11 de set de 2011

ENTREVISTA DE DOMINGO: Agnaldo Feitoza



Quarto filho de José Alves e Maria Lima Feitoza, de uma família de oito irmãos, José Agnaldo Feitoza saiu de sua cidade natal - Nossa Senhora da Glória, no Sergipe, com um mês e meio de vida. O escritor, professor, Ministro da Eucaristia e titular da cadeira número 04 da Academia Mourãoense de Letras, é homenageado esta semana aqui no Nosso BLOG na ENTREVISTA DE DOMINGO.
"Meus pais vieram do Sergipe para o Paraná, com quatro filhos. Eu tinha 45 dias de vida. Meu pai, que já tinha uma breve passagem por esta região quando solteiro, veio trabalhar com uma família de japoneses (Oyama) em Engenheiro Beltrão, na cultura do algodão e hortelã. Quando eu tinha cinco meses, por não ter recebido a vacina contra o vírus da poliomielite, fui acometido por esta impiedosa doença. Na mesma noite um tio, de apenas 11 meses, também teve a paralisia infantil. Quando completei dois anos, meu pai comprou um sítio ao lado da propriedade do meu Avô, no Alto São João, perto de Piquirivaí", conta o imortal da Academia Mourãoense de Letras.
Ele conta um pouco da sua história e da sua vida na ENTREVISTA DE DOMINGO.
Quem é José Agnaldo Feitoza? Nasci na cidade de Nossa Senhora da Glória, no Estado de Sergipe, em 15 de janeiro de 1968. Sou filho de José Alves Feitoza e Maria Lima Feitoza. Sou irmão de Maria Rozimeire, José Valberto, José Deginaldo (in memoriam), Rose Neyre (in memoriam), Edinaldo, Maria José e Marcos.



Sou casado, desde 18 de maio de 2002, com Ana Paula Kuasnecha Feitoza e pai de Mariana Kuasnecha Feitoza.
Onde e como foi sua infância? Meus pais vieram do Sergipe para o Paraná, com quatro filhos. Eu tinha 45 dias de vida. Meu pai, que já tinha uma breve passagem por esta região quando solteiro, veio trabalhar com uma família de japoneses (Oyama) em Engenheiro Beltrão, na cultura do algodão e hortelã. Nesta época, também vieram muitos familiares buscando uma qualidade melhor de vida. Quando eu tinha cinco meses, por não ter recebido a vacina contra o vírus da poliomielite, fui acometido por esta impiedosa doença. Na mesma noite um tio, de apenas 11 meses, também teve a paralisia infantil. Quando completei dois anos, meu pai comprou um sítio ao lado da propriedade do meu Avô, no Alto São João, perto de Piquirivaí. Até os sete anos, tanto eu quanto meu tio, andávamos de quatro pés pelo chão. Um era o consolo do outro. Nossos irmãos e amigos não aceitavam brincar com a gente, eles queriam correr, jogar bola, andar de bicicleta, coisas que não podíamos fazer. Nossas mãos e joelhos eram grossos pelo contato com o chão. Após esta idade, meu Avô fez um par de muletas para cada um de nós. Foi um avanço, conseguíamos ficar de pé. Este tempo marcou profundamente nossa vida. No ano de 1976, um candidato a prefeito de Campo Mourão (Augustinho Vecchi), nos viu naquela situação e fez uma promessa: “Rezem para eu ganhar. Ganhando ou não, encaminharei vocês para tratamento em Curitiba”. Ele ganhou a eleição e cumpriu a promessa. No ano seguinte ficamos meio ano internados no Hospital de Crianças César Pernetta, em Curitiba, fazendo tratamento dos resquícios da poliomielite. Num processo dolorido de reabilitação usamos o aparelho ortopédico, em toda a perna, até os 16 anos.Desde quando em Campo Mourão? Estou em Campo Mourão desde os 2 anos de idade.
Onde o senhor estudou, que cursos fez ou faz? Estudei de 1ª a 4ª série na Escola Municipal Rocha Pombo; de 5ª a 8ª no Colégio Estadual; Ensino Médio, no Colégio Agrícola de Campo Mourão; graduação em Geografia e especialização em Pedagogia Religiosa, na UEPR/Fecilcam. Gostaria de fazer um importante destaque nesta caminhada de estudo. Quando terminei a 8ª série, desejava muito estudar no Colégio Agrícola, numa época que não era público. Por ser filho de cooperado da Coamo, tinha direito a bolsa de estudo. Surgiu um grande impasse: meu pai não tinha condições de bancar o internato durante 3 anos. Não desisti do sonho de ser Técnico Agrícola, escrevi uma carta, manuscrita, destinada ao presidente da Coamo, Dr. Aroldo Gallassini (foto), expondo minha real situação. Ele acolheu meu pedido e o levou para apreciação da diretoria, que aprovou por unanimidade. Sempre sou grato por esta generosidade. Fato semelhante aconteceu com minha especialização. Não tinha condições para pagar os dois anos de estudo. Mesmo não tendo buscado apoio, recebi uma bolsa de uma pessoa muito generosa, chamada Monsenhor Jorge Wostal (foto). O curso de Técnico Agrícola me deu suporte para a graduação de Geografia e posteriormente a especialização. Hoje, reconhecendo o apoio recebido, sou professor efetivo de dois padrões, atuando na área de Geografia e Ensino Religioso.
O que faz na vida profissional? Trabalhei como professor de 1ª a 4ª série, no ano de 1988; Auxiliar administrativo nos Correios de 1991 a 1994, voltando em 1999; prof. de Geografia no ano de 1993, em Luiziana; professor de Geografia e História nos anos 1994/95; Chefe da Seção de Tacografia no Expresso Nordeste, de 1994 a 1997; Auxiliar Administrativo pelo Paraná Educação, de 1999 a 2004; Professor de Ensino Religioso pelo Município de Campo Mourão, por concurso, de 2004 a 2008; Faço parte do quadro próprio do magistério do Estado do Paraná, desde 2004; como professor de Geografia e Ensino Religioso. Atuo no Colégio Estadual Prefeito Antonio Teodoro de Oliveira.
Como o senhor se define? Um cristão, numa busca incessante para honrar a condição de batizado.
Como é o seu dia a dia?
A primeira coisa que faço ao acordar para um novo dia é elevar a Deus uma prece de agradecimento por mais um dia que amanhece, que Ele me conceda seu Santo Espírito e a presença de seus Santos Anjos para guiarem meus passos. Vou para o trabalho e terminada a jornada me dirijo para o aconchego familiar. Eventualmente, participo de reuniões ou convivências sociais. Acompanho os acontecimentos do dia-a-dia, verifico os contatos das redes sociais e não me esqueço da leitura, o que é sagrado.
Como passou a participar efetivamente da Igreja Católica? Hoje o Sr é Ministro da Eucaristia, o que faz nessa função? A família é a primeira Igreja, a escola onde as crianças movem os primeiros passos no caminho da vida cristã. Vivendo os valores evangélicos em família, haverá então a formação de cristãos convictos, autênticos e comprometidos com a construção do Reino, sem que ninguém se disperse na procura de uma falsa felicidade. Fui catequista por muito tempo, só não dei continuidade por incompatibilidade de horário. Recebi a investidura de Ministro Extraordinário de Eucaristia e da Palavra, de Dom Virgílio de Pauli, no dia 4 de outubro de 1987. Atuo na Paróquia da Catedral de Campo Mourão
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Como nasceu sua vocação para escrever? Quantos livros já publicou? Qual o mais importante, o que deu mais trabalho e qual será o próximo?
Sempre gostei de ler e escrever. No ano de 1998, no triênio de preparação para o Jubileu do ano 2000, desenvolvi um projeto de evangelização chamado: “Eis que anuncio uma Boa Nova”, em forma de CD. Posteriormente, com um grande incentivo literário, do meu estimado amigo professor Carlinhos Aleixo, escrevi meu primeiro livro: “Jesus, Fonte de Vida”. Depois vieram outras publicações: Testemunho de Vida – Família Peteck; Dom Virgílio de Pauli – Lição de Vida; Pensamento Vivo de Dom Virgílio de Pauli; Dom Eliseu Simões Mendes – Salus Gregis; Monsenhor Jorge Wostal – Vida e Missão; Monsenhor Jorge Wostal – Vida Missionária – 40° Aniversário de Sacerdócio; João Paulo II – Vida e Missão; Pensamento Vivo de João Paulo II. E agora, por ocasião do 95° aniversário de nascimento do 1° Arcebispo de Maringá, presto-lhe uma homenagem, publicando o livro: “Pensamento Vivo de Dom Jaime Luiz Coelho”. Todos deram trabalho, dentro da sua especificidade e cada um tem a sua importância.
Como é ser membro da Academia Mourãoense de Letras? Escrever é fácil?
Ser membro da Academia Mourãoense de Letras é uma honra, sou agradecido por este privilégio. Jean Bryant, professora de escrita nos Estados Unidos, levantou sete regrinhas básicas para você começar a escrever: 1 - Escrever é um verbo de ação. Pensar não é escrever. Escrever é colocar palavras no papel; 2 - Coloque paixão em sua escrita. Todo mundo tem amores e ódios, e mesmo a pessoa mais pacata tem uma vida repleta de paixões. A criatividade vem na cola da paixão; 3 - Escreva com honestidade. Arrisque expor-se. A originalidade anda lado a lado com a vulnerabilidade; 4 - Escreva por prazer e pelos seus valores pessoais. Se você não se divertir com seu texto, como poderá alguém mais fazê-lo? O prazer vem antes do lucro; 5 - Continue escrevendo. Ignore comentários negativos ou o seu próprio desânimo. A persistência sempre acaba por render frutos; 6 - Escreva bastante. Use tudo à sua volta. O aprendizado vem de seus próprios esforços em colocar palavras no papel; 7 - Escreva sobre o que acredita e tenha fé em si mesmo como escritor. Confie em si próprioÉ fácil ser católico hoje em dia? Quais os atributos para ser um bom cristão? Todos os povos, em diferentes lugares e períodos, sempre procuraram relacionar-se com Deus. De alguma maneira, buscamos o sagrado ou o sentido mais profundo de nossa existência. Isto nos torna seres religiosos. A maneira concreta de o ser humano viver a sua religiosidade é a religião, e esta normalmente se dá em uma comunidade religiosa específica, cujos membros partilham da mesma fé. Da relação do ser humano com o transcendente (Deus), origina-se a religião. Religião consiste em ligar novamente o ser humano a Deus. Escolher esta ou aquela religião depende de nossa fé, que nos leva a aceitar os elementos constituintes de uma religião, participando da comunidade formada por adeptos da mesma crença. Religião é “pacote fechado”, não adianta você querer seguir esta ou aquela religião querendo impor condições. Nosso país é uma referência na questão de liberdade religiosa, e não podemos perder esta condição. Ser católico, evangélico pertencer a qualquer outra denominação religiosa requer comprometimento. Para ser bom cristão é necessário seguir os ensinamentos de Jesus Cristo, dando bons exemplos.
O que o senhor já fez, que se pudesse, jamais teria feito ou faria de novo? No ano de 1993 o cantor Robert Allen Zimmerman, artisticamente conhecido por Bob Dilan, disse: “Se você chegar aos 40 anos de idade, fizer uma reflexão de vida e constatar que é a mesma pessoa de quando tinha 20 anos, significa que você perdeu 20 anos de sua vida”. Temos que ser melhores a cada dia, reconhecermos
nossos erros para acertarmos mais e errarmos menos. Fiz muita coisa errada, que jamais faria de novo. Cometer erros é uma coisa inevitável, mas tem situação que contribuímos muito mais para o erro do que para o acerto. Muitas das nossas falhas poderiam ser evitadas.
O que o senhor ainda não fez, que sonha, almeja um dia fazer? Retornar ao lugar onde nasci, Nossa Senhora da Glória - Sergipe, de onde sai com apenas 45 dias de vida. Tenho um sonho, um pouco mais alto, que é de ir ao Vaticano participar de uma Missa.
Nota do BLOG: A primeira povoação da cidade natal de Agnaldo recebeu o nome de Boca da Mata, dado pelos viajantes que descansavam no local. Por volta de 1600 a 1620, os ranchos ali existentes formaram uma povoação. Posteriormente, a localidade foi rebatizada quando o pároco Francisco Gonçalves Lima, fez uma campanha junto aos moradores para aquisição de uma imagem de Nossa Senhora da Glória.
O município, que ficou conhecido como a “Capital do Sertão”, tem a maior feira da região e acabou atingindo um desenvolvimento muito maior que a sua antiga sede, Gararu. “Boca da Mata”, deu-se por conta dos viajantes, pois tinham medo de seguir suas rotas durante a noite e ali, na entrada da mata, dormiam. Disso surgiu uma expressão que se tornou comum entre eles: “dormir na boca da mata”. Daí a origem da toponímia.

O município de Nossa Senhora da Glória localiza-se na Região Nordeste do Brasil, no oeste do Estado de Sergipe, na micro-região do alto sertão do São Francisco. Por estar situada no sertão, ainda hoje é comum encontrar, principalmente na feira realizada aos sábados, homens caracterizados de vaqueiros. Entre os principais eventos do município estão a festa da padroeira Nossa Senhora da Glória, comemorada com missa e procissão no dia 15 de Agosto. O Gloriense é um povo muito religioso, predominando no município o catolicismo.
Quem são mourãoenses ou pessoas exemplos na comunidade? E por quê? Denir Daleffe, Elói Bonkoski, Dr. Irineu Brezezinski, Irmã Geralda, Dr. Celso Mori - foto - , José Turozi. Pelas ações na comunidade e retidão de vida.
O senhor foi candidato a vereador e não logrou êxito nas urnas. Pensa em ser novamente candidato e por quê? Pela minha condição física e social precisei muito de apoio e Deus me deu a graça da presença de pessoas, sensíveis e de coração bondoso, na minha caminhada. Por si só, não tenho condições de retribuir a ajuda que tive. Minha intenção sempre foi de participar da política para buscar, principalmente nesta área, ações que venham de encontro com as reais necessidades das pessoas com deficiência. Quanto ao fato de ser candidato ou não, ainda não parei para pensar nas próximas eleições.
Qual seu esporte preferido e o time do coração? Aprecio, com mais ênfase, o futebol. Meu time do coração, mas não com fanatismo, é o Santos. Mas gostei mesmo foi a excelente fase do Sport Campo Mourão na Primeira Divisão no estádio RB. Sport, na década de 80 no RB: O "Leão do Vale" era quase imbatível
Cite três personalidades esportivas de Campo Mourão? Itamar Tagliari, Paulinho e Ambrózio. Sérgio Ueda, Paulinho Costa, Edson Hirata, o "China" e Itamar Tagliari
Cite três personalidades mourãoenses? Augustinho Vecchi - na imagem com Agnaldo e Irineu Brzezisnki- Aroldo Gallassini e Renato Fernandes Silva. Existe ainda preconceito contra o deficiente ou muitos avanços foram conquistados? A APAE é forte instrumento para inclusão social? Os dados estatísticos mostram que 14% da população é composta de pessoas com deficiência. E uma realidade, todos são candidatos em potencial a fazer parte deste contingente. Quando a idade chegar, as necessidades vão aparecendo, portanto, ninguém pode ignorar as deficiências de uma pessoa. Lamentavelmente tem pessoas que não respeitam a legislação em vigor que asseguram os direitos das pessoas com deficiência. Muitas cidades possuem uma secretaria para esta área. A APAE é um exemplo de inclusão social.
VAPT-VUPT
Ética em uma frase é...
O caráter universal da dignidade humana e do ideal democrático de convívio social devem tornar-se um princípio que norteia todas as condutas praticadas pelos seres humanos.
A política é... A arte da convivência entre as pessoas. Está presente em todas as relações humanas. Fazemos política o tempo todo: na família, na comunidade, entre os amigos.
Campo Mourão do presente é ... Uma cidade de prosperidade, sempre abençoada por Deus. Tenho muito orgulho de ser mourãoense.
A Campo Mourão do futuro será... Dependo de cada um de nós. Se nos esforçarmos para tal, será cada vez melhor.
Governo Nelson Tureck... Ainda resta um tempo considerável de 14 meses para finalizar seu mandato. A expectativa é que sejam concretizadas propostas, ainda pendentes, e que aconteçam novas ações de políticas públicas em prol da melhoria da qualidade de vida do povo bom de Campo Mourão. Faço, em público, um desafio ao Prefeito: a criação da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Governo Beto Richa... Ainda é cedo para avaliar seu governo, com apenas oito meses. Uma coisa é certa, ele precisa honrar suas raízes, na pessoa do seu saudoso pai, José Richa - na imagem conversando com o saudoso Bispo Dom Virgílio e o ex-prefeito de Campo Mourão, José Pochapski- , que fez política com muita seriedade (tive a oportunidade de conhecê-lo, em Campo Mourão).
Governo Dilma... É fundamental que as políticas sociais do nosso país tenham um horizonte claro, indicando para os sonhos de todos os brasileiros, que é a construção de uma sociedade que garanta a todos os seus cidadãos os direitos sociais. Ela está governando o país, com a complexidade que tem, buscando o desenvolvimento brasileiro. Sua principal bandeira de luta é contra a miséria, ainda existente nesta nação privilegiada pela natureza. Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo. Esta bandeira teria que ser de todos os governnantes.
Comida... Arroz, feijão, salada e carne.
Música... Todos os estilos, desde que tenha uma boa mensagem.
Religião... Cristã (Igreja Católica).
Um fato inesquecível... Quando olhei para minha perna e meu pé, envoltos num gesso, após as cirurgias. Minha perna, que era encolhida, estava esticada. Meu pé, todo torto, estava certinho.
Um fato marcante A morte de dois irmãos num mesmo acidente (09/07/85)). Ele tinha 19 anos, já era professor e catequista. Ela tinha 15 aninhos e também já era catequista.
Uma imagem..... A capa do primeiro livro (a imagem da Misericórdia Divina).
Um sonho... Poder efetivar um projeto em prol das pessoas com deficiência.
Qual pessoa gostaria que fosse entrevistada neste espaço? Irmã Geralda.
Qual sentimento de receber esta homenagem? Meu sentimento é de muita alegria no coração, de gratidão ao estimado confrade Ilivaldo Duarte pela atenção carinhosa que me foi oferecida em participar desta entrevista, onde pude externar um pouco da minha história de vida.
Qual o seu recado aos leitores dessa ENTREVISTA DE DOMINGO? O recado que desejo deixar aos queridos leitores está contido nesta passagem bíblica: “Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos. A alegria do coração é a vida do homem, e um inesgotável tesouro de santidade. A alegria do homem torna mais longa a sua vida. Tem compaixão de tua alma, torna-te agradável a Deus, e sê firme; concentra teu coração na santidade, e afasta a tristeza para longe de ti, pois a tristeza matou a muitos, e não há nela utilidade alguma” (Ecl 30, 22-25).

3 comentários:

  1. Muito obrigado pela homenagem, confrade Ilivaldo! Deus o abençoe!

    Um abraço fraterno!
    Agnaldo

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    1. O agnaldo feitoza ele e o meu professor de geografia no colegio estadual marechal rondone ele e muito querido e bondoso

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