28 de abr de 2015

ENTREVISTA DE DOMINGO: Professor Nelson Rodrigues, o ´Nelsinho, símbolo do Handebol´, na história do esporte mourãoense

"Campo Mourão é uma ´Fábrica de pessoas amigas´ foi uma cidade que me marcou muito e onde vivi maravilhosos momentos." A afirmação é do atleta, professor e mestre Nelson Rodrigues, o "Nelsinho do Handebol", que fez época no atletismo e handebol mourãoense nos anos 70. Dono de mais de 400 medalhas em várias modalidades (atletismo, voleibol, basquete, futsal, futebol, tênis de mesa e Handebol) e de vários títulos como o de Campeão Brasileiro Universitário em 1979 jogando pelo Paraná, Nelsinho é o homenageado na ENTREVISTA DE DOMINGO. 
Ele conta façanhas e histórias, e em mais de 50 imagens, lembra com saudade de muitos momentos passados com mourãoenses. "Temos que ter uma política definida do esporte, cultivar a cultura do esporte na sociedade como modo de vida e não modismo de vida, enfim oportunizar novos meios, dirigentes com mente aberta, novos conceitos; Precisa-se no Brasil de criar a Cultura do esporte e não do modismo", diz. 
Parabéns professor Nelson Rodrigues, uma homenagem a você e a todos que deram sua contribuição na história do handebol da nossa terra, na semana em que acontece a Noite de Gala do Handebol Mourãoense, em 2 de maio no Clube.Uma ótima leitura.
 QUEM É NELSON RODRIGUES? Sou uma pessoa

comum, simples, sempre atento, um cidadão qualificado no exercício das funções exercidas por mais de 40 anos de trabalho. Fui professor de Educação Física, técnico desportivo e administrador
educacional. Sou filho de Joaquim Rodrigues e Maria Rodrigues. Casado com Sonia Rodrigues, pai de Henrique Rodrigues. Nasci em 25 de dezembro de 1956 na cidade de Astorga, interior do Paraná. NB: imagens de Astorga, para matar as saudades.


COMO SE AUTODEFINE? Tenho uma autodefinição bem clara: justa, honesta, competente e acima de tudo um homem de palavra, sou incentivador nato das pessoas que querem vencer na vida. Nada é fácil, mas tudo se torna possível se depender de nós.
ONDE E COMO FOI A SUA INFÂNCIA?Praticamente me vi crescer em Nova Esperança, norte do Paraná, desde 02 anos de idade. Por ser caçula, brincava sempre sozinho, mesmo quando tinha uma bola nas mãos ou nos pés, criava o meu mundo de sonhos no quintal de casa, não tive amigos na infância. Meu pai sempre quando chegava para o almoço batia uma bolinha comigo e nos finais de semana o estádio de futebol era programa sagrado. Por outro lado tive uma formação educacional das mais rígidas, aos 12 anos já
trabalhava no comercio da cidade, até que mais tarde quando iniciei no esporte estudantil,cursava o antigo Ginásio, passeia dedicar as atividades esportivas e consequentemente vieram  os amigos, muitos deles até hoje nos relacionamos como verdadeiros irmãos...
COMO FOI SUA ATUAÇÃO NA JUVENTUDE E ONDE? Tinha todos os pré-requisitos como muitos na época para desencadear para o lado revolto, mas o esporte praticado desde pequeno me auxiliou no encaminhamento para a vida. Atuei por alguns anos no Grêmio estudantil ainda no Ensino médio (científico na época). Tive um amadurecimento muito rápido, aos 16 anos já exercia certa liderança no meio, tanto que tive experiência em treinar menores no esporte. Aos 17 anos já cursava Educação Física. Tinha alguns objetivos definidos e sonhos que gostaria de concretizar.
QUE HISTÓRIAS OU FATOS LEMBRA? Muitos fatos relevantes na juventude, na adolescência, desde o primeiro carnaval, os bailes, os movimentos que não
podíamos partilhar (havia muito receio e medo na época, pelo momento que o país atravessava em face da ditadura militar). No Handebol nessa época ainda com 14 a 15 anos, me marcou por ter sido convocado para a seleção Estadual estudantil a participar dos   JEB´s m Maceió, no sesquicentenário da independência do Brasil. Eu era o mais novo e que saudades bateu de casa. A história diz que foi a primeira seleção oficial de handebol formada no Paraná. Como aprendemos, saímos invicto -  kkkk , um empate e uma vitória por Wx0 e só derrotas. Para se ter uma ideia nem camisa de handebol tínhamos, vestimos o fardamento do Voleibol.
Outro fato marcante foi concluir o Curso de Educação Física, primeiro indo diariamente de Nova Esperança a Maringá e posteriormente de Campo Mourão a Maringá – Quantas lembranças da Kombi do “gordinho da Beccari”, com o Gilmar na “boleia”. Saíamos de madrugada para Maringá e só chegávamos após as 13 horas em Campo Mourão. A grana -kkk-, era curta, quando chegava em  Maringá dava só para tomar o café somente quando o gordo da Cantina da UEM nos oferecia um pão com manteiga "grátis" - sempre ele dava um jeito. e ainda tirava uma soneca na Kombi nas aulas vagas para suportar o restante do dia....
O fato que marcou a mim e acredito em muitos amigos da época era que treinávamos após o último horário de aula noturno., ou seja depois da aula reuníamos o grupo e íamos treinar. Quantas vezes após os treinos ainda tirávamos alguns minutos para o lanche nos locais que ainda estavam abertos.
QUANDO CHEGOU A CAMPO MOURÃO? Fui conhecer Campo Mourão para uma disputa nos Jogos abertos do Oeste e acabei  ficando. O Projeto apresentado pelo professor Piazza e Sr Schen (Alcir da Costa Schen) através do Prefeito Dr. Renato Fernandes Silva foi fantástico. Campo Mourão seria sede dos Jogos Abertos. 

Tinha grandes amigos. O Idê (professor Idevalci Ferreira Maia)  estava chegando, o Gilmar e Antenor, amigos da UEM e eu já não queria mais ficar em Maringá ou Nova Esperança. 
Era uma oportunidade de iniciar um trabalho, levar adiante o que estávamos aprendendo. Então em 1975 já vestia a camisa de Campo Mourão nos JAP´s em Paranavaí. Fiquei até janeiro de 2009, tive o prazer de
anos mais tarde em 1987, quando integrava a direção da Secretaria Especial do Esportes, ser o diretor técnico frente a direção geral dos JAP´s em sua segunda edição realizada em Campo Mourão. Foi uma realização pessoal das mais felizes e gratificantes. Foi outra contribuição memorável.
Antes de fixar residência em Curitiba no ano de 1985, tive o prazer de trabalhar em Goioerê ainda como técnico e professor. Encerrei como atleta aos 22 anos de idade.
O QUE FAZ ATUALMENTE? Estou em São Paulo, administrando a carreira de um atleta Olímpico da
natação– Henrique Rodrigues – meu filho. Tenho negócios em Curitiba também, então vivo entre as duas capitais, quando consigo conciliar uma viagem e outra acompanhando a natação nacional dentro e fora do país.
COMO FOI E ONDE SUA TRAJETÓRIA PROFISSIONAL? Fui técnico de Atletismo, de handebol e também professor de Educação Física em Campo Mourão. Aos 16 anos já trabalhava como assistente esportivo. Guardo com muito carinho o Colégio Santa Cruz, quando fui professor de Educação Física da instituição em 1976 a 78. Também lecionei no Colégio Estadual João de Oliveira Gomes, o estadual de Piquirivai, Luiziânia e Farol. Tive a satisfação, ter sido campeão brasileiro universitário como técnico da seleção paranaense em 1989 na Paraíba, fato inédito até então... Em Curitiba continuei por algum tempo
como treinador de handebol. Atuando no esporte, mas na administração, atuei muito tempo na Secretaria de Esportes (antes Cultura e Esporte, posteriormente Especial do Esporte e Paraná Esportes) e também na SEED.
Minha vida profissional deu uma guinada quando deixei de atuar no esporte para assumir um cargo diretivo e administrativo em grupos educacionais (primeiro Positivo – 10 anos e mais 09 no III Milênio). Passei a dedicar exclusivamente à educação, apenas assistindo e observando nosso esporte crescer cada vez mais.
O QUE FEZ NO SEU TRABALHO QUE NÃO FARIA DE NOVO? Fui um treinador muito rígido, principalmente em Campo Mourão, talvez acima dos limites para a época, hoje certamente seria mais ameno (rsrrs) com as minhas atletas que tanto me orgulham.
E A SUA ATUAÇÃO NA COMUNIDADE?Sempre atuei fortemente, desde minha infância até nos dias de hoje, em meu estado ou fora dele, no meio em que convivo.  Por ter ocupado cargo diretivo em órgão público que organiza, administra e cria eventos para todo o estado a gente se apoia constantemente com objetivo de ajudar, de fazer acontecer pelo bem estar da população.
COMO ENTROU O ESPORTE E O HANDEBOL EM SUA VIDA? Meu padrinho em todos os sentidos. Prof João Marim Mechia. Este conseguiu me tirar de casa, para colocar nas quadras e meios esportivos. Foi complicado, mas era o início desta modalidade no estado, então fomos “ cobaias” deste esporte maravilhoso. Jogava futsal, futebol de campo, mas o desporto com as mãos, como o basquete e voleibol também precisavam de atletas para os jogos colegiais na época... Então fomos também atuar e acabei levando jeito pelo handebol  e fiquei até um dia me despedir.
QUAIS, ENTRE TANTAS, SÃO EXPERIÊNCIAS QUE NÃO SAEM DA MEMORIA? Ter sido convocado para uma seleção nacional de handebol. Fui na época o representante de Campo Mourão naquela seleção.Foi o máximo para mim e todos nós que praticávamos handebol no interior do estado. Em 1976. A maior experiência como treinador foi em Campo Mourão, na formação da equipe feminina em 1977 e 1978. Foi gratificante, acredito que tenha sido meu melhor e primeiro trabalho técnico como treinador, mas que me
deixou uma dor no peito, por não ter dado continuidade nos anos seguintes, quando tive que deixar Campo Mourão, por motivos alheios a minha vontade. Por outro lado me senti orgulhoso ao comemorar junto com as meninas e ao competentíssimo Gilmar Fuzeto o título de Campeão dos JAP´s em Toledo.
COMO ENTROU PARA A QUADRA E SALA DE AULA? QUEM FOI O CULPADO? Como disse anteriormente, o professor João Marin Mechia, meu primeiro professor de Educação Física no colégio foi o responsável. Meu irmão Paulo Antonio foi outro incentivador que atuava nos bastidores ao lado do Marin.
QUAL O ESPORTE PREFERIDO, ÍDOLO E
TIME? Na primeira infância, o futebol era o preferido, tenho uma preferência pelo Coritiba. Amei demais o Handebol, curto muito a natação e adoro o automobilismo. Enfim, meu  grande ídolo já se foi... Era Ayrton Senna.
COMO ANALISA O ESPORTE ATUAL E O
HANDEBOL NO BRASIL E EM CM? Infelizmente não se faz o esporte simplesmente por amor como fazíamos, tudo se profissionalizou e com isso, tudo é tratado como oportunidades, como negócio e em nosso país cada vez ficamos a mercê de jogos de interesse, o que me deixa a todo o momento mais crítico e decepcionado. 
Quanto ao Handebol não foge da mesma ótica. Temos
que ter uma política definida do esporte, cultivar a cultura do esporte na sociedade como modo de vida e não modismo de vida, enfim oportunizar novos meios, dirigentes com mente aberta, novos conceitos administrativos para concretizar o desenvolvimento e crescimento em todos os segmentos da sociedade. Estamos anos luz atrasados neste sentido.
Em Campo Mourão, como na maioria das cidades médias brasileiras, vivemos com dificuldades, salvo iniciativas isoladas e bem estruturadas que hoje existe em Campo Mourão, mas a dependência de recursos do poder público e de algumas iniciativas de empresas e abnegados ainda é muito pouco para esta solidificação do Handebol e do esporte em geral. Precisa-se no Brasil de criar a Cultura do esporte e não do modismo.
QUEM EM CM É UM ATLETA DE HANDEBOL EXEMPLO NA HISTÓRIA? Não poderia apenas citar um atleta, seria injusto. Todos os que estarão neste encontro (Noite de Gala do Handebol em 2 de maio no Clube 10) são exemplos de história para novas gerações. Alguns mais antigos, pioneiros, outros mais recentes, enfim, todos contribuíram para este 40 anos de história.
QUAL MANCHETE FICOU NA HISTÓRIA DE SUA VIDA? Nelsinho, O símbolo do Handebol”. Após dar a volta olímpica de despedida no Ginásio do Tarumã em Curitiba, 1981, com mais de 8 mil pessoas me aplaudindo em pé. Logo em seguida, um dos grandes jornais do Estado fez uma publicação com uma entrevista comigo com o título “ Nelsinho, o símbolo do Handebol”. - Nota do BLOG - Manchete que voltou a ser destacada, no título desta ENTREVISTA DE DOMINGO.
QUAL APRESENTAÇÃO QUE FICOU NA HISTÓRIA DE SUA VIDA COMO MUITO BOM? E O PIOR?Difícil de escolher uma apenas. Como boas, tive inúmeras por onde joguei e dirigi Talvez a final dos JAP´s em 1980 e a semifinal Paraná x Minas em 79, nos JUB`s. Como pior, infelizmente tenho as duas finais que disputamos os JAP´s em 1976 quando perdemos em casa para Nova Esperança e em 1977 quando fomos derrotados por Cornélio em Arapongas...
QUAL JOGADA QUE, SE PUDESSE VOLTAR NO TEMPO,JAMAIS TERIA FEITO? Não tenho nenhuma jogada marcante no lado negativo. Quando somos excluídos em momentos importantes que desfalcamos nossa equipe sempre é lamentável. Isso ocorreram algumas vezes quando atuamos.
O MOMENTO ATUAL DA SUA VIDA É..... Bem diferente do princípio, hoje vivo o presente compartilhado com os meus, procurando curtir o que plantei ao longo da vida.
O QUE AINDA NÃO FEZ QUE, SE TIVESSE CONDIÇÕES, AINDA GOSTARIA DE FAZER? Não sou tão ambicioso e nem pretencioso ao extremo. Me sinto realizado em todos os sentidos. A vida me deu momentos marcantes e certamente outros estão reservados.
QUAL O MELHOR TIME DE HANDEBOL QUE JÁ VIU JOGAR? E QUE JÁ JOGOU? Vi e joguei em várias equipes e seleções, mas aquela equipe de Santa Maria (RS) na década de 80 era fantástica, encantava a todos. Tive também o prazer de dirigir uma das melhores seleções de todos os tempos do Paraná em 1979 nos JUB´s na Paraíba, só tinha fera. Poderia citar a equipe de Goioerê campeã em 80, de Nova Esperança em 74, de Maringá Universitária em 75/76, seleção do Paraná em 78, Positivo em 88.
QUANTOS TÍTULOS NA CARREIRA E QUAIS O MAIS IMPORTANTES? São mais de 400 medalhas em várias modalidades (atletismo, voleibol, basquete, futsal, futebol, tênis de mesa e Handebol). O mais importante foi o de Campeão Brasileiro universitário em 1979 pelo Paraná.
CITE TRÊS PERSONALIDADES ESPORTIVAS EM CAMPO MOURÃO. Paulo Gilmar Fuzetto, Itamar Tagliari e Idevalci Ferreira Maia. Abaixo, Gilmar com a camisa 7 e Itamar com a 1 na cancha Itacy Tagliari, na década de 70 em Campo Mourão.
CITE TRÊS PERSONALIDADES (FORA DO ESPORTE) EM CAMPO MOURÃO. Difícil destacar. Campo Mourão tem inúmeras personalidades na administração, na política, na cultura e no esporte. No momento me veio o nome do seo José Aroldo Galassini, presidente da Coamo que é uma empresa que orgulha não só Campo Mourão, mas todo o estado.
JOGO RÁPIDO
MÚSICA? Detalhes de Roberto Carlos. Sou romântico.


ÉTICA EM UMA FRASE É..Vai além da questão moral, é uma filosofia de vida.
UM LIVRO? Dianética –O poder da mente sobre o corpo.
UM AUTOR? L. Ron Hubbard.
UM PROFESSOR? João Marin Mechia.
SONHO? Certamente uma medalha olímpica a ser conquistada pelo meu filho Henrique Rodrigues.
SAUDADE? Dos melhores tempos de minha vida que passei em minha juventude em Campo Mourão. Pena que não volta mais.
MOMENTO INESQUECÍVEL? Ser homenageado no Tarumã em minha despedida como atleta de handebol.
HOBBY? Curto muito carro.
MANIA? Hora certa....não tem como kkkk. Compromisso é compromisso. Hora é hora.
UM PROGRAMA? Nunca perco uma corrida de F-1 até as de madrugada...rsrsrs.
40 ANOS DE HISTÓRIA NO HANDEBOL DE CM É... Uma satisfação e realização pessoal. Tenho por Campo Mourão o carinho especial, onde fiz meu primeiro trabalho. Sinto orgulho de poder dizer que fiz e faço parte deses 40 anos de Handebol.
FRUSTRAÇÃO? Não ter vencido os jogos abertos por Campo Mourão no Handebol, venci apenas no atletismo.
FAMÍLIA É..... Tudo de um ser humano, apoio, amizade, compreensão. É o sustentáculo para as adversidades e também para as realizações. Minha esposa, meu filho são tudo pra mim.
A CAMPO MOURÃO DO PRESENTE É O celeiro de sempre. De Campo Mourão para o mundo em todas as áreas e setores da sociedade. A cidade, o povo, enfim, sempre acolhedora. A terra do famoso “Carneiro no Buraco”.
A CAMPO MOURÃO DO FUTURO..... Pensar grande sempre foi o lema de Campo Mourão, desde os tempos que chamávamos de “Centro do progresso” . Campo Mourão cresceu e continua na esteira do desenvolvimento entre as que mais se desenvolve no estado. Nota do Editor do Blog: Na imagem capa do livro escrito pelo saudoso Pedro da Veiga, a qual reputo como a obra mais completa de todos os tempos sobre a história de Campo Mourão em vários segmentos. 
O QUE O SR TEM DO DRAMATURGO E IMORTAL, DO XARÁ NELSON RODRIGUES? Quando estive no salão nobre do Fluminense me senti Nelson Rodrigues, um tricolor apaixonado que traduzia na escrita  os sentimentos e sonhos. Acredito que apenas o nome é mera coincidência.
GOVERNOS REGINA DUBAY, BETO RICHA E DILMA ROUSSEF.... Falar de personalidades públicas é um tanto difícil, pois teremos que deixar de falar em partidos e das dificuldades que se encontram os serviços públicos a serem administrados, mas sim das pessoas em si e o que elas representam a todos nós. Mas vamos lá:Regina Dubay – Jovem e determinada,a primeira mulher a frente do executivo municipal,
Beto Richa – Uma grande pessoa, filho de um dos maiores nomes da história política deste estado.
Dilma Roussef – Uma batalhadora que chegou a Presidência.
QUAL O SENTIMENTO DE RECEBER ESTA HOMENAGEM E PARTILHAR UM POUCO DA SUA VIDA E DA SUA HISTÓRIA? Sinto mais do que honrado, parece que foi ontem que conheci Campo Mourão e fui tão bem acolhido. Muito obrigado Campo Mourão...
QUEM GOSTARIA DE VER HOMENAGEADO NO BLOG? Escolher apenas um não é legal. Campo Mourão é uma “Fábrica de pessoas amigas “ que sempre gostaria de saber um pouco mais através do Blog.
QUAL O RECADO PARA OS LEITORES DO BLOG?
Desculpe ter me alongado bastante, mas para falar de Campo Mourão, daria um livro.... Aos leitores foi uma satisfação imensa poder estar novamente em Campo Mourão bem próximo a este público ao qual recebi muitos aplausos nas quadras esportivas.
QUAL PERGUNTA QUE NÃO FIZ QUE GOSTARIA DE TER RESPONDIDO? Nenhuma, muito obrigado pela oportunidade. Sempre estarei a disposição.

8 comentários:

  1. Grande Nelsinho, uma vida dedicada ao esporte e à formação de cidadãos. Um grande campeão, que deve servir de inspiração à juventude mourãoense. Viva o Nelsinho!!!
    E viva o Ilivaldo, que nos traz a história maravilhosa do povo de Campo Mourão!!!

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    1. Valeu Danilo! Suas generosas palavras são contagiantes!!! Obrigado mesmo!!

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  2. Sinto lisonjeado pela iniciativa e pela pintura de entrevista tão bem elaborada, por uma de pessoa tão ilustre como você Ilivaldo... Me sinto honrado e privilegiado em receber esta homenagem em vida. Obrigado Ilivaldo, obrigado Campo Mourão!.....Nelson Rodrigues.

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  3. NELSINHO, ASSIM QUE O CONHECI CON A MINHA CURTA CARREIRA NO PARANA . MAS O SEU NOME SEMPRE FOI MUITO IMPORTANTE PARA MIM ATRAVEZDO AMIGO EDGAR HUBNER. PESSOAS DE GRANDE IMPORTANCIA PARA MIM DENTRO DO PARANA. UM GRANDE ABRAçO FELICIDADES!!!!

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    1. Quanta honra este seu depoimento.. !!! Você, um atleta maravilhoso e hoje um dirigente da mais alta competência.... E dizer o quê do Edgar? O ícone na administração esportiva de nosso país.... Muito obrigado amigo!!!

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  4. Grande amigo Nelsinho, tive o privilégio jogar handebol junto com você e vestir as cores dos municípios de Campo Mourão, Goioerê e do Estado do Paraná. Entrevista excelente!! Parabéns também ao amigo Ilivaldo Duarte pela merecida homenagem a este grande atleta e pessoa.

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    1. - Competente em tudo o que fez:- atleta, técnico, dirigente, e acima de tudo um grande parceiro, amigo, confidente e fiel....!! Obrigado Jair!!

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  5. Amigo Nelsinho, foi um privilégio jogar handebol com você, vestindo as cores de Campo Mourão, Goioerê e do Estado do Paraná!! Muito justa e merecida esta homenagem prestada pelo grande amigo Ilivaldo Duarte, sempre nos recordando momentos tão preciosos. Grande abraço!! Jair Grasso

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