19 de jun de 2011

PADRE CARLOS CÉZAR, sete anos de sacerdócio







A Comunidade do Santuário Nossa Senhora Aparecida, em Campo Mourão, celebra hoje ação de graças pelos sete anos de vida sacerdotal do padre Carlos Cézar Cândido.

E rogamos a Deus e a nossa mãe santíssima, todas as graças e bênçãos, e a santidade para que ele continue sendo um jovem a serviço de Deus. E para o bem, seguindo os preceitos de Deus, como bom filho do céu.
Permitam, caros leitores, contar uma pequena, pequena
historinha, neste dia festivo de celebração e ação de graças.
Era uma vez um menino chamado Carlos, batizado Carlos Cézar Cãndido, um dos filhos do seu José e da dona Maria, nascido em Peabiru, na data de 6 de setembro, dezesseis dias após sua mãe ter completado 20 anos de idade.
De uma família simples, Católica, fervorosa, com muito amor e fé em Deus. Uma família que desde pequeno se senta na primeira fila nas missas dominicais.
Um menino, um jovem, que como os outros de sua idade brincou bastante, namorou e um dia tomou uma decisão que mudaria a sua vida. Um menino que vendia pão, feito pela dona Bibi; que montava pino no bolão no clube PUC em Peabiru. E que não podia ver a dona Odete na frente. Lá vem a dona Odete parta derrubar os pinos e eu catar e levantar um por um dos pinos no bolão.
Um jovem sempre muito cheiroso, perfumado. Um jovem que sempre gosto de desenhar, principalmente caricaturas; que sempre gostou de ler gibis. Um jovem que não se revela apenas artista, mas que é artista.
Em uma viagem para Assai em companhia do Irmão Franco, religioso da Sagrada Família, ouviu dele: você não tem vontade de ser padre? E Carlos disse não. Mas, o irmão disse: Mas você leva jeito! E após essas palavras, o jovem Carlos Cezar Cândido passou a refletir, a pensar mais seriamente em sua vocação.
Um jovem que aos vinte e dois anos chegou em casa e sentado na cama dos pais ao lado deles disse: vou pedir as contas no emprego e vou ser padre! Vou para o seminário! Que sentiu o chamado e viu o choro de sua mãe Maria, que não queria de jeito nenhum que o seu filho fosse padre. E ele foi para o Seminário. Não foi fácil a sua vida, teve o apoio do amigo Xavier, hoje o nosso Bispo, que uma vez não o deixou sair, dizendo que ele iria se dar bem como padre. Bispo Dom Xavier e o padre Carlos, em 2011 na celebração do Crisma no Santuário Nossa Senhora Aparecida em Campo Mourão
E assim, se cumpriu a vontade de Deus, e Carlos Cézar foi ordenado diácono num 28 de dezembro e padre em junho de 2004.
Um jovem padre a serviço de Deus, devoto de São Francisco de Assis e de Nossa Senhora, que aprendeu com seus pais a amar Maria.
Um jovem que acredita nas pessoas e na transformação na vida pela prática do evangelho.
Um jovem que não se vê exercendo outra missão, que não seja a de padre; e que em determinado momento de sua vida não quis mais saber de igreja, de missa, de ir a igreja.
“Eu ajoelhava e rezava, acho que rezei demais, por isso meu filho voltou para a igreja, voltou para Deus”, disse a dona Maria, hoje radiante e emocionada por ter um filho consagrado a Deus.
Padre Carlos e catequistas do Santuário Nossa Senhora Aparecida em Campo Mourão
“Aqui em casa, tem Maria e José, só faltava Jesus, e aqui em casa eu sou Jesus, o Jesus aqui sou eu”, brincava Carlos Cézar Cândido que escolheu o slogan “Reveste-me Senhor” para sua ordenação.
Um jovem que o padre Gerônimo um dia profetizou: você vai ser um padre completo: sabe desenhar, cantar. Um artista de Deus.
Padre Carlos, nós damos graças a Deus pela sua existência, por sua vocação, e por todos os que o ajudaram neste caminhada até aqui, e por todos os que estarão em seu caminho e ao seu lado nos anos futuros, que só Deus sabe. Padre Carlos ao lado deste blogueiro e do padre Ricardo Arica
Recebei a nossa singela homenagem, rogando a Deus que aumente a sua fé, fortaleça a sua esperança e renove o seu amor , sua bondade e misericórdia a cada novo dia. E que o Senhor tenha o dom da paz e da fidelidade para seguir a Igreja e conduzir o seu rebanho. Viva!

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