcelas.
Era o que tínhamos disponível, pois o único computador da UEM do qual nos utilizávamos era de capacidade limitadíssima, se comparado aos nossos atuais lap tops, com agenda para ser utilizado, necessitava de uma espécie de cartão, perfurado pela máquina em quantidades enormes, e a cada vez de ativá-lo precisávamos colocar estes cartões para serem lidos pela máquina.
QUAL O CONSELHO PARA QUEM PENSA EM SER ENGENHEIRO?
Considero que todas as profissões, das mais sofisticadas até as mais humildes são nobres e dígnas. Ao futuro engenheiro aconselharia que estudasse muito para não ser apenas um engenheiro e sim ser o melhor engenheiro. Que dignifique a profissão que é muito importante para qualquer nação, atuando com muita ética e lealdade com a sociedade a que está servindo e aos seus colegas de profissão.
QUAIS AS ÁREAS DE MAIOR EVIDÊNCIA NA SUA PROFISSÃO?
Hoje em dia as profissões diversas se ramificaram em especializações. Assim como na Medicina há médicos especialistas em cada área, na Engenharia há especialistas em projetos arquitetônicos, outros em projetos estruturais de concreto, outros em projetos hidro-sanitários e prevenção de incêndios, outros em projetos de pavimentação e obras de arte (pontes e viadutos) e outros se dedicam a edificar as obras projetadas. Todas as áreas estão em grande evidência no momento, especialmente em Campo Mourão que está em grande fase de crescimento na área da construção civil.
QUEM SÃO OS ENGENHEIROS MAIS EXPERIENTES EM CM?
Nestes 29 anos de Campo Mourão conheci muitos engenheiros, e considero que o mais experiente em termos de obras realizadas é o Dr. Élio Rodrigues de Matos, que atuou particularmente com construtora própria e também na Codusa, por muito tempo.
O SENHOR TEM TRAJETÓRIA ESPORTIVA? QUEM FOI O “CULPADO”?
Tive uma pequena e humilde passagem pelo esporte. Quando estudante praticava atletismo (foto), especialmente nas aulas de educação física transformadas em pequenas competições. Gostava e praticava um pouco o basquete, e na Arcam jogava um pouco de futebol suíço, sendo um mediano lateral direito. Nunca fui bom atleta em nenhuma modalidade, preferindo torcer pelos mais habilidosos.
QUAL O SEU ESPORTE PREFERIDO, TIME DO CORAÇÃO E ÍDOLO?
Meu esporte favorito é o futebol e sou torcedor do Santos Futebol Clube, campeão do último Paulistão e Copa do Brasil. Que se cuidem os demais concorrentes pois vamos levar também o Brasileirão (desculpem a falta de modéstia). Como dizem, sou "pelezista" pois quando garoto tive a inclinação pelo time santista pela fama e categoria do astro Pelé, nosso eterno rei do futebol, reconhecido mundialmente.
O QUE O SENHOR AINDA NÂO FEZ QUE AINDA GOSTARIA DE FAZER? Gostaria de viajar pela Europa, acompanhado de minha esposa Marina, visitando entre outros países a Itália e Espanha, países de nossos antepassados.
Gostaria também de aprender a tocar violão, antigo desejo ainda não realizado.
QUAL JOGADA OU DECISÃO JAMAIS TERIA FEITO SE PUDESSE VOLTAR NO TEMPO? Não tenho nada a me arrepender do que fiz. Tudo que fiz estou plenamente satisfeito do resultado.
QUAL DECISÃO FICOU NA HISTÓRIA? A decisão de nos mudarmos de Maringá para Campo Mourão no ano de 1981 ficou gravada na história da minha família. Além da mudança radical na carreira profissional, assumindo novos desafios, a diferença na qualidade de vida entre as duas cidades, muito acentuada na época, fez com que momentos de temor do fracasso ocorresse.
Antes do aceite ao convite da Coamo para vir para Campo Mourão, visitamos a cidade, conhecendo os fatores com que teríamos de conviver. Minha esposa Marina concordou com a mudança, diante da promessa de que iria viajar menos, permanecendo mais tempo em casa (vinha há um ano residindo em obras da Coamo, como disse anteriormente, só retornando para casa nos finais de semana). O tempo foi passando e nós nos acostumamos com a cidade que hoje adotamos como nossa. Hoje somos mourãoenses de coração e adoramos a cidade em que vivemos.
QUAL É SUA ATUAÇÃO NA COMUNIDADE? Na medida do possível gosto de participar dos movimentos sociais, especialmente aqueles que possam auxiliar a comunidade em algo. Sou diretor da Associação Recreativa dos Funcionários da Coamo, nossa querida Arcam há longa data, presidindo-a por duas gestões bianuais.
Divido com o companheiro José Bezerra da Silva a posição de mais vezes ter participado de diretorias da Arcam. Na foto, Marin empossando Joel Makohin, presidente atual. É um trabalho voluntário que visa dar aos mais de 5.000 funcionários da empresa, em Campo Mourão e nas demais unidades, locais de lazer, esporte, cultura e entretenimento, além da aproximação maior entre os colegas de trabalho e suas famílias. Creio que a Arcam é parte do sucesso da Coamo e valorizo muito o trabalho de toda sua diretoria e funcionários. Na única vez em que colocou uma camisa alviverde, José Marin recebeu homenagem-surpresa dos Amigos Palmeirenses da Arcam, que sempre receberam dele enquanto presidente e diretor de Patrimônio total apoio para a realização das atividades.
Sou também sócio representativo, há 26 anos, do Rotary Clube de Campo Mourão, atuante clube de serviço que ostenta o lema do Rotary International de “dar de si, antes de pensar em si”, com grande trabalho voltado à comunidade em geral.
Tive a oportunidade de presidir este clube na gestão 2000-2001 onde destaco que, em parceria com a Prefeitura Municipal, a comunidade e os três outros clubes de Rotary existentes na época, edificamos quatro residências para famílias carentes cadastradas pela Prefeitura.
Nos anos seguintes o nosso clube construiu mais quatro residências idênticas, uma em cada gestão. Além dessa atividade, apontada como referência, o clube desenvolve inúmeras, sempre voltada ao bem da coletividade.
ÉTICA EM UMA FRASE É... A forma de atuação do ser humano que não fere o seu semelhante, em qualquer hipótese.
O MOMENTO ATUAL DA SUA VIDA É... Maravilhoso. Ter a sensação de que fui e estou sendo útil à sociedade, aos meus amigos e à minha família me realiza.
O SENHOR ACREDITA QUE CM PODERÁ ELEGER DEPUTADOS NESSAS ELEIÇÕES? Acredito que a pulverização dos votos para os diversos candidatos é prejudicial para a pretensão de elegermos deputados estaduais ou federais que nos representem na Assembléia Estadual e na Câmara Federal. Torço para que possamos elegê-los para que tenhamos a representação política que a Comunidade polarizada por Campo Mourão merece e está tão carente.
QUAL O MELHOR TIME DE FUTEBOL OU FUTSAL QUE VIU OU ASSISTIU JOGAR? Como Santista e torcedor do antigo e extinto Grêmio Esportivo de Maringá, assisti a um jogo no estádio Willie Davids, em Maringá, onde o time de Pelé e companhia venceu o time maringaense por 11 x 1. Este time do Santos foi o melhor time que eu e muitos brasileiros viram jogar e é referencia até hoje.Este é o primeiro “Grêmio Maringá”, que em 1964 já era bicampeão paranaense de futebol.
Na foto abaixo, este timaço, para matar a saudade do Marin e dos maringaenses: Em pé: Nilo, Macário, Pinduca, Edson Faria, Roderlei e Maurício; Agachados: Osmar, Danúbio, Edgar, Walter Prado, Zuring e Luiz Roberto.
Em segundo lugar o Grêmio Maringá, que chegou ao tricampeonato paranaense, pena que foi extinto.
CITE TRÊS PERSONALIDADES ESPORTIVAS EM CAMPO MOURÃO?
Cito com muito prazer os professores Paulo Gilmar Fuzeto e Itamar Tagliari, e Luis Carlos Santana, monitor de esportes da Arcam: todos abnegados esportistas, amantes do esporte e nomes que fazem a diferença. Além destes temos outros grandes nomes do esporte, em todas as modalidades, que merecem também nosso aplauso.
CITE TRÊS PERSONALIDADES EM CAMPO MOURÃO? Campo Mourão é uma cidade de sorte por poder contar com grandes nomes, personalidades que promovem ou promoveram o seu desenvolvimento social e econômico, tornando a uma das melhores cidades do estado.
Embora não residindo mais na cidade temos que destacar o nome do Dr. Milton Luiz Pereira, ex prefeito do município, que chegou a ministro do Supremo Tribunal Federal. Tive conhecimento da trajetória do Dr. Milton e a oportunidade de ouví-lo em um discurso por ocasião de uma homenagem a sua pessoa e fiquei impressionado pela sua humildade e cultura.
Outro grande nome de destaque é o do diretor-presidente da Coamo, Dr. José Aroldo Gallassini: sua atuação à frente da maior empresa do agronegócio latino americano dispensa maiores comentários. É uma pessoa de um carisma e liderança impressionantes que, com grande dinamismo está na empresa desde a sua fundação e a levou a ser conhecida e participar do agronegócio em todo o mundo.
Destaco também o nome do Professor Ephigênio José Carneiro,
Infelizmente, recentemente falecido, por tudo o que representou para o município de Campo Mourão, na política, na promoção social através do Lions Club e na educação, onde se doou para a formação da nossa juventude com grande dedicação e amor.
SER ENGENHEIRO É ...Atuar com lealdade e ética para a edificação dos sonhos materiais de pessoas, famílias e empresas.
A CAMPO MOURAO DO PRESENTE É: Cidade em desenvolvimento com os problemas comuns à maioria das cidades brasileiras, porém, com ótima qualidade de vida.
Vista áerea da Catedral e das Praças São José e Getúlio Vargas, em Campo Mourão.
A CAMPO MOURAO DO FUTURO SERÁ?:
Dependendo dos nossos governantes, creio que melhor que hoje. Tem tudo para despontar como uma das principais cidades do Paraná e interior do País.
O POVO BRASILEIRO SABE VOTAR? Infelizmente não. A falta de orientação, conhecimento e educação do povo brasileiro faz com que ainda se eleja pessoas sem a mínima condição de ocupar um cargo público. A nossa legislação política também deixa a desejar, necessitando urgentemente ser reformada.
COMO O SENHOR VÊ O MOVIMENTO ACORDA COMCAM PARA ELEGER CANDIDATOS DA REGIÃO? Parabenizo aos coordenadores desta campanha, pois realmente necessitamos conscientizar os eleitores da Comcam para a necessidade de elegermos nossos representantes, candidatos locais, tanto na esfera estadual como federal.
QUAL O SENTIMENTO DE RECEBER ESTA HOMENAGEM E PARTILHAR UM POUCO DA SUA VIDA? Gratidão pela lembrança do meu grande amigo Ilivaldo Duarte que, preterindo pessoas importantes elegeu a mim, modesto trabalhador, para ser homenageado em seu blog.
QUEM GOSTARIA DE VER HOMENAGEADO AQUI NO BLOG? Sugiro o nome de Sérgio Luiz Panceri, agricultor, pecuarista e ex vice-presidente da Coamo.
QUAL O RECADO PARA OS LEITORES DO BLOG? Agradecimentos pela paciência na leitura destas linhas, que resumem a minha trajetória de vida,
social e profissional. Peço desculpas pela simplicidade das palavras, por ser meu jeito de ser.
JOGO RÁPIDO COM JOSÉ MARIN
MÚSICA? Nossa Senhora, do Roberto Carlos.
UM LIVRO? Papilon
UM ENGENHEIRO? Dr. Luiz Tutomo Icizuka, a quem considero meu segundo pai, meu ex patrão, da Sisa Construções Civis, em Maringá.
COMIDA? Feijoada e massas. Arroz com feijão também gosto.
SONHO? Que um dia a humanidade possa viver mais em harmonia entre seus membros e com a natureza, com menos violência, mais amor e livre das drogas.
SAUDADE? DO QUÊ E DE QUEM? Sim, muita saudade dos tempos de criança e também do meu pai e mãe já falecidos e também da minha sogra Dona Maria, também falecida, a quem considero minha segunda mãe.
MOMENTO INESQUECÍVEL? Meu casamento e nascimento dos meus três filhos. Também meu primeiro dia de trabalho na Coamo.
HOBBY? Ver futebol na TV. Pode ser Bangu x Olaria que estou vendo.
MANIA? Pode ser virtude: o de ser muito pontual em meus compromissos. Chegar atrasado nunca.
PROGRAMA? Noticiários como Jornal Nacional e Jornal da Band.
TÍTULO? Somente o da vitória da vida.
FRUSTRAÇÃO? Graças a Deus não possuo.
FAMÍLIA É... O porto seguro da embarcação durante a furiosa tempestade.
Obrigado José Marin! Cidadão, pai, esposo, companheiro, amigo e profissional exemplar, que a partir de agora e merecidamente, passa a ser Celebridade: gente que fez, faz e acontece, sendo respeitado por muitos.
Viva. Marin, não precisa muito pra gente ser feliz.
As graças e bençãos de Deus a você e a todos que ama e quer bem. Viva!

3 de set. de 2010

TOCANDO DE PRIMEIRA 890 sábado na Colméia AM


A edição 890 do nosso programa Tocando de Primeira deste sábado, na Rádio Colméia, que continua até o final do período eleitoral apenas com o primeiro tempo, das 11 às 12 horas, destacará entre outros assuntos a Comunidade Alto Alegre, a Vila Roberto Brzezinski, que neste domingo promoverá torneio de futebol suíço beneficente. Presenças de Virgínia e Armando Garaluz, e Mauro Damásio.
O objetivo será em prol do tratamento de saúde da professora Clarinha Wencel Casimiro, que atuou por muitos anos na Escola Municipal do Alto Alegre. A comissão organizadora está a cargo de Luis Carlos Santana, Everaldo e Armando Garaluz, e Mauro Damásio.
Na foto, a equipe Alto Alegre, campeã da regional Campo Mourão da Copa Coamo de Coopoerados 2009.
Tocando de Primeira, neste sábado na Rádio Colméia, ao vivo e em cores ou pela internet no http://www.radiocolmeiaam.com.br/ ou www.portalradiorural.com.br/

Só não ouve o Ilivaldo Duarte quem não tem rádio ou não tem vizinho! Tocando de Primeira: um golaço no rádio brasileiro.
Há 890 sábados no ar, valorizando o bem, resgatando esperança e promovendo os bons exemplos.
Oferecimento:
Centro de Diagnósticos Dr. Marcos Corpa. Paraná Supermercados. Cartório do Valdemar. Ótica Visolux. Super Fiorella. Troféu e Brindes Coelho. Lojas LM. Topocamp.

CATECISMO DA IGREJA 155: Fé IV


O CATECISMO RESPONDE. O que a Igreja diz sobre isto ou aquilo? O Catecismo da Igreja Católica foi preparado para que você conheça a fé católica genuína, sem erro.
O post de hoje é o Catecismo da Igreja de número 155.
155 Na fé, a inteligência e a vontade humanas cooperam com a graça divina: "Credere est actus intellectus assentientis veritati divinae ex imperio voluntatis a Deo motae per gratiam - Crer é um ato da inteligência que assente à verdade divina a mando da vontade movida por Deus através da graça"
Fonte: O Catecismo da Igreja responde de A a Z - Profº Felipe Aquino, Edições Loyola

2 de set. de 2010

JOSÉ MARIN estará na ENTREVISTA DE DOMINGO


O maringaense e santista, José Marin, engenheiro civil formado em 1978 na 3ª turma da Universidade Estadual de Maringá (UEM), rotariano, diretor de Patrimônio da Arcam e gerente de Engenharia e Manutenção da Coamo Agroindustrial Cooperativa é o homenageado desta semana no Nosso BLOG na ENTREVISTA DE DOMINGO.
"Nasci em Maringá, uma cidade que adoro, pois a vi crescer e se tornar a grande cidade. Estou em Campo Mourão há 29 anos quando vim para assessorar a Coamo na área de Engenharia Civil", conta Marin.
Desde garoto, ele conta que era fascinado pela construção civil. "Quando frequentava o terceiro ano do antigo científico, no Colégio Marista, meu professor Aparecido Errerias Lopes, destacado advogado, me chamou ao quadro negro e pediu que desenhasse algo -que não me lembro- e me perguntou qual seria minha opção para o vestibular no ano seguinte. Disse lhe que ainda não havia decidido e este me orientou a fazer engenharia civil, pois tinha certeza da minha vocação". Dito e feito. Era o ano de 1972 e em janeiro de 1973 Marin fez o vestibular na UEM com a primeira opção para Engenharia e foi aprovado para sua felicidade.
Marin conta como é o trabalho de Engenheiro, como foi a sua história, sua atuação comunitária até chegar a ser um profissional e cidadão dos mais respeitados em Campo Mourão. Uma entrevista muito interessante que os leitores do BLOG irão gostar bastante.
José Marin na ENTREVISTA DE DOMINGO, disponível já a partir da noite deste sábado Imperdível!

CELEBRIDADES: CM outorga títulos para Edson "China" Hirata e Vanderlei Cordeiro


Os esportistas Edson Hirata, o "China" e Vanderlei Cordeiro de Lima serão homenageados pela Câmara Municipal de Campo Mourão no próximo dia 13 de setembro.
China irá receber o Título de Cidadão Honorário e Vanderlei Cordeiro o Título do Mérito Desportivo. A solenidade será às 20 horas na sede do Sebrae, localizada na Rua Santa Cruz, nas proximidades da praça Bento Munhoz da Rocha Netto. As duas honrarias foram de autoria do ex-prefeito e vereador professor José Pochapski e apoiada pela maioria dos vereadores.
Na proposição que outorgou o Título de Cidadão Honorário, o vereador Prof. José Pochapski justifica que “Edson Hirata é uma das revelações nos últimos anos como conceituado dirigente esportivo em Campo Mourão e um dos responsáveis pela volta triunfal do basquete e do surgimento do grupo de Amigos do Basquete, fundada com o objetivo de dar apoio e sustentação a esta modalidade coletiva, que ao lado do futsal, vem tendo grande destaque e projeção na mídia e no ambiente esportivo”.
Vanderlei Cordeiro de Lima se tornou celebridade mundial com o ocorrido em Atenas. Vanderlei (na foto com o técnico Paulinho) já era um atleta reconhecido de nível internacional, vencedor da Maratona de Tóquio no Japão em 1998 e bicampeão nos Jogos Pan-americanos de Winnipeg e Santo Domingo. No cenário brasileiro, entre outros triunfos, ele também foi bicampeão da famosa Volta Internacional da Pampulha, em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 1999 e 2002.

LUIS AGUIAR: Pensamento tem força (Estratégias mentais)


ESTRATÉGIAS MENTAIS
(O que você deve fazer de dentro para fora)
1. Pense sempre, de forma positiva.
Toda vez que um pensamento negativo vier à sua cabeça, troque-o por outro! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um “atleta”, treine muito.
2. Não tenha medo de nada e ninguém. O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores. Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao próximo.
3. Não se queixe. Quando você reclama, tal qual um ímã, você atrai para si toda a carga negativa de suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado, começa a se materializar quando nos lamentamos.
4. Risque a palavra “culpa” do seu dicionário.
Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com nossa melancolia. Ignore-os.
5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu cotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral.
6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos nosso corpo e nossa mente. Procure conviver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.
7. Viva o presente. O ansioso vive no futuro. O rancoroso, vive no passado. Aproveite o aqui e agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.
NA PRÓXIMA EDIÇÃO: As estratégias mentais ( o que você deve fazer de fora para dentro)
Luís Aguiar, Aprendiz da vida

CATECISMO DA IGREJA 170: Fé III


O CATECISMO RESPONDE. O que a Igreja diz sobre isto ou aquilo? O Catecismo da Igreja Católica foi preparado para que você conheça a fé católica genuína, sem erro.
O post de hoje é o Catecismo da Igreja de número 170.
§170 Não cremos em fórmulas, mas nas realidades que elas expressam e que a fé nos permite "tocar". "O ato (de fé) do crente não pára no enunciado, mas chega até a realidade (enunciada). Todavia, temos acesso a essas realidades com o auxílio das formulações da fé. Estas permitem expressar e transmitir a fé, celebrá-la em comunidade, assimilá-la e vivê-la cada vez mais.
Fonte: O Catecismo da Igreja responde de A a Z - Profº Felipe Aquino, Edições Loyola

1 de set. de 2010

CM FUTSAL SUB-11 está entre os 12 finalistas da Taça Paraná 4ª fase


A goleada por 5 a 1 diante do Paraná Clube garantiu a equipe do Campo Mourão Futsal (Eliane Futsal Escola Urupês) o primeiro lugar no seu grupo da 3ª fase na Taça Paraná Categoria Pré-Mirim.
Na preliminar da manhã do domingo, a Associação Atlética Comercial de Cascavel, do bom técnico Márcio Rinaldo, na foto abaixo ao lado de Gordo e Ronaldinho, empatou por 3 gols com Maringá e ficou em segundo lugar, classificado para a nova fase.
Agora, Campo Mourão dirigido pelos técnicos Gordo e Ronaldinho, disputará a 4ª fase nos dias 17, 18 e 19 de setembro tendo como adversários no grupo R em local ainda a ser definido pela Federação Paranaense, O Iate Clube, de Londrina, Princesa dos Campos, de Ponta Grossa e o Colégio Francisco Xavier, de Maringá.
Cascavel, do técnico Márcio jogará provavelmente em Curitiba, contra Tistu e Cancun, da capital paranaense e Bem Bem, de Londrina.
O quadrangular final está programado nos dias 8, 9 e 10 de outubro.
Nas fotos abaixo, os bons técnicos da nova geração do salonismo paranaense -Ronaldinho, Márcio e Gordo, o filho e pai - Felipinho e Gordo assinando a súmula, e a torcida presente no sábado prestigiando o time mourãoense.

OS MOVIMENTOS de patriotismo e cidadania em CM


Fundamental a iniciativa do Rotary Clube Campo Mourão e do Conselho da Mulher Empresária da Acicam, lançando campanha para reativar o movimento patriótico em nossa cidade. E como escreveu Ely Rodrigues no seu portal (Coluna do Ely) há muito que neste semana o patriotismo deixou de ser moda e só vemos as bandeiras tremulando com o verde e amarelo somente vem época de Copa do Mundo.
Em entrevista ao Jornal da Rural, a presidente do Conselho da Mulher Executiva da Acicam, Ivone Malho (foto), o objetivo é mobilizar os empresários para o hasteamento da bandeira do Brasil nas fachadas de suas empresas. porém não se vê nos edifícios mais recentes. Marcelo de Oliveira, presidente da avenida de serviços do Rotary Campo Mourão, disse que a entidade irá distribuir na área central da cidade bandeirinhas e fitas na manhã deste sábado numa verdadeira blitz em prol do patriotismo.
Também serão distribuídas por outras equipes adesivos do movimento Acorda Comcam, que objetiva o voto para candidatos a deputado estadual e federal da própria região visando o resgate da representatividade parlamentar regional.

A SEMANA da Pátria em CM


Em Campo Mourão, a Semana da Pátria foi aberta hoje em comemoração aos 188 anos de Independência do Brasil. Em frente ao Paço Municipal de Campo Mourão, o evento iniciado com hasteamento das bandeiras e apresentações culturais por escolas estaduais, municipais e particulares. Já, os hinos Nacional e da Independência foram executados pela gloriosa Banda Municipal.
De acordo com o coordenador geral do Município Wilson Santana, que representou o prefeito Nelson Tureck, a Semana da Pátria representa uma importante fonte de estímulos ao civismo, propiciando o incentivo o amor a nação, valorizando a história e os símbolos do Brasil.
Na Semana da Pátria várias solenidades serão realizadas por escolas e outras instituições da cidade e o ponto alto será no Desfile Cívico do dia 7 de setembro à partir das 08H30 na avenida Irmãos Pereira. Deste evento participarão cerca de 3 mil pessoas de escolas, entidades, corporações militares, entre outras representações da sociedade civil.

CATECISMO DA IGREJA 151: Fé II


O CATECISMO RESPONDE. O que a Igreja diz sobre isto ou aquilo? O Catecismo da Igreja Católica foi preparado para que você conheça a fé católica genuína, sem erro.
O post de hoje é o Catecismo da Igreja de número 151.
§151 Para o cristão, crer em Deus é, inseparavelmente, crer naquele que Ele enviou, "seu Filho bem-amado", no qual Ele pôs toda à sua complacência; Deus mandou que O escutássemos. O próprio Senhor disse a seus discípulos: "Crede em Deus, crede também em mim" (Jo 14,1). Podemos crer em Jesus Cristo por que ele mesmo é Deus, o Verbo feito carne: "Ninguém jamais viu a Deus: o Filho unigênito, que está voltado para o seio do Pai; este o deu a conhecer" (Jo 1,18). Por ter ele "visto o Pai" (Jo 6,46), ele é o único que o conhece e pode revelá-lo.
Fonte: O Catecismo da Igreja responde de A a Z - Profº Felipe Aquino, Edições Loyola

TEMPERAMENTOS: qual você tem: "Sanguíneo", "Colérico", "Melancólico" ou "Fleumático"?

Fleumático, Melancólico, Colérico ou Sanguíneo?  Qual deles mais se parece com você?  Cada pessoa pode apresentar características dos quatro...